quinta-feira, 7 de junho de 2012

DOCUMENTÁRIO DANÚBIO NA SALA P. F. GASTAL


A história do projeto

No fim dos anos 80, o diretor Henrique de Freitas Lima foi convocado pela crítica de arte e gestora cultural Evelyn Ioschpe para uma tarefa especial. O projeto Arte na Escola , hoje o carro chefe entre os programas da Fundação de abrangência nacional e sede em São Paulo, buscava uma forma eficiente de arte educar, através do uso de vídeos sobre o fazer artístico que pudessem ser usados em sala de aula acompanhados por materiais pedagógicos produzidos por especialistas. No período que exerceu esta função, que aperfeiçoou seu olhar e o aproximou das artes visuais, o cineasta licenciou para a Fundação mais de 300 títulos, garimpados no Brasil e Exterior. Uma constatação, entretanto, ficou evidente: era insignificante a documentação dos artistas do Sul, em que pese sua importância no cenário nacional. A vontade de sanar esta lacuna ficou latente, já que a Fundação não tinha entre suas metas a produção de documentários.

Muitos filmes depois, Henrique veio a conhecer Danúbio Gonçalves através de José Antonio Mazza Leite, que o levou à pré-estréia de Concerto Campestre (2004), longa que reconstituiu a época áurea do charque para adaptar para as telas de cinema a novela de Luiz Antônio de Assis Brasil. Mazza Leite tinha Danúbio, o grande artista da série Xarqueadas,  gravuras produzidas na década de 50 que lhe garantiram os prêmios mais importantes de sua carreira, como o doador principal do pequeno Museu do Charque, empreendimento de um grupo de abnegados que tenta manter viva em Pelotas a herança da atividade que engendrou a própria cidade. Henrique acabou doando para o Museu farto material do filme, como a maquete da charqueada realizada a partir da gravura clássica de 1828 de Jean-Baptiste Débret , adereços e figurinos. O espaço expositivo do Museu do Charque está localizado atualmente nas dependências da Charqueada Santa Rita, bela pousada às margens do arroio Pelotas, e recebe muitos visitantes.

A amizade entre o cineasta e o artista, hoje com 87 anos completos e em plena atividade, gerou a belíssima abertura do filme com versão em série de televisão Contos Gauchescos, que tem estréia prevista para setembro de 2012.

A partir de desenhos de Danúbio, as imagens foram animadas e musicadas por Sérgio Rojas, que compôs especialmente a Milonga para João Simões Lopes Neto, gravada com a participação da gaita de Renato Borghetti. Inscrito no Festival de Gramado entre os curtas metragens gaúchos de 2009, o episódio Jogo do Osso garantiu a Rojas o prêmio de Melhor Música
                         
A convivência fez Danúbio revelar o desejo de ter sua trajetória documentada e convidasse Henrique a fazê-lo. O convite foi aceito e o filme está chegando às telas.



Veja algumas opiniões sobre o filme:

“Para incidir deliberadamente no lugar-comum, este documentário é um retrato de corpo inteiro. Precisávamos disso, Danúbio precisava, o Rio Grande também.”
Luiz Antonio de Assis Brasil, escritor

“É um filme emocionante, pois amoroso da existência de um homem e um artista. Por sorte, trata-se do homem mais simples do mundo, que se apresenta desta maneira, como um tarefeiro. Chegou no planeta, preparou-se e toda a vida foi dedicada a este ofício. A inteireza do Danúbio é verdadeiramente tocante”.
Jacob Klintowitz, crítico de arte

“O conjunto, costurado por bela música, imagens e paisagens encantadoras, que se refletem muitas vezes, surge temperado com equilíbrio entre palavra e silêncios, emoldurando o homem e o artista na história da nossa cultura. Um belo resultado”.
Débora Mutter, doutora em literatura

“Está registrada importante memória de capítulo dos mais significativos das artes do Rio Grande do Sul”.
Evelyn Berg Ioschpe, critica de arte e gestora cultural



O documentário Danúbio, de Henrique de Freitas Lima, sobre o artista Danúbio Gonçalves  pode ser visto nas sessões das 15h, 17h e 19h.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

DOCUMENTÁRIO DANÚBIO ENTRA EM CARTAZ NA SALA P. F. GASTAL


Na próxima terça-feira, 5 de junho, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) coloca em cartaz o documentário Danúbio, de Henrique de Freitas Lima, sobre o artista Danúbio Gonçalves. Danúbio pode ser visto nas sessões das 15h, 17h e 19h.

Parceria entre o mestre Danúbio Gonçalves e o diretor de cinema Henrique de Freitas Lima (Lua de Outubro - 1997, Concerto Campestre - 2004, Contos Gauchescos – 2012), o primeiro episódio da Série Grandes Mestres, Danúbio, está chegando às telas. O projeto a quatro mãos tomou forma e o desejo do artista de ver sua trajetória documentada na linguagem do cinema está concretizado.

As primeiras tomadas ocorreram em Torres, espécie de segundo lar de Danúbio, acompanhando sua relação com a cidade e os festivais de balonismo que geraram duas séries de pinturas. Foram seguidas por períodos alternados no atelier do artista no bairro de Petrópolis, em Porto Alegre, e Bagé.

A grande atração do filme, entretanto, é a realização de um sonho antigo: o encontro com uma das maiores influências de sua carreira, o México e seus artistas. Integrante da geração que chegou à idade adulta na quarta década do século XX, Danúbio, como seus contemporâneos Carlos Scliar, Vasco Prado, Glênio Bianchetti e Glauco Rodrigues, foi influenciado pelos artistas engajados mexicanos, gente da estirpe de Diego Rivera, José Clemente Orozco e David Siqueiros.  Mais do que estes, conhecidos por suas pinturas e murais, quem realmente tocou os gaúchos foi o grupo reunido no Taller de Arte Grafica Popular sob a liderança do gravador Leopoldo Mendez. A arte engajada de Mendez e seu grupo, com quem Carlos Scliar conviveu na Europa durante o Congresso dos Artistas e Intelectuais pela Paz de Varsóvia, em 1948, forneceu a matéria prima para iniciativas coletivas como o legendário Clube de Bagé . No momento em que o grupo buscava uma arte figurativa que pudesse se contrapor ao modelo que se impunha a partir do abstrativismo e das Bienais de São Paulo, o exemplo dos mexicanos serviu como uma luva.

Para captar esse encontro tão especial, a equipe partiu para o México onde, em duas semanas, Danúbio pode visitar múltiplos espaços e conviver com seus pares mexicanos. Visitando as casas, estúdios e museus de Frida Kahlo e Diego Rivera, circulando entre as pirâmides de Teotihuacán,  feiras populares como o Jardin del Arte, modernos centros culturais como a Estação Indianilla e o Museo de la Estampa, o artista acabou por colocar a capital mexicana entre as suas preferidas, ao lado de Paris e Barcelona.

O ápice da viagem foi a convivência e  troca de experiências com o gravador e mestre impressor Mario Reyes, 86 anos, em cujo atelier circulam os mais importantes artistas mexicanos nos últimos 45 anos. Espécie de santuário reconhecido pela qualidade de suas cópias impressas, tem entre suas relíquias uma prensa que pertenceu a Leopoldo Mendez e é conduzido pela própria esposa de Reyes e seus filhos. Num dia luminoso, Danúbio e Mário Reyes compartilharam técnicas, fizeram gravuras juntos e falaram de suas trajetórias e pontos comuns. Entre eles, a figura feminina, a que ambos dedicaram grande parte do seu tempo.

Participam do filme grandes nomes das artes do Sul, como Alfredo Nicolaievski, Anico Herscovitz, Miriam Tolpolar, Maria Tomaselli, Helena Kanaan, Wilson Cavalcanti e Paulo Chimendes.

Danúbio abre a série Grandes Mestres, que já tem em produção o segundo episódio dedicado a Zoravia Bettiol, mostrando ao grande público a trajetória dos nossos artistas através da linguagem cinematográfica. Ao ser exibido nas salas de cinema de arte, pretende recriar nestes ambientes de devoção o encantamento que o convívio com o artista e sua obra gera entre os que se deixam tocar por sua trajetória ímpar. O projeto recebeu o apoio do FUMPROARTE, da Prefeitura de Porto Alegre, e tem a estréia patrocinada pela Panvel através da Lei Rouanet.

Ficha Técnica

Produzido e Dirigido por Henrique de Freitas Lima
Roteiro: Henrique de Freitas Lima e Pedro Zimmermann
Fotografia e Câmera: Eduardo Amorim
Direção de Produção: Gina O’Donnell
Montagem: Pedro Zimmermann e Eduardo Pua
Música: Felipe Azevedo
Edição de Som: Kiko Ferraz
Produção México: Aurelie Semichon e Francisco Montellano
Coordenação Administrativa: Carmem Curval
Secretaria de Produção: Raquel Matos e Fernanda Guimarães
Produtores Associados: Start Vídeo Produções , APEMA, Drops Mídias Digitais, Animake e Filmoteca da UNAM - México

Realização da Cinematográfica Pampeana
Patrocínio da Panvel pela Lei Rouanet
Com apoio do FUMPROARTE, Prefeitura de Bagé , SESC RS e Programa de Intercâmbio do Ministério da Cultura

GRADE DE HORÁRIOS
    
Terça-feira (5 de junho)
15:00 – Danúbio
17:00 – Danúbio
19:00 – Danúbio

Quarta-feira (6 de junho)
15:00 – Danúbio
17:00 – Danúbio
19:00 – Danúbio

Quinta-feira (7 de junho)
15:00 – Danúbio
17:00 – Danúbio
19:00 – Danúbio

Sexta-feira (8 de junho)
15:00 – Danúbio
17:00 – Danúbio
19:00 – Danúbio

Sábado (9 de junho)
15:00 – Danúbio
17:00 – Danúbio
19:00 – Danúbio

Domingo (10 de junho)
15:00 – Danúbio
17:00 – Danúbio
19:00 – Danúbio

quarta-feira, 30 de maio de 2012

PROJETO A VOZ DA ROUPA ENCERRA CICLO DE CONVERSAS COM ESTILISTAS E PARTICIPANTES


Exposição financiada pelo FUMPROARTE reúne imagens de Tiago Coelho e produções de oito estilistas gaúchos



Na próxima quarta-feira, dia 30 de maio, o projeto A Voz da Roupa encerra o ciclo de conversas com o público, na Sala P.F Gastal da Usina do Gasômetro. O evento faz parte da programação de lançamento da exposição do projeto, inaugurada no dia 10 de maio, na Galeria dos Arcos.

No segundo encontro, os estilistas Mauricio Placeres, Vitoria Cuervo, Gustavo Werner e Debora Ydalgo e os personagens Felipe (palhaço de circo), Talis (lixeiro), Israel (policial) e Cristiane (dançarina) falam sobre as suas experiências durante a concepção dos ensaios e o confronto entre realidade e ficcional. As conversas serão mediadas por Régis Duarte e Tiago Coelho, criadores do projeto.


A exposição segue até o dia 10 de junho e a entrada é franca.

A VOZ DA ROUPA
Conversas com estilistas e participantes
Dia 30 de maio, às 19h30, na Sala P.F. Gastal
(3º andar da Usina do Gasômetro)
Entrada franca


Exposição
Até 10 de junho – Galeria dos Arcos
Av. Pres. João Goulart, 551 (térreo da Usina do Gasômetro)
visitação de terças a domingos, das 9 às 21h
Informações: 51 3289 8135
galeriadosarcos@gmail.com

terça-feira, 29 de maio de 2012

LANÇAMENTO DO DVD “Viúvas – Performance Sobre a Ausência”


A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz realiza o lançamento do DVD Viúvas Performance Sobre a Ausência, no dia 29 de maio, às 19h, na Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar). A exibição será seguida de um bate-papo com Ileana Diéguez (pesquisadora e professora do México), Pedro Isaías Lucas (cineasta), Fabio Prikladnicki (jornalista) e Jair Krischke (Movimento de Justiça e Direitos Humanos). O DVD é uma realização do projeto Ói Nóis Na Memória e da Artéria Filmes com fotografia, edição e finalização audiovisual de Pedro Isaías Lucas. O registro tem patrocínio do Ministério da Cultura e da Petrobras.  A entrada é franca.

Viúvas, Performance Sobre a Ausência faz parte da pesquisa teatral que a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz vem realizando sobre o imaginário latino-americano e sua história recente. Partindo do texto Viúvas de Ariel Dorfman e Tony Kushner, a Tribo dá continuidade à sua investigação da cena ritual, dentro da vertente do Teatro de Vivência. Viúvas mostra mulheres que lutam pelo direito de saber onde estão os homens que desapareceram ou foram mortos  pela ditadura civil militar que se instalou em seu país. É uma alegoria sobre o que aconteceu nas últimas décadas na América Latina, e a necessidade de manter viva a memória deste tempo de horror, para que não volte mais a acontecer. O Teatro de Vivência do Ói Nóis Aqui Traveiz procura uma forma de relação aberta e sincera com o público, em que atores e espectadores partilhem de uma experiência comum, que tenha intensidade de um acontecimento, capaz de produzir novas formas de percepção.

Contatos:
Paula Carvalho
paula.terreira@gmail.com
(51) 9396 11 40


Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
terreira.oinois@gmail.com
(51) 3286 57 20 / 9999 45 70

sexta-feira, 25 de maio de 2012

KINO BEAT AO VIVO APRESENTA GLAUBER MACHINE AMANHÃ



Derivado da Mostra Kino Beat de filmes relacionados à música, o projeto Kino Beat ao Vivo surge como uma plataforma para apresentações audiovisuais, explorando som e imagem através de performances artísticas multimídia. A iniciativa se estende ao longo do ano com apresentações regulares e itinerantes.

Em sua segunda edição o projeto Kino Beat ao Vivo apresenta a perfomance de Live Cinema Kynorama Glauber Machine. Uma transcriação eletrônica da obra de Glauber Rocha realizada pelo filho do cineasta Pedro Paulo Rocha em conjunto com o grupo paulista de live art A_factory. O universo artístico e fílmico de Glauber é re-criado a partir de fragmentos de cenas e sons de seus filmes, compondo um mosaico híbrido que nos leva a estabelecer novos sentidos narrativos e sensoriais dentro de um labirinto em transe glauberiano.

Seus personagens míticos e paisagens são mixadas em um Épico Anarco Futurista, através de improvisações com novos timbres, cores, intervenções gráficas. Cenas, sonoridades, diálogos, manifestos, desenhos, poemas, são convertidos em uma galáxia eletrônica para além do formato do cinema. Além dos filmes é utilizado também textos, poemas , restos de filmagens, materiais e roteiros inéditos do cineasta. A apresentação é composta por Pedro Paulo Rocha, manipulando as imagens ao vivo, Fernando Falcoski e Caleb Mascarenha executando a parte sonora ao vivo.

Afactory Transmidia é um grupo de Arte Eletrônica criado em 2010 na Capital Paulista. O Afactory combina linguagens hibridas e interface tecnológica em livre experimentos de Video, Música, Poesia, Deriva Urbana, Arte Colaborativa e Live Cinema.

Após a apresentação haverá um debate com Pedro Paulo Rocha sobre a obra e legado de Glauber Rocha.

O Projeto Kino Beat ao Vivo tem produção e curadoria de Gabriel Cevallos.
Serviço:
Kino Beat ao Vivo - 26/05, Sábado – 17h.
Sala P.F Gastal da Usina do Gasômetro
Entrada Franca. 

SALA P. F. GASTAL RELEMBRA A ERA DE OURO DA DISCO MUSIC



No mês em que desapareceram dois dos grandes ícones da disco music, a cantora Donna Summer e o músico Robin Gibb da banda Bee Gees, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) realiza uma pequena mostra que reúne três títulos marcantes da era disco: Os Embalos de Sábado à Noite (1977), sua sequência Os Embalos de Sábado Continuam (1983) e Até que Enfim é Sexta-feira (1978), veículo para o estrelato de Summer, em rara aparição nas telas.

A mostra Dias de Disco, que tem o apoio da distribuidora MPLC da locadora E o Vídeo Levou, pode ser conferida entre 29 de maio e 3 de junho. Ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00.
Abaixo, as sinopses e informações técnicas sobre os filmes, que serão projetados em DVD.


Programação


Até que Enfim é Sexta-feira (Thank God It's Friday), de Robert Klane (Estados Unidos, 1978, 87 minutos)
Até Que Enfim É Sexta-Feira se passa em uma única noite na danceteria mais popular da cidade, acompanhando as várias histórias de seus frequentadores: uma aspirante a diva da música disco que tenta convencer o DJ a tocar seu demo, duas rainhas da disco menores de idade tentando mostrar suas músicas, uma garota procurando pelo príncipe encantado, um homem sacana que faz qualquer coisa para descolar uma garota e um super concurso de dança com ótimas músicas, passos, moda e os delírios do estilo disco. O filme conta com performances das estrelas Jeff Goldblum e Debra Winger no começo de suas carreiras e apresenta uma incrível trilha sonora com a rainha da música disco Donna Summer cantando a música vencedora do Oscar de 1978 (Last Dance).


.Os Embalos de Sábado à Noite (Saturday Night Fever), de John Badham (Estados Unidos, 1977, 118 minutos)
O cultuado filme que transformou John Travolta em um nome popular e envolveu o mundo em roupas de poliéster, sapatos de plataforma e disco dance. Mais que uma consagração de todo o estilo "disco", Os Embalos de Sábado à Noite é a marcante história da luta de um rapaz para transcender o confinamento de sua medíocre existência. Travolta foi indicado ao Oscar de melhor ator por sua magnética interpretação de Tony Manero, um balconista do Brooklyn que consegue escapar de uma vida sem futuro, nas pistas das discotecas. Ao som da clássica trilha sonora dos Bee Gees, Os Embalos de Sábado à Noite é um ícone do cinema dos anos 70.


Os Embalos de Sábado Continuam (Staying Alive), de Sylvester Stallone (Estados Unidos, 1983, 93 minutos)
O ator Sylvester Stallone dirige esta sequência de Os Embalos de Sábado à Noite, que não repetiu o sucesso do filme original, mas hoje é objeto de culto por seus excessos kitsch. Agora ele está empenhado em seu maior desafio: fazer sucesso como bailarino nos palcos da Broadway. John Travolta incendeia a tela, revivendo o lendário personagem que o consagrou e lhe deu sua primeira indicação ao Oscar. Cynthia Rhodes (de Flashdance) e Finola Hughes são as mulheres da vida de Tony. A trilha sonora empolga com cinco inesquecíveis canções dos Bee Gees, além do sucesso Far From Over, de Frank Stallone.


GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 29 de maio a 3 de junho de 2012


29 de maio (terça-feira)
15:00 – Os Embalos de Sábado à Noite
17:00 – Os Embalos de Sábado Continuam
19:00 – Lançamento do DVD Viúvas – Performance Sobre a Ausência, do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz, seguida de debate com o grupo e o diretor Pedro Lucas

30 de maio (quarta-feira)
15:00 – Os Embalos de Sábado Continuam
17:00 – Até que Enfim é Sexta-feira
19:30 – Debate A Voz da Roupa (debate com Tiago Coelho, Regius Duarte e estilistas, com projeção de imagens)

31 de maio (quinta-feira)

09:00 – Reunião Prêmio Marcantonio Villaça
14:00 – Reunião Prêmio Marcantonio Villaça
19:00 – Até que Enfim é Sexta

1º de junho (sexta-feira)
15:00 – Os Embalos de Sábado Continuam
17:00 – Os Embalos de Sábado à Noite
19:00 – Até que Enfim é Sexta-feira

2 de junho (sábado)
09:00 – Curso de Formação em Fotografia (evento fechado para professores da rede municipal)
14:00 – Curso de Formação em Fotografia (evento fechado para professores da rede municipal)
19:00 – Os Embalos de Sábado à Noite

3 de junho (domingo)
15:00 – Os Embalos de Sábado à Noite
17:00 – Os Embalos de Sábado Continuam
19:00 – Até que Enfim é Sexta-feira

Apoio


terça-feira, 22 de maio de 2012

SALA P. F. GASTAL SEGUE EXIBINDO LUZ NAS TREVAS, CONTINUAÇÃO DO CLÁSSICO DE ROGÉRIO SGANZERLA


A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) segue exibindo até domingo, 27 de maio, o longa brasileiro Luz nas Trevas, de Helena Ignez e Ícaro C. Martins, aguardada sequência do clássico O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla. Lançado em 2010, no Festival do Rio, e exibido pela mesma Sala P. F. Gastal no ano passado, quando participou da mostra competitiva do CineEsquemaNovo (onde recebeu os prêmios de melhor filme do público e melhor direção), só agora Luz nas Trevas faz sua estreia comercial.

Luz nas Trevas retrata a trajetória de Jorge Bronze, conhecido pelo codinome Tudo-ou-Nada (André Guerreiro Lopes). Ele é filho do famoso Bandido da Luz Vermelha (Ney Matogrosso), que nos anos 60 assaltava casas de ricos paulistanos e foi transformado em ícone pelo jornal Notícias Populares. Por outro lado, o filme flagra um já maduro Luz Vermelha em um presídio de segurança máxima, mostrando como ele lida com a fama de ser um dos criminosos mais famosos do Brasil. Trata-se de um projeto familiar, levado a cabo pela musa e companheira de Sganzerla, Helena Ignez, e pelas filhas do casal, Djin e Sinai Sganzerla, que após a morte do diretor decidiram retomar a ideia e realizar o filme Luz nas Trevas. Uma das musas do Cinema Marginal, Helena assumiu as funções de diretora (ao lado de Ícaro C. Martins), roteirista e atriz, além de ter auxiliado na trilha sonora, enquanto que Sinai ficou com o cargo de produtora. Já Djin assumiu o principal papel feminino e ainda exerceu a função de coordenadora de produção. Entre os muitos destaques do filme está o seu ótimo elenco, liderado pelo cantor Ney Matogrosso, que atua ao lado de nomes como Bruna Lombardi, Sandra Corveloni, Djin Sganzerla, Maria Luisa Mendonça, Helena Ignez, Mário Bortolloto, José Mojica Marins, Simone Spoladore e Arrigo Barnabé, entre outros.

Ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00.


GRADE DE HORÁRIOS

22 de maio (terça-feira)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

23 de maio (quarta-feira)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:30 – Debate exposição A Voz da Roupa (com Tiago Coelho, Regius Duarte e estilistas, com projeção de imagens)

24 de maio (quinta-feira)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:30 – Lançamento do filme Meu Pai é um Figurante

25 de maio (sexta-feira)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

26 de maio (sábado)
17:00 – Projeto Kino Beat ao Vivo – Performance Live Cinema  Kynorama Glauber Machine, transcriação eletrônica da obra de Glauber Rocha realizada pelo filho do cineasta, Pedro Paulo Rocha
19:00 – Capoeira em Cartaz

27 de maio (domingo)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Kino Beat ao Vivo apresenta: KYNORAMA GLAUBER MACHINE



Derivado da Mostra Kino Beat de filmes relacionados à música, o projeto Kino Beat ao Vivo surge como uma plataforma para apresentações audiovisuais, explorando som e imagem através de performances artísticas multimídia. A iniciativa se estende ao longo do ano com apresentações regulares e itinerantes.

Em sua segunda edição o projeto Kino Beat ao Vivo apresenta a perfomance de Live Cinema Kynorama Glauber Machine. Uma transcriação eletrônica da obra de Glauber Rocha realizada pelo filho do cineasta Pedro Paulo Rocha em conjunto com o grupo paulista de live art A_factory. O universo artístico e fílmico de Glauber é re-criado a partir de fragmentos de cenas e sons de seus filmes, compondo um mosaico híbrido que nos leva a estabelecer novos sentidos narrativos e sensoriais dentro de um labirinto em transe glauberiano.


Seus personagens míticos e paisagens são mixadas em um Épico Anarco Futurista, através de improvisações com novos timbres, cores, intervenções gráficas. Cenas, sonoridades, diálogos, manifestos, desenhos, poemas, são convertidos em uma galáxia eletrônica para além do formato do cinema. Além dos filmes é utilizado também textos, poemas , restos de filmagens, materiais e roteiros inéditos do cineasta. A apresentação é composta por Pedro Paulo Rocha, manipulando as imagens ao vivo, Fernando Falcoski e Caleb Mascarenha executando a parte sonora ao vivo.

Afactory Transmidia é um grupo de Arte Eletrônica criado em 2010 na Capital Paulista. O Afactory combina linguagens hibridas e interface tecnológica em livre experimentos de Video, Música, Poesia, Deriva Urbana, Arte Colaborativa e Live Cinema.

Após a apresentação haverá um debate com Pedro Paulo Rocha sobre a obra e legado de Glauber Rocha. O Projeto Kino Beat ao Vivo tem produção e curadoria de Gabriel Cevallos.

   
Serviço:
Kino Beat ao Vivo - 26/05, Sábado – 17h.
Sala P.F Gastal da Usina do Gasômetro
Entrada Franca.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

SALA P. F. GASTAL RECEBE PARTICIPANTES DO PROJETO A VOZ DA ROUPA PARA ENCONTRO ABERTO AO PÚBLICO

Dia 23 de maio, o projeto A Voz da Roupa promove a primeira edição de conversas com o público, na Sala P.F Gastal – 3º andar da Usina do Gasômetro. O evento faz parte da programação de lançamento da exposição do projeto, inaugurada no dia 10 de maio, na Galeria dos Arcos.


Dia 23 de maio, os estilistas Mauricio Placeres, Régis Duarte, Carolina Motta Nunes e Greice Antes e os personagens Felipe (palhaço de circo), Madalena (operadora da Trensurb), Natália (garçonete) e Adriana (empregada doméstica) falam sobre as suas experiências durante a concepção dos ensaios e o confronto entre realidade e ficcional. As conversas serão mediadas por Régis Duarte e Tiago Coelho, criadores do projeto. Além dos depoimentos dos participantes, Duarte apresentará imagens de trabalhadores do fotógrafo norte-americano Irving Penn, traçando um paralelo entre as criações do artista e as imagens de A Voz da Roupa.

No dia 30 de maio, os estilistas Vinícius Amorim, Vitoria Cuervo, Gustavo Werner e Debora Ydalgo se reúnem com o garçom Derick, o lixeiro Talis, o policial Israel e a dançarina Cristiane na segunda edição do evento. A exposição segue até o dia 10 de junho e a entrada é franca.

A VOZ DA ROUPA
Conversas com estilistas e participantes
Dias 23 e 30 de maio, às 19h30, na Sala P.F. Gastal
(3º andar da Usina do Gasômetro)
Entrada franca

Exposição
Até 10 de junho – Galeria dos Arcos
Av. Pres. João Goulart, 551 (térreo da Usina do Gasômetro)
Visitação de terças a domingos, das 9 às 21h
Informações: 51 3289 8135
galeriadosarcos@gmail.com
www.galeriadosarcos.blogspot.com

sexta-feira, 11 de maio de 2012

TRAILER LUZ NAS TREVAS

SALA P. F. GASTAL SEGUE EXIBINDO LUZ NAS TREVAS, CONTINUAÇÃO DO CLÁSSICO DE ROGÉRIO SGANZERLA


A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) segue mantendo em cartaz o longa brasileiro Luz nas Trevas, de Helena Ignez e Ícaro C. Martins, aguardada sequência do clássico O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla. Lançado em 2010, no Festival do Rio, e exibido pela mesma Sala P. F. Gastal no ano passado, quando participou da mostra competitiva do CineEsquemaNovo (onde recebeu os prêmios de melhor filme do público e melhor direção), só agora Luz nas Trevas faz sua estreia comercial.

Luz nas Trevas pode ser visto nas sessões das 15h, 17h e 19h. Ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00.

Luz nas Trevas, de Helena Ignez e Ícaro C. Martins. Brasil, 2010. Com Ney Matogrosso, André Guerreiro Lopes, Djin Sganzerla, Sandra Corveloni e Bruna Lombardi. Duração: 83 minutos. Colorido. Exibição em 35mm.

GRADES DE HORÁRIOS

 
15 de maio (terça-feira)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

16 de maio (quarta-feira)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

17 de maio (quinta-feira)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
20:00 – Lançamento dos vídeos do projeto Lente Jovem do Campi

18 de maio (sexta-feira)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

19 de maio (sábado)
09:00 – Curso A Imagem Fotográfica na Sala de Aula (evento fechado para professores da rede municipal de ensino)
14:00 – Curso A Imagem Fotográfica na Sala de Aula (evento fechado para professores da rede municipal de ensino)
19:00 – Luz nas Trevas

20 de maio (domingo)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

sexta-feira, 4 de maio de 2012

SALA P. F. GASTAL EXIBE LUZ NAS TREVAS, CONTINUAÇÃO DO CLÁSSICO DE ROGÉRIO SGANZERLA


A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) exibe a partir de sexta-feira, 4 de maio, o longa brasileiro Luz nas Trevas, de Helena Ignez e Ícaro C. Martins, aguardada sequência do clássico O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla. Lançado em 2010, no Festival do Rio, e exibido pela mesma Sala P. F. Gastal no ano passado, quando participou da mostra competitiva do CineEsquemaNovo (onde recebeu os prêmios de melhor filme do público e melhor direção), só agora Luz nas Trevas faz sua estreia comercial. Em Porto Alegre, além das sessões na Sala P. F. Gastal, o filme pode ser visto também no Cinemark.

Luz nas Trevas retrata a trajetória de Jorge Bronze, conhecido pelo codinome Tudo-ou-Nada (André Guerreiro Lopes). Ele é filho do famoso Bandido de Luz Vermelha (Ney Matogrosso), que nos anos 60 assaltava casas de ricos paulistanos e foi transformado em ícone pelo jornal Notícias Populares. Por outro lado, o filme flagra um já maduro Luz Vermelha em um presídio de segurança máxima, mostrando como ele lida com a fama de ser um dos criminosos mais famosos do Brasil. Trata-se de um projeto familiar, levado a cabo pela musa e companheira de Sganzerla, Helena Ignez, e pelas filhas do casal, Djin e Sinai Sganzerla, que após a morte do diretor decidiram retomar a ideia e realizar o filme Luz nas Trevas. Uma das musas do Cinema Marginal, Helena assumiu as funções de diretora (ao lado de Ícaro C. Martins), roteirista e atriz, além de ter auxiliado na trilha sonora, enquanto que Sinai ficou com o cargo de produtora. Já Djin assumiu o principal papel feminino e ainda exerceu a função de coordenadora de produção. Entre os muitos destaques do filme está o seu ótimo elenco, liderado pelo cantor Ney Matagrosso, que atua ao lado de nomes como Bruna Lombardi, Sandra Corveloni, Djin Sganzerla, Maria Luisa Mendonça, Helena Ignez, Mário Bortolloto, José Mojica Marins, Simone Spoladore e Arrigo Barnabé, entre outros.

Em sua primeira semana de exibição na Sala P. F. Gastal, Luz nas Trevas divide horários com a programação do Festival Escolar de Cinema. No fim de semana, o filme pode ser visto em todas as sessões, 15h, 17h e 19h. 

Ingressos a R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia).

Luz nas Trevas, de Helena Ignez e Ícaro C. Martins. Brasil, 2010. Com Ney Matogrosso, André Guerreiro Lopes, Djin Sganzerla, Sandra Corveloni e Bruna Lombardi. Duração: 83 minutos. Colorido. Exibição em 35mm.

GRADES DE HORÁRIOS

4 de maio (sexta-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

5 de maio (sábado)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

6 de maio (domingo)

15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

7 de maio (segunda-feira)
Não há sessões

8 de maio (terça-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

17:00 – Luz nas Trevas
19:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

9 de maio (quarta-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

17:00 – Luz nas Trevas
19:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

10 de maio (quinta-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

17:00 – Luz nas Trevas
19:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

11 de maio (sexta-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

17:00 – Luz nas Trevas
19:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

12 de maio (sábado)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

13 de maio (domingo)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

quinta-feira, 3 de maio de 2012

LUZ NAS TREVAS TEM ESTREIA AMANHÃ

Dia  4 de maio, o cinema da Usina do Gasômetro passa a integrar o circuito exibidor de Luz nas Trevas, de Helena Ignez e Ícaro Martins, continuação do clássico O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, com Ney Matogrosso à frente do elenco.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

SALA P. F. GASTAL SEGUE EXIBINDO CLÁSSICOS BRASILEIROS E ESTREIA LUZ NAS TREVAS



A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) segue exibindo até quinta-feira, dia 3 de maio, a mostra Clássicos do Cinema Brasileiro, que reúne uma seleção de títulos bastante raros, há muito tempo não apresentados nas salas de cinema: Estranho Encontro, de Walter Hugo Khouri; Bonitinha, Mas Ordinária, de J. P. de Carvalho; O Bravo Guerreiro, de Gustavo Dahl; O Homem Nu, de Roberto Santos; Amei um Bicheiro, de Jorge Ileli e Paulo Wanderley; e A Navalha na Carne, de Braz Chediak. As exibições contam com o apoio da Programadora Brasil, projeto do Ministério da Cultura destinado à difusão do cinema brasileiro. Todas as cópias são em DVD, editados a partir de matrizes restauradas pertencentes ao acervo da Cinemateca Brasileira.
 
No dia 30 de abril a Sala P. F. Gastal abre espaço para uma pequena mostra de filmes de temática feminista, paralela ao Encontro Feminista Autônomo Latino-Americano e Caribenho que acontece na Usina do Gasômetro. A mostra, com entrada franca, conta com o apoio da Cinemateca da Embaixada da França do Rio de Janeiro e do Institut Français.
 
Já na sexta-feira, dia 4 de maio, o cinema da Usina do Gasômetro passa a integrar o circuito exibidor de Luz nas Trevas, de Helena Ignez e Ícaro Martins, continuação do clássico O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, com Ney Matogrosso à frente do elenco.
 
Apenas em sessões fechadas para alunos das escolas da rede municipal, às 9:30 e 14:30, segue a programação do 4º Festival Escolar de Cinema, que se estenderá até 11 de maio.

GRADE DE HORÁRIOS
30 de abril a 6 de maio de 2012

30 de abril (segunda-feira)
15:00 – Mostra Cinema Feminista (Menina Não Paga + Quando as Mulheres Intervêm)
17:00 – Mostra Cinema Feminista (A Hora da Estrela)
19:00 – Mostra Cinema Feminista (O Preço da Inocência + Meu Almoço com Anna)

1º de maio (terça-feira)
15:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (O Bravo Guerreiro)
17:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (A Navalha na Carne)
19:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (Amei um Bicheiro)

2 de maio (quarta-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (Bonitinha, Mas Ordinária)
19:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (O Homem Nu)
 
3 de maio (quinta-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (Estranho Encontro)
19:00 – Lançamento do curta AME
20:00 – Reprise do curta AME

4 de maio (sexta-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

5 de maio (sábado)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas

6 de maio (domingo)
15:00 – Luz nas Trevas
17:00 – Luz nas Trevas
19:00 – Luz nas Trevas


Apoio

quarta-feira, 25 de abril de 2012

PROJETO RAROS APRESENTA FILME DE MARIO MONICELLI


Nesta sexta-feira, dia 27 de abril, às 20h, a Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro realiza a primeira edição do ano do já tradicional projeto Raros, que retorna homenageando um dos grandes ícones da comédia italiana, Mario Monicelli, com a exibição de A Moça com a Pistola (La Ragazza con la Pistola / 1968).

Durante os anos 60, Assunta (Monica Vitti) é uma típica habitante de um vilarejo siciliano onde imperam rígidas e arcaicas tradições familiares. Após ser raptada, seduzida e abandonada por Vincenzo (Carlo Giuffrè), Assunta é obrigada pela família a lavar sua honra com sangue. Munida com uma velha pistola ela empreenderá uma incansável perseguição ao amante fugitivo; sua busca a levará até a Inglaterra, em plena efervescência da Swinging London. Os conflitos culturais entre a modernidade de uma metrópole inglesa e um vilarejo da Sicília colocam Assunta em situações cômicas e inusitadas, que afetarão sua visão de mundo, assim como sua relação com os homens que cruzam seu caminho. Monica Vitti brilha intensamente no papel da histérica, atrapalhada e obstinada moça em busca de vingança. Como bem observou o crítico francês Luc Moullet, “a musa de Antonioni nunca esteve mais à vontade que sob a direção de Monicelli”.

Após anos de luta contra um câncer, Mario Monicelli cometeu suicídio em novembro de 2010, aos 95 anos de idade, saltando da janela de um hospital em Roma. Deixou como legado obras que marcaram época e definiram um estilo peculiar que influenciou as comédias italianas, um humor cruel, estridente e repleto de melancolia, que pode ser visto em filmes como Os Eternos Desconhecidos (1958), O Incrível Exército de Brancaleone (1966) e Meus Caros Amigos (1975).

A Moça com a Pistola será exibido numa cópia em DVD, com legendas em português. A entrada é franca.

A Moça com a Pistola (La Ragazza con la Pistola/ Itália / 1968), de Mario Monicelli. Com Monica Vitti, Carlo Giuffrè e Stanley Baker. Duração: 100 minutos.


PROJETO RAROS
SALA P. F. GASTAL - USINA DO GASÔMETRO
SEXTA-FEIRA, DIA 27 DE ABRIL, 20H
ENTRADA FRANCA

terça-feira, 24 de abril de 2012

APANHADOR SÓ LEVOU MÚSICA E ALEGRIA AO PALCO DA SALA P.F.GASTAL!

SALA P. F. GASTAL SEGUE EXIBINDO CLÁSSICOS BRASILEIROS

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) segue exibindo ao longo da próxima semana a mostra Clássicos do Cinema Brasileiro, que reúne sete títulos bastante raros, há muito tempo não apresentados nas salas de cinema: Estranho Encontro, de Walter Hugo Khouri; Copacabana Me Engana, de Antônio Carlos da Fontoura; Bonitinha, Mas Ordinária, de J. P. de Carvalho; O Bravo Guerreiro, de Gustavo Dahl; O Homem Nu, de Roberto Santos; Amei um Bicheiro, de Jorge Ileli e Paulo Wanderley; e A Navalha na Carne, de Braz Chediak. As exibições contam com o apoio da Programadora Brasil, projeto do Ministério da Cultura destinado à difusão do cinema brasileiro. Todas as cópias são em DVD, editados a partir de matrizes restauradas pertencentes ao acervo da Cinemateca Brasileira.

Nos dias 28, 29 e 30 de abril a Sala P. F. Gastal abre espaço para uma pequena mostra de filmes de temática feminista, paralela ao Encontro Feminista Autônomo Latino-Americano e Caribenho que acontece na Usina do Gasômetro. A mostra, com entrada franca, conta com o apoio da Cinemateca da Embaixada da França do Rio de Janeiro e do Institut Français.

Apenas em sessões fechadas para alunos das escolas da rede municipal, às 9:30 e 14:30, segue a programação do 4º Festival Escolar de Cinema, que se estenderá até 11 de maio.



GRADE DE HORÁRIOS


24 de abril (terça-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (A Navalha na Carne)
19:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (Amei um Bicheiro)

25 de abril (quarta-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (Bonitinha, Mas Ordinária)
19:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (O Homem Nu)
 
26 de abril (quinta-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (Copacabana Me Engana)
19:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (O Bravo Guerreiro)

27 de abril (sexta-feira)
09:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (A Navalha na Carne)
20:00 – Projeto Raros (A Moça com a Pistola)
 
28 de abril (sábado)
15:00 – Mostra Cinema Feminista (Do Lado de Mathilde)
17:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (Amei um Bicheiro)
19:00 – Mostra Cinema Feminista (As Oficinas de Deus)

29 de abril (domingo)
15:00 – Mostra Cinema Feminista (Três Vezes por Semana + Um Céu de Estrelas)
17:00 – Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro (Estranho Encontro)
19:00 – Mostra Cinema Feminista (Invente um País para Mim + Si-Gueriki, Rainha-Mãe)

30 de abril (segunda-feira)
15:00 – Mostra Cinema Feminista (Menina Não Paga + Quando as Mulheres Intervêm)
17:00 – Mostra Cinema Feminista (A Hora da Estrela)
19:00 – Mostra Cinema Feminista (O Preço da Inocência + Meu Almoço com Anna)



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