quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Documentários sobre Mercedes Sosa na Sala P F Gastal

Em outubro, mês que marca o primeiro ano da morte da cantora argentina Mercedes Sosa, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro coloca em cartaz uma pequena mostra reunindo dois documentários sobre este ícone musical da América Latina. A iniciativa de lançar este programa duplo no mercado brasileiro é da distribuidora Zapata Filmes, em parceria com a Cinema 7 Films da Argentina, SONY Music e AMERICINE.
A mostra inclui o já clássico Como um Pássaro Livre, de 1983, que marca o retorno do
exílio de Mercedes Sosa à Argentina, e Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima, que acompanha o derradeiro trabalho musical da artista antes de sua morte. Esta mostra especial está sendo programada por meio da rede de distribuição da Zapata Filmes em diferentes países do continente e em várias mídias (cinema, televisão e DVD, em exibição simultânea), seguindo o mesmo modelo de outros filmes lançados pela empresa do diretor colombiano (radicado em Porto Alegre) Juan Zapata em anos anteriores, privilegiando assim o público que por gerações acompanhou a brilhante carreira da cantora argentina.

Como um Pássaro Livre poderá ser visto a partir de 5 de outubro na sessão das 17h e Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima estará em exibição nas sessões das 15h e 19h. Ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00.

SINOPSES
Como um Pássaro Livre (Como un Pajaro Libre), de Ricardo Wullicher (Argentina, 1983, 67 minutos)
Com Mercedes Sosa, Charly García, León Gieco, Ariel Ramírez e Antonio Tarragó Ros.
Um clássico do cinema documentário argentino que marca o retorno do exílio daquela que é considerada a maior cantora da Argentina, Mercedes Sosa, em 1982. No filme, Mercedes Sosa conta aspectos de sua vida ilustrados com imagens registradas em diversos recitais. O documentário inclui o registro de músicas como La Masa, Guitarra Enlunarada, Como la Cigarra, Cuando Tenga la Tierra e Alfonsina y el Mar, entre outras célebres canções do repertório da artista. Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima (Mercedes Sosa, Cantante – Un Viaje Íntimo), de Rodrigo Vila (Argentina, 2008, 120 minutos)

Documentário que registra o último trabalho musical de Mercedes Sosa. Seus encontros, emotivas coincidências, momentos criativos, cumplicidades, testemunhos dos artistas que participaram deste trabalho musical e reflexões de Mercedes sobre sua vida. O documentário é um reflexo da intimidade da artista em seu momento criativo, retratando aquilo que não se pode ver, mas se sente quando escutamos sua música. Juan Manuel Serrat, Shakira, Caetano Veloso, Julieta Venegas, León Gieco, Teresa Parodi, Gustavo Cerati, Charly García, René Pérez, Fito Páez, Lila Downs e Daniela Mercury foram alguns dos mais de 40 artistas que participaram desta gravação de caráter épico. O documentário de Rodrigo Vila transcorre nas salas de gravação onde Mercedes Sosa interpretou junto a estes artistas as canções que compõem seu último álbum, Cantora. Uma viagem musical e humana, na qual Mercedes esquece a presença das câmaras e se deixa levar pela emoção da interpretação, às vezes rindo, às vezes chorando. Sua relação com cada artista está explícita, amigos, velhos companheiros de rota e novas figuras da música contemporânea que vivem a adrenalina de gravar uma canção pela primeira vez com um ícone da música latina. Momentos íntimos que refletem também as razões de Mercedes na escolha do repertório e dos artistas que a acompanharam neste último trabalho. Somado a isto, o documentário está pontuado por duas entrevistas únicas realizadas com Mercedes na sua casa meses antes de sua partida.

GRADE DE HORÁRIOS

Primeira Semana - 5 a 10 de outubro de 2010


5 de outubro (terça-feira)

15:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima
17:00 – Como um Pássaro Livre
19:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima

6 de outubro (quarta-feira)

15:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima
17:00 – Como um Pássaro Livre
19:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima

7 de outubro (quinta-feira)

15:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima
17:00 – Como um Pássaro Livre
19:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima

8 de outubro (sexta-feira)

15:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima
17:00 – Como um Pássaro Livre
19:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima

9 de outubro (sábado)

15:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima
17:00 – Como um Pássaro Livre
19:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima

10 de outubro (domingo)

15:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima
17:00 – Como um Pássaro Livre
19:00 – Mercedes Sosa, Cantora – Uma Viagem Íntima

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

CENTENÁRIO DE KUROSAWA NA SALA P.F. GASTAL



Um dos gênios absolutos da história do cinema e o mais conhecido cineasta japonês no Ocidente, Akira Kurosawa nasceu em 1910. Este ano, portanto, comemora-se o seu centenário de nascimento, e para marcar a ocasião a Sala P. F. Gastal programou uma pequena mostra reunindo três de suas obras-primas: Rashomon, Trono Manchado de Sangue e Yojimbo.

Akira Kurosawa iniciou sua carreira em 1943, e ao longo de cinco décadas construiu uma sólida filmografia, encerrada em 1993, com Madadayo. Muito admirado pelos cineastas americanos, Kurosawa recebeu várias indicações ao Oscar de melhor filme estrangeiro, que venceria com Dersu Uzala (1975). Já na velhice, abalado pelo fracasso de público de seus filmes no Japão, conseguiu viabilizar produções de grande orçamento, graças ao auxílio financeiro de Francis Ford Coppola e George Lucas (em Kagemusha, a Sombra do Samurai, de 1980) e Martin Scorsese (em Sonhos, de 1990). Em 1990 recebeu um Oscar honorário pelo conjunto da sua obra.
A programação da mostra Kurosawa 100 Anos pode ser conferida na Sala P. F. Gastal até domingo, 3 de outubro, nos horários das 15h, 17h e 19h. Todos os filmes serão exibidos em cópias em 16mm, com legendas em português.


PROGRAMAÇÃO



Rashomon,
de Akira Kurosawa (Japão, 1950, 88 minutos)
Três homens se refugiam de uma tempestade sob as ruínas do portal de Rashomon, onde são colocados diante das diferentes versões de um crime, envolvendo a morte de um samurai e o estupro de sua esposa. Leão de Ouro no Festival de Veneza, foi o filme que abriu as portas para a divulgação do cinema japonês no Ocidente.




Trono Manchado de Sangue (Kumonosu-jô), de Akira Kurosawa (Japão, 1957, 110 minutos)
No Japão do século XVI, o país é agitado por guerras civis. Dois valentes samurais, os generais Washizu e Miki, regressam aos seus domínios depois de uma batalha vitoriosa. No caminho, uma misteriosa senhora profetiza o futuro de Washizu: o guerreiro se tornará o Senhor do Castelo do Norte. A partir daí, estimulado pela esposa ambiciosa, Washizu se vê imerso numa trágica e sangrenta luta pelo poder. Uma brilhante adaptação de Macbeth, de William Shakespeare, para o universo oriental.

Yojimbo, de Akira Kuosawa (Japão, 1961, 110 minutos)
Um samurai desempregado chega a um vilarejo em busca de emprego. A cidade está dividida entre dois mercadores rivais, e o samurai se oferece a ambos para prestar serviços nada leais. Comédia satírica que inspirou o clássico western Por Um Punhado de Dólares, de Sergio Leone.





GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 28 de setembro a 3 de outubro de 2010


28 de setembro (terça-feira)
15:00 – Rashomon
17:00 – Trono Manchado de Sangue
19:00 – Yojimbo

29 de setembro (quarta-feira)
15:00 – Trono Manchado de Sangue
17:00 – Yojimbo
19:00 – Rashomon

30 de setembro (quinta-feira)
15:00 – Yojimbo
17:00 – Rashomon
19:00 – Trono Manchado de Sangue

1º de outubro (sexta-feira)
15:00 – Rashomon
17:00 – Trono Manchado de Sangue
19:00 – Yojimbo
2 de outubro (sábado)
15:00 – Trono Manchado de Sangue
17:00 – Yojimbo
19:00 – Rashomon

3 de outubro (domingo)
15:00 – Yojimbo
17:00 – Rashomon
19:00 – Trono Manchado de Sangue

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Cinema e Meio Ambiente

A Sala P. F. Gastal realiza na próxima semana as últimas exibições do documentário Cio da Terra, de Cacá Nazário e Éber Marzulo, que pode ser visto até quinta-feira, 23 de setembro, sempre acompanhado pelo curta Amigos Bizarros do Ricardinho, de Augusto Canani.


A partir de sexta-feira, 24 de setembro, a P. F. Gastal recebe uma mostra com filmes de temática ambiental, como parte da programação paralela do evento Bionat Expo, que acontece na Usina do Gasômetro entre os dias 24 e 26 de setembro.


Na quarta-feira, dia 22 de setembro, às 19h, a Sala P. F. Gastal sedia o lançamento do livro Um Diálogo Entre Juventudes e Projetos Sociais e do vídeo Histórias de Protagonismo Juvenil. A distribuição do livro será gratuita, bem como a sessão do vídeo, que tem entrada franca.



GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 21 a 26 de setembro de 2010
21 de setembro (terça-feira)
15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)


22 de setembro (quarta-feira)
15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
19:00 – Lançamento do livro Um Diálogo Entre Juventudes e Projetos Sociais e do vídeo Histórias de Protagonismo Juvenil) – entrada franca


23 de setembro (quinta-feira)
15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)


24 de setembro (sexta-feira)
Mostra Meio Ambiente
15:00 – Amazonas, Amazonas + Terceiro Milênio
17:00 – Greenthefilm + A Extinção do Homem
19:00 – Zeitgeist: Addendum


25 de setembro (sábado)
Mostra Meio Ambiente
15:00 – Sociedade do Automóvel + A Extinção do Homem – entrada franca
17:00 – Mostra Humberto Mauro (Brasa Adormecida, de Djalma Limongi Batista) – entrada franca
19:00 – Amazonas, Amazonas + Terceiro Milênio – entrada franca


26 de setembro (domingo)
Mostra Meio Ambiente
15:00 – Amazonas, Amazonas + Terceiro Milênio – entrada franca
17:00 – Greenthefilm + A Extinção do Homem – entrada franca
19:00 – Zeitgeist: Addendum – entrada franca

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Projeto Raros apresenta penúltimo filme de Taboada

O Projeto Raros da Sala P. F. Gastal (Usina do Gasômetro – 3º andar) apresenta na próxima sexta-feira, 17 de setembro, às 20h, o filme Veneno para as Fadas (Veneno Para Las Hadas /1984), de Carlos Henrique Taboada.

Um dos grandes operários do cinema mexicano, Carlos Henrique Taboada (1929-1997) dirigiu 19 filmes e roteirizou mais de 70, investindo nos mais diversos gêneros, do western ao drama, mas foi no horror e na fantasia que ele encontrou a sua voz. Suas investidas no horror gótico renderam seus trabalhos mais representativos, obras como Hasta El Viento Tiene Miedo (1968), El Libro de Piedra (1969) e Más Negro que La Noche (1975) tornaram-se filmes de culto, influenciando diretores como Guilhermo Del Toro, que costuma citar a grande importância de Taboada na concepção de seu imaginário fantástico.

Produzido em 1984, Veneno para as Fadas (penúltimo trabalho de Taboada para o cinema) nos impõe uma tétrica imersão no universo infantil. A solitária Verônica (Ana Patrícia Rojo) faz amizade com uma nova colega de classe, Flávia (Elsa Maria Gutiérrez). Entre as duas surge uma estranha relação de poder e submissão, onde Verônica convence a nova amiga de que ela não é uma criança comum, mas sim uma poderosa bruxa. A farsa proposta por Verônica vai tomando rumos trágicos, afetando drasticamente a vida das duas crianças. Uma cruel visão da infância, em que o choque entre fantasia e realidade toma rumos inesperados.
É notável a influência de Veneno Para as Fadas na concepção de O Labirinto do Fauno de Del Toro, uma das mais instigantes obras contemporâneas sobre o poder da imaginação infantil.

VENENO PARA AS FADAS, de Carlos Henrique Taboada (Veneno Para Las Hadas /1984/ 90 min.), com Ana Patrícia Rojo e Elsa Maria Gutiérrez.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sala P F gastal segue exibindo Cio da Terra e Psicose

A Sala P. F. Gastal segue exibindo no horário das 17h o clássico Psicose (Psycho), de Alfred Hitchcock, que está comemorando seu 50º aniversário de lançamento em 2010 (em Porto Alegre, Psicose estreou no dia 25 de agosto de 1960, dois meses após sua première nos Estados Unidos, em 16 de junho).

Tido como um dos mais influentes filmes da história do cinema, Psicose marca o ápice da carreira de Alfred Hitchcock. Além de ser encarado como uma obra-prima repleta de sequências antológicas (sendo a principal delas o assassinato no chuveiro), Psicose foi o maior sucesso de bilheteria do mestre do suspense. Estrelado por Anthony Perkins, Janet Leigh, Vera Miles e John Gavin, o filme acompanha o trágico destino da heroína Marion Crane (Leigh) num quarto do Bates Motel, administrado pelo tímido Norman Bates (Perkins) e sua misteriosa e autoritária mãe. Um filme onde cada elemento funciona à perfeição, da fotografia em preto e branco de John L. Russell aos créditos de abertura de Saul Bass, tudo embalado pela trilha sonora eletrizante de Bernard Herrmann. Em 1998, Psicose seria refilmado quadro a quadro pelo cineasta Gus Van Sant, e o resultado seria uma irregular, ainda que fascinante, releitura desse filme mítico, que agora, por ocasião de seu cinquentenário, poderá ser (re)descoberto pelos cinéfilos na tela grande.

Já nas sessões das 15h e 19h, continua em cartaz na Sala P. F. Gastal o documentário Cio da Terra, de Cacá Nazário e Éber Marzulo, que recupera a história do festival de música realizado em 1982 na cidade de Caxias do Sul. Conhecido como o “Woodstock gaúcho”, o Cio da Terra reuniu milhares de jovens, que ao longo de três dias discutiram a realidade política e social de um país ainda sob o jugo da ditadura militar e assistiram a shows de músicos como Nei Lisboa, Nelson Coelho de Castro, Jorge Mautner e Ednardo (todos presentes no documentário, tanto em raras imagens de arquivo realizadas em Super-8 quanto em depoimentos colhidos recentemente pelos diretores).

As exibições de Cio da Terra são antecedidas pelo premiado curta-metragem de ficção Amigos Bizarros do Ricardinho, de Augusto Canani, produção gaúcha que vem sendo exibida com sucesso em vários festivais e acaba de receber os prêmios de melhor direção de arte e melhor trilha sonora no último Festival de Gramado.

Psicose (Psycho), de Alfred Hitchcock. EUA, 1960. Com Anthony Perkins, Janet Leigh, Vera Miles e John Gavin. Duração: 109 minutos. Preto e branco. Exibição em DVD.

Cio da Terra, de Cacá Nazário. Brasil, 2010. Duração: 42 minutos. Colorido. Exibição em DVD. Classificação indicativa: livre.



Amigos Bizarros do Ricardinho,
de Augusto Canani. Brasil, 2009. Duração: 20 minutos. Classificação indicativa: livre.





GRADE DE HORÁRIOS


Semana de 14 a 19 de setembro de 2010

14 de setembro (terça-feira)

15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Psicose
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

15 de setembro (quarta-feira)

15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Psicose
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

16 de setembro (quinta-feira)

15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Psicose
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

17 de setembro (sexta-feira)

15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Psicose
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
20:00 – Projeto Raros (aguarde divulgação)

18 de setembro (sábado)

15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Braza Dormida (Mostra Humberto Mauro) – entrada franca
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

19 de setembro (domingo)

15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Psicose
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Psicose na P.F. Gastal

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro coloca em cartaz a partir do dia 7 de setembro, terça-feira, no horário das 17h, o clássico Psicose (Psycho), de Alfred Hitchcock, que está comemorando seu 50º aniversário de lançamento em 2010 (em Porto Alegre, Psicose estreou no dia 25 de agosto de 1960, dois meses após sua première nos Estados Unidos, em 16 de junho).

Tido como um dos mais influentes filmes da história do cinema, Psicose marca o ápice da carreira de Alfred Hitchcock. Além de ser encarado como uma obra-prima repleta de sequências antológicas (sendo a principal delas o assassinato no chuveiro), Psicose foi o maior sucesso de bilheteria do mestre do suspense. Estrelado por Anthony Perkins, Janet Leigh, Vera Miles e John Gavin, o filme acompanha o trágico destino da heroína Marion Crane (Leigh) num quarto do Bates Motel, administrado pelo tímido Norman Bates (Perkins) e sua misteriosa e autoritária mãe. Um filme onde cada elemento funciona à perfeição, da fotografia em preto e branco de John L. Russell aos créditos de abertura de Saul Bass, tudo embalado pela trilha sonora eletrizante de Bernard Herrmann. Em 1998, Psicose seria refilmado quadro a quadro pelo cineasta Gus Van Sant, e o resultado seria uma irregular, ainda que fascinante, releitura desse filme mítico, que agora, por ocasião de seu cinquentenário, poderá ser (re)descoberto pelos cinéfilos na tela grande.

Já nas sessões das 15h e 19h, continua em cartaz na Sala P. F. Gastal o documentário Cio da Terra, de Cacá Nazário e Éber Marzulo, que recupera a história do festival de música realizado em 1982 na cidade de Caxias do Sul. Conhecido como o “Woodstock gaúcho”, o Cio da Terra reuniu milhares de jovens, que ao longo de três dias discutiram a realidade política e social de um país ainda sob o jugo da ditadura militar e assistiram a shows de músicos como Nei Lisboa, Nelson Coelho de Castro, Jorge Mautner e Ednardo (todos presentes no documentário, tanto em raras imagens de arquivo realizadas em Super-8 quanto em depoimentos colhidos recentemente pelos diretores).

As exibições de Cio da Terra são antecedidas pelo premiado curta-metragem de ficção Amigos Bizarros do Ricardinho, de Augusto Canani, produção gaúcha que vem sendo exibida com sucesso em vários festivais e acaba de receber os prêmios de melhor direção de arte e melhor trilha sonora no último Festival de Gramado.

Psicose (Psycho), de Alfred Hitchcock. EUA, 1960. Com Anthony perkins, Janet Leigh, Vera Miles e John Gavin. Duração: 109 minutos. Preto e branco. Exibição em DVD.

Cio da Terra, de Cacá Nazário. Brasil, 2010. Duração: 42 minutos. Colorido. Exibição em DVD. Classificação indicativa: livre.

Amigos Bizarros do Ricardinho, de Augusto Canani. Brasil, 2009. Duração: 20 minutos. Classificação indicativa: livre.

GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 7 a 12 de setembro de 2010



7 de setembro (terça-feira)
15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Psicose
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

8 de setembro (quarta-feira)
15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Psicose
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

9 de setembro (quinta-feira)
15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Psicose
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

10 de setembro (sexta-feira)
15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Psicose
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

11 de setembro (sábado)
15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Sangue Mineiro (Mostra Humberto Mauro) – entrada franca
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

12 de setembro (domingo)
15:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)
17:00 – Psicose
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Documentário Cio da Terra

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro coloca em cartaz a partir do dia 1º de setembro, quarta-feira, no horário das 19h, o documentário Cio da Terra, de Cacá Nazário e Éber Marzullo. Depois de uma concorrida sessão de pré-estreia, realizada há duas semanas no Cine Santander, quando dezenas de espectadores voltaram para casa sem conseguir assistir ao filme devido à super lotação da sala, agora o público terá novas oportunidades para conferir este belo documentário que recupera a história do célebre festival de música realizado em 1982 na cidade de Caxias do Sul. Conhecido como o “Woodstock gaúcho”, o festival reuniu milhares de jovens, que ao longo de três dias discutiram a realidade política e social de um país ainda sob o jugo da ditadura militar e assistiram a shows de músicos como Nei Lisboa, Nelson Coelho de Castro, Jorge Mautner e Ednardo (todos presentes no documentário, tanto em raras imagens de arquivo realizadas em Super-8 quanto em depoimentos colhidos recentemente pelos diretores).

No sábado, dia 4 de setembro, após a sessão das 19h, acontece um debate com a participação dos diretores Cacá Nazário e Éber Marzullo, além do jornalista e escritor Eduardo Bueno (Peninha) e do cineasta Giba Assis Brasil, que estiveram presentes no Cio da Terra.
As exibições de Cio da Terra serão antecedidas pelo premiado curta-metragem de ficção Amigos Bizarros do Ricardinho, de Augusto Canani, produção gaúcha que vem sendo exibida com sucesso em vários festivais e acaba de receber os prêmios de melhor direção de arte e melhor trilha sonora no último Festival de Gramado.

Nos demais horários, a Sala P. F. Gastal segue exibindo os dois longas lançados em 2010 pelo diretor gaúcho Paulo Nascimento, o infantil A Casa Verde (às 15h) e o drama político Em Teu Nome (às 17h).
Ingressos a R$ 3,00 e R$ 6,00.

Cio da Terra, de Cacá Nazário. Brasil, 2010. Duração: 42 minutos. Colorido. Exibição em DVD. Classificação indicativa: livre.


Amigos Bizarros do Ricardinho, de Augusto Canani. Brasil, 2009. Duração: 20 minutos. Classificação indicativa: livre.



A Casa Verde, de Paulo Nascimento. Brasil, 2010. Com Fernanda Moro, Ingra Liberato, Zé Victor Castiel e Nicola Siri. Duração: 72 minutos. Colorido. Exibição em 35mm. Classificação indicativa: livre.

Em Teu Nome, de Paulo Nascimento. Brasil, 2009. Com Leonardo Machado, Fernanda Moro, Sílvia Buarque, Sirmar Antunes e Marcos Verza. Duração: 100 minutos. Colorido. Exibição em 35mm. Classificação indicativa: 12 anos.

GRADE DE HORÁRIOS

Semana de 31 de agosto a 5 de setembro de 2010


31 de agosto (terça-feira)
15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Exibição dos documentários A Mata é que Mostra Nossa Comida e Os Seres da Mata e sua Vida como Pessoas (sessão fechada)

1º de setembro (quarta-feira)
15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

2 de setembro (quinta-feira)
15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

3 de setembro (sexta-feira)
15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

4 de setembro (sábado)
15:00 – A Casa Verde
17:00 – Sessão Cineclube Primeiro Plano/Mostra Humberto Mauro (Canto da Saudade) – entrada franca
19:00 – Cio da Terra (sessão seguida de debate com o diretor Cacá Nazário e equipe) – entrada franca

5 de setembro (domingo)
15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Cio da Terra (acompanha o curta Amigos Bizarros do Ricardinho)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Filmes sobre Brasília em exibição no IAB

Através de uma ação conjunta entre a Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia e a Coordenação da Memória Cultural da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, foi criado o projeto A Tela da Cidade, com o objetivo de associar cinema e patrimônio histórico, através da projeção de curtas-metragens nas fachadas de prédios de valor histórico da cidade .

Na 5ª edição do projeto, que acontece na próxima quinta-feira, dia 26 de agosto, às 20h30, a SMC conta com a parceria do Instituto de Arquitetos do Brasil/RS, cuja sede será o local onde os filmes serão exibidos. O Solar Conde de Porto Alegre, sede do IAB/RS, foi construído por volta de 1855 e tombado pelo Município em 1998. Excepcionalmente, em virtude do tempo frio, na presente edição a projeção acontecerá no interior do prédio. Na ocasião, serão exibidos quatro filmes de curta-metragem, todos realizados em Brasília, em homenagem aos 50 anos de inauguração da Capital Federal, comemorados este ano: Oficina Perdiz, de Marcelo Diaz; Brasília: Contradições de uma Cidade Nova, de Joaquim Pedro de Andrade; A Lente e a Janela, de Marcius Barbieri, e Bem Vigiado, de Santiago Dellape.


Programação


Oficina Perdiz, de Marcelo Diaz (20 minutos, 2006) – Perdiz instalou sua mecânica em uma área pública da cidade de Brasília em 1969. Há alguns anos abriu o local para as artes cênicas, dividindo o espaço entre peças mecânicas e teatrais. Porém, para a prefeitura, o espaço continua irregular.

Brasília: Contradições de uma Cidade Nova, de Joaquim Pedro de Andrade (23 minutos, 1967) – Imagens de Brasília em seu sexto ano, entrevistas com diferentes habitantes e uma pergunta no ar. Criada em nome do desenvolvimento e da democratização, Brasília reproduziria as desigualdades existentes em outras regiões do país?



A Lente e a Janela, de Marcius Barbieri (12 minutos, 2005) – Uma menina ganha uma câmera de vídeo no Natal e se transforma através da lente e da janela.


Bem Vigiado, de Santiago Dellape (14 minutos, 2007) – Nas ruas da Capital Federal, Bira vigia carros, Josiane vende balinhas no sinal. Entre a frieza do concreto e a crueldade das ruas, uma redentora chama de carinho.




Data: 26 de agosto de 2010
Horário: 20h30
Local: Solar Conde de Porto Alegre – Rua Davi Canabarro esquina com Riachuelo
Exibição Gratuita

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sala P F gastal exibe filmes de Paulo Nascimento

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) está exibindo os dois longas lançados em 2010 pelo diretor gaúcho Paulo Nascimento, o infantil A Casa Verde e o drama político Em Teu Nome.

A Casa Verde pode ser visto nas sessões das 15h. Já Em Teu Nome está nas sessões das 17h e 19h.

Ingressos a R$ 3,00 e R$ 6,00.

A Casa Verde, de Paulo Nascimento. Brasil, 2010. Com Fernanda Moro, Ingra Liberato, Zé Victor Castiel e Nicola Siri. Duração: 72 minutos. Colorido. Exibição em 35mm. Classificação indicativa: livre.


Em Teu Nome, de Paulo Nascimento. Brasil, 2009. Com Leonardo Machado, Fernanda Moro, Sílvia Buarque, Sirmar Antunes e Marcos Verza. Duração: 102 minutos. Colorido. Exibição em 35mm. Classificação indicativa: 14 anos.


GRADE DE HORÁRIOS

Semana de 24 a 29 de agosto de 2010

24 de agosto (terça-feira)

15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Em Teu Nome

25 de agosto (quarta-feira)

15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Em Teu Nome

26 de agosto (quinta-feira)

15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Em Teu Nome

27 de agosto (sexta-feira)

15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Em Teu Nome

28 de agosto (sábado)

15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Em Teu Nome

29 de agosto (domingo)

15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Em Teu Nome

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Segue em cartaz Quincas Berro D'água

A Sala P. F. Gastal segue exibindo até quinta-feira, 19 de agosto, a comédia brasileira Quincas Berro d’Água, de Sérgio Machado, que teve rápida passagem pelos cinemas locais.

Na sessão das 17h, fazendo dobradinha com o filme de Sérgio Machado, um clássico do cinema brasileiro igualmente rodado na capital baiana, Bahia de Todos os Santos, de Trigueirinho Neto, realizado em 1960. A trama deste elogiado e raramente exibido filme gira em torno de um grupo de amigos inconformados com o marasmo e a vida monótona de Salvador, na época da ditadura de Getúlio Vargas. O protagonista de Bahia de Todos os Santos é Tonho, jovem mulato rejeitado pelos pais que vive de pequenos furtos no porto de Salvador e envolve-se numa série de conflitos políticos, sociais e religiosos. Bahia de Todos os Santos será mostrado numa cópia em DVD, do acervo da Programadora Brasil, projeto do Ministério da Cultura destinado à difusão do cinema brasileiro.

A partir de sexta-feira, dia 20 de agosto, a Sala P. F. Gastal passa a exibir os filmes A Casa Verde e Em Teu Nome, de Paulo Nascimento.


Quincas Berro d’Água, de Sérgio Machado. Brasil, 2010. Com Paulo José, Mariana Ximenes, Marieta Severo e Vladimir Brichta. Duração: 104 minutos. Colorido. Exibição em 35mm. Classificação indicativa: 14 anos.

Bahia de Todos os Santos, de Trigueirinho Neto. Brasil, 1960. Com Jurandir Pimentel, Geraldo Del Rey, Arassary de Oliveira e Sadi Cabral. Duração: 102 minutos. Preto e branco. Exibição em DVD. Classificação indicativa: 12 anos.

GRADE DE HORÁRIOS

Semana de 17 a 22 de agosto de 2010

17 de agosto (terça-feira)

15:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)
17:00 – Bahia de Todos os Santos
19:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)

18 de agosto (quarta-feira)

15:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)
17:00 – Bahia de Todos os Santos
19:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)

19 de agosto (quinta-feira)

15:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)
17:00 – Bahia de Todos os Santos
19:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)

20 de agosto (sexta-feira)

15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Em Teu Nome

21 de agosto (sábado)

15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Em Teu Nome

22 de agosto (domingo)

15:00 – A Casa Verde
17:00 – Em Teu Nome
19:00 – Em Teu Nome

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

P.F. exibe novamente Quincas Berro D'Água

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro recoloca em cartaz na terça-feira, 10 de agosto, a comédia brasileira Quincas Berro d’Água, de Sérgio Machado, que teve rápida passagem pelos cinemas locais.
Produzido por Walter Salles, Quincas Berro d’Água é uma adaptação da conhecida novela homônima de Jorge Amado sobre um farrista incorrigível, vivido pelo ator gaúcho Paulo José.


Depois de uma vida exemplar como funcionário público, Quincas decidiu deixar sua família de lado e cair na farra, ganhando fama no submundo de Salvador como o rei dos vagabundos. Quando ele é encontrado morto em seu quarto, sua família resolve apagar os vestígios de sua fase arruaceira e lhe dar um enterro respeitável. Só que seus amigos surgem no local e decidem levá-lo para uma última farra. Diretor do drama Cidade Baixa, também ambientado em Salvador, Sérgio Machado volta-se para a comédia, com o auxílio de um elenco estelar. Além de Paulo José, Quincas Berro d´Água conta com as participações de Marieta Severo, Vladimir Brichta, Marina Ximenes, Milton Gonçalves, Flávio Bauraqui e Othon Bastos, entre outros. Quincas Berro d’Água pode ser conferido nas sessões das 15h e 19h, e terá sua exibição acompanhada pelo curta Bicho, de Vitor Brandt, em cartaz pelo projeto Curta nas Telas.

Na sessão das 17h, fazendo dobradinha com o filme de Sérgio Machado, um clássico do cinema brasileiro igualmente rodado na capital baiana, Bahia de Todos os Santos, de Trigueirinho Neto, realizado em 1960. A trama deste elogiado e raramente exibido filme gira em torno de um grupo de amigos inconformados com o marasmo e a vida monótona de Salvador, na época da ditadura de Getúlio Vargas. O protagonista de Bahia de Todos os Santos é Tonho, jovem mulato rejeitado pelos pais que vive de pequenos furtos no porto de Salvador e envolve-se numa série de conflitos políticos, sociais e religiosos. Bahia de Todos os Santos será mostrado numa cópia em DVD, do acervo da Programadora Brasil, projeto do Ministério da Cultura destinado à difusão do cinema brasileiro.



Quincas Berro d’Água, de Sérgio Machado. Brasil, 2010. Com Paulo José, Mariana Ximenes, Marieta Severo e Vladimir Brichta. Duração: 104 minutos. Colorido. Exibição em 35mm. Classificação indicativa: 14 anos.


Bahia de Todos os Santos, de Trigueirinho Neto. Brasil, 1960. Com Jurandir Pimentel, Geraldo Del Rey, Arassary de Oliveira e Sadi Cabral. Duração: 102 minutos. Preto e branco. Exibição em DVD. Classificação indicativa: 12 anos.

GRADE DE HORÁRIOS

Semana de 10 a 15 de agosto de 2010



10 de agosto (terça-feira)
15:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)
17:00 – Bahia de Todos os Santos
19:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)

11 de agosto (quarta-feira)
15:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)
17:00 – Bahia de Todos os Santos
19:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)

12 de agosto (quinta-feira)
15:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)
17:00 – Bahia de Todos os Santos
19:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)

13 de agosto (sexta-feira)
15:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)
17:00 – Bahia de Todos os Santos
19:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)

14 de agosto (sábado)
15:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)
17:00 – Bahia de Todos os Santos
19:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)

15 de agosto (domingo)
15:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)
17:00 – Bahia de Todos os Santos
19:00 – Quincas Berro d´Água (acompanha o curta Bicho)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Sala P F Gastal segue exibindo filme dirigido por Felipe Hirsch e Daniela Thomas

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) segue exibindo na próxima semana o filme brasileiro Insolação, de Felipe Hirsch e Daniela Thomas. Insolação está sendo exibido em três sessões diárias, 15h, 17h e 19h. Ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00. As sessões de Insolação são acompanhadas pelo curta-metragem Bicho, de Vitor Brandt, vencedor do prêmio de melhor curta-metragem brasileiro no Fantaspoa 2009.

Solidão nas Ruas de Brasília

Um dos mais elogiados filmes brasileiros da temporada, Insolação teve sua première mundial no Festival de Veneza de 2009, dentro da prestigiada mostra Orizzonti e marca a estreia no cinema do premiado diretor de teatro Felipe Hirsch, de espetáculos como A Vida é Cheia de Som e Fúria, Os Solitários e A Morte do Caixeiro-Viajante. Hirsch divide a direção com Daniela Thomas, cenógrafa renomada e colaboradora do cineasta Walter Salles, com quem co-dirigiu Terra Estrangeira, O Primeiro Dia e Linha de Passe.

Insolação está ambientado numa cidade vazia, castigada pelo sol, onde jovens e velhos confundem a sensação febril da insolação com o início delicado da paixão. Como espectros, eles vagam entre construções e descampados em busca do amor inalcançável. Livremente inspiradas em contos russos do século XIX, as histórias se entrelaçam e se desembaraçam na improvável cidade de Brasilia, espelho destorcido da utopia soviética, instalada no cerrado brasileiro.

Um dos destaques de Insolação é o seu elenco, que conta com atores consagrados como Paulo José, Maria Luisa Mendonça, Leonardo Medeiros, Simone Spoladore e Leandra Leal. Entretanto, a grande personagem do filme é a própria cidade de Brasilia, que tem seus espaços explorados com maestria pelo fotógrafo Mauro Pinheiro Jr. Os prédios projetados por Oscar Niemeyer tem suas linhas magistralmente exploradas pela direção, dando ao filme uma atmosfera de ficção-cinetífica. Outra curiosidade de Insolação é a participação do compositor gaúcho Arthur de Faria, que assina a trilha sonora.

Insolação. Brasil, 2009. Direção de Felipe Hirsch e Daniela Thomas. Com Paulo José, Maria Luisa Mendonça, Leonardo Medeiros, Simone Spoladore e Leandra Leal. Duração: 100 minutos. Exibição em 35mm.

GRADE DE HORÁRIOS

Semana de 3 a de 8 agosto de 2010

3 de agosto (terça-feira)

15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

4 de agosto (quarta-feira)

15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

5 de agosto (quinta-feira)

15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

6 de agosto (sexta-feira)

15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

7 de agosto (sábado)

15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

8 de agosto (domingo)

15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Programação de 28 de julho a 1° de agosto

Insolação, de Daniela Thomas e Felipe Hirsh (Brasil/ 2009/ 100 min.)

*Todas as sessões de “Insolação” serão acompanhadas do curta-metragem “Bicho”, de Vitor Brandt.


28 de julho (quarta-feira)
15h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
17h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
19h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)

29 de julho (quinta-feira)
Sessões das 15h e 17h canceladas devido a visita presidencial.
19h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)

30 de julho (sexta-feira)
15h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
17h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
19h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)

31 de julho (sábado)
15h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
17h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
19h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)


01 de agosto (domingo)
15h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
17h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
19h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)

P.F. exibe Bicho de Vitor Brandt

O projeto Curta nas Telas apresenta de 28 de julho a 08 de agosto o curta Bicho, de Vitor Brandt, na Sala de Cinema P. F. Gastal da Usina do Gasômetro, nas sessões das 15h, 17h e 19h, acompanhando o longa Insolação, de Felipe Hirsch e Daniela Thomas.

Bicho é o oitavo dos 12 filmes selecionados na 35ª edição do Curta nas Telas a entrar em exibição. Em Bicho, o diretor Vitor Brandt retrata o lado mais obscuro e tortuoso de ser criança. Uma infância solitária e repleta de opressão, um terreno fértil que pode gerar experiências assustadoras. Se o sono da razão gera monstros, é na projeção de uma criatura inominável que o garoto Carlos encontra um amigo e uma forma de manifestar uma reação contra aqueles que o oprimem.

Bicho, de Vitor Brandt (São Paulo, ficção, 14 minutos, cor, 35mm, 2008) – Censura Livre.


Sinopse: Carlos adora os animais, mas sua mãe os odeia. Ela sempre dá um jeito de se livrar deles. Agora, ele encontrou um bicho diferente e, dessa vez, a história irá terminar de uma outra maneira.


Premiação: Melhor Curta da 3° Mostra Curta Fantástico 2008 / Prêmio Porta curtas – 15° Vitória Cinevídeo 2008 / Melhor Ficção e infanto-juvenil pelo júri popular – Mostra Audiovisual de Cambuquira 2009 / Melhor curta nacional no V FANTASPOA 2009.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Lançamento do filme Insolação na P.F.

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro realiza na terça-feira, 27 de julho, às 19h30, dentro da programação do 5º Festival de Inverno da SMC, o filme brasileiro Insolação, de Felipe Hirsch e Daniela Thomas. Após a exibição do filme, acontece um debate com a participação dos arquitetos Rafael Rosa e Felipe Helfer e do antropólogo Éber Pires Marzullo. O evento de lançamento do filme Insolação conta com o apoio do IAB Porto Alegre – Instituto de Arquitetos do Brasil, e integra as ações da entidade em comemoração aos 50 anos de inauguração de Brasília.

A partir de quarta-feira, dia 28, Insolação passa a ser exibido em três sessões diárias, 15h, 17h e 19h. Ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00.

Um dos mais elogiados filmes brasileiros da temporada, Insolação teve sua première mundial no Festival de Veneza de 2009, dentro da prestigiada mostra Orizzonti e marca a estreia no cinema do premiado diretor de teatro Felipe Hirsch, de espetáculos como A Vida é Cheia de Som e Fúria, Os Solitários e A Morte do Caixeiro-Viajante. Hirsch divide a direção com Daniela Thomas, cenógrafa renomada e colaboradora do cineasta Walter Salles, com quem co-dirigiu Terra Estrangeira, O Primeiro Dia e Linha de Passe.


Insolação está ambientado numa cidade vazia, castigada pelo sol, onde jovens e velhos confundem a sensação febril da insolação com o início delicado da paixão. Como espectros, eles vagam entre construções e descampados em busca do amor inalcançável. Livremente inspiradas em contos russos do século XIX, as histórias se entrelaçam e se desembaraçam na improvável cidade de Brasilia, espelho distorcido da utopia soviética, instalada no cerrado brasileiro.

Um dos destaques de Insolação é o seu elenco, que conta com atores consagrados como Paulo José, Maria Luisa Mendonça, Leonardo Medeiros, Simone Spoladore e Leandra Leal. Entretanto, a grande personagem do filme é a própria cidade de Brasilia, que tem seus espaços explorados com maestria pelo fotógrafo Mauro Pinheiro Jr. Os prédios projetados por Oscar Niemeyer tem suas linhas magistralmente exploradas pela direção, dando ao filme uma atmosfera de ficção-cinetífica. Outra curiosidade de Insolação é a participação do compositor gaúcho Arthur de Faria, que assina a trilha sonora.


A sessão de pré-estreia do filme, na terça-feira, é aberta ao público e tem entrada franca. Retirada de senhas a partir das 19h.

Insolação. Brasil, 2009. Direção de Felipe Hirsch e Daniela Thomas. Com Paulo José, Maria Luisa Mendonça, Leonardo Medeiros, Simone Spoladore e Leandra Leal. Duração: 100 minutos. Exibição em 35mm.


GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 27 de julho a 1º de agosto de 2010



27 de julho (terça-feira)
19:00 – Coquetel de pré-estreia do filme Insolação, seguido de debate com a participação dos arquitetos Rafael Rosa e Felipe Helfer e do antropólogo Éber Pires Marzullo

28 de julho (quarta-feira)
15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

29 de julho (quinta-feira)
15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

30 de julho (sexta-feira)
15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

31 de julho (sábado)
15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

1º de agosto (domingo)
15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação

terça-feira, 20 de julho de 2010

Mostra do Vídeo Livre

De 20 a 25 de julho a Sala P. F. Gastal apresentará a Mostra do Vídeo Livre, evento organizado pela Aliança do Vídeo Livre durante o 11° Fórum Internacional do Software Livre (FISL), com obras audiovisuais publicadas em licenças alternativas ao copyright.
Participam da mostra produtores de vídeo que tenham obras publicadas com licenças permissivas (como Creative Commons) independentemente da duração, gênero, ineditismo e data de produção do trabalho.

Os vídeos selecionados pela organização da Mostra serão exibidos como parte da programação da Aliança do Vídeo Livre no FISL. Com a reunião destes trabalhos, a AVL Brasil espera fomentar os modelos de licenciamento livre entre as produções nacionais.

A Aliança do Vídeo Livre é uma coalisão de organizações e indivíduos comprometidos com a ideia de que o poder da imagem em movimento deve pertencer a todos. Em um mundo onde o vídeo já é uma forma de comunicação entre indivíduos, as ferramentas para criação, manipulação e compartilhamento de conteúdo nesta plataforma devem estar disponíveis a todos. Além de softwares e ferramentas, a Aliança trabalha para a criação da estrutura legal, comercial e tecnológica que possibilite que as pessoas possam fazer com o vídeo mais do que apenas assistir.

Sessões diárias às 15h, 17h e 19h.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Fantaspoa segue em cartaz

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasómetro segue exibindo até o dia 18 de julho a programação do 6º Fantaspoa – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre, que é co-realizado pela Secretaria Municipal da Cultura, através da sua Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia.

Todas as sessões tem ingresso no valor único de R$ 5,00.

Para saber mais detalhes da programação, acesse http://www.fantaspoa.com/


GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 13 a 18 de julho de 2010


13 de julho (terça-feira)
15:00 – O Cavaleiro (96 minutos)
17:00 – Macabro (90 minutos)
19:00 – A Aposta (82 minutos)

14 de julho (quarta-feira)
15:00 – Filhos da Formatação (90 minutos)
17:00 – Stingray Sam (61 minutos)
19:00 – Zona dos Mortos (102 minutos)

15 de julho (quinta-feira)
15:00 – Os Santos Sujos (86 minutos)
17:00 – Mamãe & Papai (84 minutos)
19:00 – A Morte de Alice Blue (87 minutos)

16 de julho (sexta-feira)
15:00 – Eu Sou Outro (84 minutos)
17:00 – Samurai Princess (83 minutos)
19:00 – Ink (106 minutos)

17 de julho (sábado)
15:00 – Stingray Sam (61 minutos)
17:00 – Os Santos Sujos (86 minutos)
19:00 – Macabro (90 minutos)

18 de julho (domingo)
15:00 – A Morte de Alice Blue (87 minutos)
17:00 – Filhos da Formatação (90 minutos)
19:00 – O Cavaleiro (96 minutos)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

P.F. recebe programação do 6° Fantaspoa

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasómetro entra a partir de terça-feira, dia 6 de julho, no circuito exibidor do 6º Fantaspoa – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre, que é co-realizado pela Secretaria Municipal da Cultura, através da sua Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia.

Todas as sessões tem ingresso no valor único de R$ 5,00.
Para saber mais detalhes da programação, acesse http://www.fantaspoa.com/


GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 6 a 11 de julho de 2010
6 de julho (terça-feira)
15:00 – Uma Morte Necessária (101 minutos)
17:00 – Popatopolis (85 minutos)
19:00 – Pesadelos em Vermelho, Branco e Azul (96 minutos)

7 de julho (quarta-feira)
15:00 – O Mistério do Vulcão + O Diário de um Ladrão da Times Square (106 minutos)
17:00 – Zombiemania + Beleza Sangrenta (105 minutos)
19:00 – Monster Camp (81 minutos)

8 de julho (quinta-feira)
15:00 – Monster Camp (81 minutos)
17:00 – Pesadelos em Vermelho, Branco e Azul (96 minutos)
19:00 – Uma Morte Necessária (101 minutos)

9 de julho (sexta-feira)
15:00 – Popatopolis (85 minutos)
17:00 – O Mistério do Vulcão + O Diário de um Ladrão da Times Square (106 minutos)
19:00 – Zombiemania + Beleza Sangrenta (105 minutos)

10 de julho (sábado)
15:00 – A Aposta (82 minutos)
17:00 – Eu Sou Outro (84 minutos)
19:00 – Samurai Princess (83 minutos)

11 de julho (domingo)
15:00 – Zona dos Mortos (102 minutos)
17:00 – Ink (106 minutos)
19:00 – Mamãe & Papai (84 minutos)

terça-feira, 29 de junho de 2010

Morrer como um Homem chega na P.F.

Depois de ter sua exibição na mostra João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português cancelada em virtude da apreensão de sua cópia na alfândega, o filme Morrer como um Homem finalmente será apresentado na Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro no próximo final de semana. Serão apenas três sessões, sexta-feira (às 19h), sábado (às 17h) e domingo (às 19h). A exibição de Morrer como um Homem é uma co-realização da Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da SMC e do Santander Cultural, que já haviam unido esforços na realização da mostra João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português (que aconteceu entre os dias 8 e 20 de junho), bem como em outras ações, como o Concurso de Desenvolvimento de Projetos de Longa-metragem – Prêmio Santander Cultural/Prefeitura de Porto Alegre/APTC, já em sua sexta edição.

Nas demais sessões, a Sala P. F. Gastal segue exibindo os longas gaúchos Bitols, de André Arieta, e Ato de Vida, de Juan Zapata.

Nascido em 1966, com três longas no currículo, João Pedro Rodrigues é apontado como um dos principais nomes do cinema europeu contemporâneo em atividade. O diretor, que veio a Porto Alegre no início de junho especialmente para a abertura da mostra João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português, desde sua estreia com O Fantasma (2000) tem sido comparado ao alemão Rainer Werner Fassbinder pelos temas que costuma abordar.

Depois de ter estreado no Festival de Cannes de 2009 e atualmente cumprindo agenda em festivais internacionais, Morrer como um Homem vem colhendo elogios entusiasmados da crítica especializada, merecendo várias páginas em publicações de prestígio como a revista Cahiers du Cinema. O filme trata dos dramas de um transexual já maduro que parte em viagem pelo interior de Portugal, acompanhado de seu jovem namorado michê, rumo ao destino melancólico e inexorável que lhe devolve a masculinidade evitada e burlada a duras penas ao longo da vida. Um road movie ao mesmo tempo brutal e poético, em que o protagonista faz um desvio de percurso que o remete a uma espécie de limbo, onde a fantasia ganha dimensões inesperadas e escancara os conflitos dos personagens em um confrontamento verbal que revela a dimensão do homem e suas limitações frente à magnitude e aos mistérios da vida.

SINOPSE
Morrer como um Homem, de João Pedro Rodrigues (Portugal/França, 2009, 133 minutos)


Uma velha travesti decadente (Fernando Santos) e seu jovem namorado (Alexander David) saem em viagem para o interior de Portugal. Após se perderem na estrada, acabam encontrando uma casa no meio de um bosque, onde vive a enigmática Maria Bakker (Gonçalo Ferreira de Almeida) e sua amiga Paula (Miguel Loureiro). Exibição em 35mm. Ingressos a R$ 3,00 e R$ 6,00.

GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 29 de junho a 4 de julho de 2010


29 de junho (terça-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols

30 de junho (quarta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols

1º de julho (quinta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols

2 de julho (sexta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Morrer como um Homem

3 de julho (sábado)
15:00 – Bitols
17:00 – Morrer como um Homem
19:30 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)

4 de julho (domingo)
15:00 – Bitols
16:30 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Morrer como um Homem

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Bitols e Juan Zapata na P.F.

Atendendo a pedido dos espectadores, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro recoloca em cartaz a partir de terça-feira, 22 de junho, o longa Bitols, de André Arieta. A princípio concebido como um curta-metragem, selecionado em um edital do Fumproarte em 2005, Bitols acabou transformando-se num longa que tem como pano de fundo a cena roqueira local.

Primeiro longa-metragem gaúcho a ter entrado em cartaz em 2010, Bitols poderá ser visto em duas sessões diárias, às 15h e às 19h. Já na sessão das 17h, a Sala P. F. Gastal exibe os documentários Ato de Vida e Em Branco, de Juan Zapata, diretor colombiano radicado em Porto Alegre já há alguns anos (segue divulgação específica separadamente).

Ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00.

Recheado de cenas de época gravadas pelo diretor e outros membros da equipe quando ainda eram adolescentes, Bitols foi rodado em HDV nas cidades de Porto Alegre e Mostardas. O filme ganha, em vários momentos, uma estética de documentário que se mistura o tempo todo com uma estética ficcional surrealista, característica do diretor Arieta (que estreou na direção em 2000, com o média-metragem em 16mm A Verdade às Vezes Mancha) e do coletivo Cinema8ito, do qual faz parte.

O longa, de baixíssimo orçamento (custou pouco mais de 200 mil reais) narra uma noite na vida de uma banda underground no início dos anos 90. Com um nome horrível, futuro incerto e uma mulher misteriosa que causa desavenças internas e adivinha o destino de seus membros, a banda é formada pelos atores Leo Felipe, Leonardo Machado, Carlinhos Carneiro e Bruno Bazzo. O filme contém elementos autobiográficos, já que todos os principais envolvidos, do elenco à direção, vivenciaram sua juventude naquele período em que os CDs eram a grande revolução tecnológica e todos andavam com sua demotape na mochila, à espera do grande momento em que um produtor do centro do país os descobriria.

Falando de um bairro underground que poderia estar em qualquer centro urbano do planeta, Bitols traz ainda no elenco Bia Werther, além de participações especiais de nomes de várias gerações da cena artística gaúcha, como Plato Divorak, Egisto Dalsanto, Marcos Kligman, Bruno Bazzo e Os Efervescentes. A trilha, quase toda inédita, tem canções compostas e produzidas pelo próprio diretor, sendo que boa parte delas é executada pela banda Bitols, que paralelamente aos ensaios de cena ensaiava enquanto grupo musical.

Bitols, de André Arieta. Brasil, 2010, 83 minutos. Com Leo Felipe, Leonardo Machado, Carlinhos Carneiro, Bruno Bazzo e Bia Werther. Exibição em DVD.

A P.F. também vai estar exibindo dois filmes do diretor Juan Zapta.

Diretor colombiano radicado em Porto Alegre, Juan Zapata acompanha em Ato de Vida o nascimento de uma criança e seu primeiro olhar sobre o mundo. Os primeiros momentos de vida. O primeiro encontro entre mãe e filho. Tudo isso gravado em um vídeo. Ato de Vida documenta o dia a dia de Susana Pacheco, mulher que trabalha há anos com filmagens de parto, sendo a única a registrar estes momentos na cidade de Pelotas no Rio Grande do Sul.


As sessões de Ato de Vida serão acompanhadas por outro filme dirigido por Zapata, o média metragem Em Branco, inédito nos cinemas. Em Branco é uma videodança em formato documental, que aborda de forma irreverente as infinitas posibilidades de lectura e interpretação da arte por meio da dança contemporânea. Uma bailarina expõe sua vida em uma tela quase em branco para que outras pessoas possam desenhar suas próprias histórias.
Ato de Vida e Em Branco poderão ser vistos na sessão das 17h.

Ato de Vida, de Juan Zapata. Brasil, 2010. Duração: 56 minutos.

Em Branco, de Juan Zapata. Brasil, 2010. Duração: 28 minutos.


GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 22 a 27 de junho de 2010

22 de junho (terça-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols


23 de junho (quarta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols

24 de junho (quinta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols

25 de junho (sexta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols

26 de junho (sábado)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols

27 de junho (domingo)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Morrer Como Um Homem tem sessão novamente adiada

Devido a apreensão do longa Morrer Como Um Homem de João Pedro Rodrigues na alfândega, a P.F. adia mais uma vez a exibição do filme.
Assim que o filme chegar as sessões serão devidamente divulgadas.
Pedimos desculpas pelo trasntorno.

sexta-feira (18 de junho)
15:00 - Ossos, de Pedro Costa / 101 min. (entrada franca)
17:00 - The Lovebirds, de Bruno de Almeida / 80 min. (entrada franca)
19:00 - A Passagem da Noite, de Luis Filipe Rocha / 95 min. (entrada franca)

sábado (19 de junho)
15:00 - Casa de Lava, de Pedro Costa / 110 min. (entrada franca)
17:00 - Coisa Ruim, de Thiago Guedes e Frederico Serra / 97 min. (entrada franca)
19:00 - Ossos, de Pedro Costa / 101 min. (entrada franca)

domingo (20 de junho)
As duas primeiras sessões não serão realizadas em virtude do jogo do Brasil na Copa do Mundo
19:00 - Coisa Ruim, de Thiago Guedes e Frederico Serra / 97 min. (entrada franca)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Mostra Maior Que A Vida prorrogada

A Mostra Maior Que A Vida, que reúne trabalhos de foto dos artistas Jeff Wall e de Philip-Lorca DiCorcia, e de vídeo do coletivo Ant Farm, foi prorrogada e irá se estender até o dia 20 de junho, domingo.

O local de visitação é na Galeria Iberê Camargo da Usina do Gasômetro, de terças a domingos das 9h às 21h (nessa terça, dia 15, que haverá jogo do Brasil a Usina ficará aberta somente até as 14h e 30min).

Cinema Português segue em cartaz na P.F.

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro segue exibindo até o dia 20 de junho a mostra João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português. Depois de receber na última terça-feira o diretor Rodrigues e mostrar seus dois primeiros longas-metragens, O Fantasma e Odete, a mostra exibe seu filme mais recente, o elogiado Morrer como um Homem, que deveria ter sido apresentado na primeira semana da mostra e não o foi em virtude de problemas de liberação da cópia em 35mm na alfândega.

Além de Morrer como um Homem serão mostrados outros seis longas, que representam o bom momento criativo vivido pelo cinema português em anos recentes: Coisa Ruim, de Tiago Guedes e Frederico Serra; Ossos e Casa de Lava, ambos de Pedro Costa; A Passagem da Noite, de Luís Filipe Rocha; Vai e Vem, de João César Monteiro; e The Lovebirds, de Bruno de Almeida.

À exceção das três sessões de Morrer como um Homem, com ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00, todos os outros filmes terão entrada franca.

A mostra João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português é co-realizada pelo Santander Cultural e conta com o apoio do Instituto Camões, da Casa Valduga e dos restaurantes Gambrinus, Press Café e Marco´s.


GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 15 a 20 de junho de 2010

Terça-feira (15 de junho)
Não haverá sessões em virtude do jogo do Brasil na Copa do Mundo

Quarta-feira (16 de junho)
15:00 – Coisa Ruim (entrada franca)
17:00 – Casa de Lava (entrada franca)
19:00 – Ossos (entrada franca)

Quinta-feira (17 de junho)
15:00 – The Lovebirds (entrada franca)
17:00 – A Passagem da Noite (entrada franca)
19:00 – Vai e Vem (entrada franca)

Sexta-feira (18 de junho)
15:00 – Ossos (entrada franca)
17:00 – The Lovebirds (entrada franca)
19:00 – Morrer como um Homem

Sábado (19 de junho)
15:00 – Casa de Lava (entrada franca)
17:00 – Coisa Ruim (entrada franca)
19:00 – Morrer como um Homem

Domingo (20 de junho)
As duas primeiras sessões não serão realizadas em virtude do jogo do Brasil na Copa do Mundo
19:00 – Morrer como um Homem

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Ajuste na programação

Devido a problemas alfandegários, o longa Morrer Como Um Homem, de João Pedro Rodrigues ainda não chegou na P.F.
A exibição do filme vai ficar pra semana do dia 15.

No lugar do Morrer Como Um Homem, entra ou o Odete ou o Fantasmas, dependendo da programação.

O longa A Alma do Osso, vai até domingo, dia 13, nas sessões das 15h.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Coquetel de abertura da Mostra João Pedro Rodrigues

Na próxima terça-feira, dia 8 de junho às 19h teremos coquetel de abertura da Mostra João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Portugues, seguido de exibição do filme Morrer como um Homem e debate com a presença do diretor João Pedro Rodrigues.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português na P.F.


No Brasil, o cinema português costuma ser associado quase que exclusivamente à figura do decano Manoel de Oliveira, que do alto de seus 101 anos de idade segue filmando com o vigor de um adolescente (acaba de lançar, no último Festival de Cannes, O Estranho de Caso de Angélica, 29º longa-metragem de sua carreira). Mas desde meados dos anos 90 o cinema de Portugal vem se destacando no circuito internacional de festivais, tanto pela contribuição dos veteranos Oliveira e João César Monteiro (morto em 2003) quanto pelo surgimento de novos diretores como Pedro Costa, João Pedro Rodrigues e Miguel Gomes.

Para colocar o público local em contato com a vigorosa cinematografia portuguesa, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro recebe na próxima terça-feira, dia 8 de junho, o cineasta João Pedro Rodrigues. Nascido em 1966, com três longas no currículo, O Fantasma, Odete e Morrer como um Homem (estes dois últimos inéditos no Brasil), Rodrigues vem sendo apontado pela crítica como um dos principais nomes do cinema europeu contemporâneo em atividade.

O diretor vem a Porto Alegre especialmente para a abertura da mostra João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português, em cartaz na Sala P. F. Gastal até o dia 20 de junho. A mostra, uma realização conjunta da Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre e do Santander Cultural, conta com o apoio do Instituto Camões, e reúne, além dos três longas de João Pedro Rodrigues (todos exibidos em 35mm), mais seis títulos (realizados entre 1994 e 2007) representativos do bom momento criativo vivido pelo cinema português, a serem exibidos entre os dias 15 e 20 de junho: Coisa Ruim, de Tiago Guedes e Frederico Serra, Vai e Vem, de João César Monteiro, Casa de Lava e Ossos (ambos de Pedro Costa), The Lovebirds, de Bruno de Almeida, e A Passagem da Noite, de Luís Filipe Rocha.

João Pedro Rodrigues estará presente ao coquetel de abertura da mostra, marcado para as 19h30, e após a exibição do filme Morrer como um Homem participa de um debate com o público. A entrada é franca. Distribuição de senhas para a sessão a partir das 19h.





PROGRAMAÇÃO



O Fantasma, de João Pedro Rodrigues (Portugal, 2000, 90 minutos)

Jovem gari mora numa pensão barata em Lisboa e passa as noites buscando sexo anônimo com homens. Numa de suas saídas, acaba encontrando um rapaz por quem se apaixona. Cada vez mais obcecado por seu objeto de desejo, passa a persegui-lo usando uma máscara de látex. Exibição em 35mm.

Odete, de João Pedro Rodrigues (Portugal, 2005, 101 minutos)

Mulher desenvolve obsessão por seu vizinho recentemente falecido (que ela jamais conheceu), dizendo-se grávida dele. Isto torna-se mais uma perturbação para o namorado do jovem morto, que já vive o drama de não conseguir superar a perda do companheiro. Exibição em 35mm

Morrer como um Homem, de João Pedro Rodrigues (Portugal/França, 2009, 133 minutos)

Uma velha travesti decadente e seu jovem namorado saem em viagem para o interior de Portugal. Após se perderem na estrada, acabam encontrando uma casa no meio de um bosque, onde vive a enigmática Maria Bakker e sua amiga Paula. Exibição em 35mm.

Coisa Ruim, de Tiago Guedes e Frederico Serra (Portugal, 2006, 97 minutos)

Uma família lisboeta vai viver numa aldeia no interior de Portugal, entrando em contato com os mitos e superstições locais. Raro exemplar do cinema fantástico português, bastante elogiado pela crítica. Exibição em DVD.

Vai e Vem, de João César Monteiro (Portugal/França, 2003, 179 minutos)

João Vu-Vu, um viúvo solitário, vive isolado em sua casa e tem como passatempo passeios diários de ônibus pelas ruas de Lisboa. Este cotidiano será alterado pela saída de seu único filho da prisão. Último filme do diretor João César Monteiro, que também interpreta o papel do protagonista. Exibição em DVD.

Casa de Lava, de Pedro Costa (Portugal/França/Alemanha, 1994, 110 minutos)

Uma enfermeira depressiva que vive em Lisboa acompanha um imigrante em coma a sua cidade natal, em Cabo Verde. O contato com a paisagem vulcânica da ilha e os habitantes locais irá provocar na personagem um profundo impacto existencial. Selecionado para a mostra Un Certain Regard, do Festival de Cannes. Exibição em DVD.

Ossos, de Pedro Costa (Portugal/França/Dinamarca, 1997, 94 minutos)

O cotidiano duro e dramático de um jovem casal e seu filho recém nascido em um bairro negro do subúrbio de Lisboa, o Estrela da África. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Veneza. Exibição em DVD.

A Passagem da Noite, de Luís Filipe Rocha (Portugal, 2003, 95 minutos)

Mariana, uma jovem de 17 anos que vive na periferia de Lisboa, engravida após ser violentada por um viciado em drogas. Por medo, vergonha ou raiva decide encobrir o fato de todos (pais, namorado, amigos, polícia e tribunal) e enfrentar o fato sozinha. Exibição em DVD.

The Lovebirds, de Bruno de Almeida (Portugal/EUA, 2007, 80 minutos)

Seis histórias se cruzam na noite lisboeta, envolvendo temas como amor, solidão, amizade e esperança. Exibição em DVD.



GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 8 a 13 de junho de 2010


Terça-feira (8 de junho)
17:00 – O Fantasma
19:00 – Coquetel de abertura da mostra, seguido de exibição Morrer como um Homem e debate com a presença do diretor João Pedro Rodrigues

Quarta-feira (9 de junho)
17:00 – Odete
19:00 – O Fantasma

Quinta-feira (10 de junho)
17:00 – O Fantasma
19:00 – Morrer como um Homem

Sexta-feira (11 de junho)
17:00 – Odete
19:00 – Morrer como um Homem

Sábado (12 de junho)
17:00 – Odete
19:00 – O Fantasma

Domingo (13 de junho)
17:00 – Odete
19:00 – Morrer como um Homem


Semana de 15 a 20 de junho


Terça-feira (15 de junho)
19:00 – Coisa Ruim

Quarta-feira (16 de junho)
17:00 – Casa de Lava
19:00 – Ossos

Quinta-feira (17 de junho)
17:00 – A Passagem da Noite
19:00 – Vai e Vem

Sexta-feira (18 de junho)
17:00 – The Lovebirds
19:00 – Coisa Ruim

Sábado (19 de junho)
17:00 – A Passagem da Noite
19:00 – Vai e Vem

Domingo (20 de junho)
19:00 – Ossos