quarta-feira, 28 de julho de 2010
Programação de 28 de julho a 1° de agosto
*Todas as sessões de “Insolação” serão acompanhadas do curta-metragem “Bicho”, de Vitor Brandt.
28 de julho (quarta-feira)
15h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
17h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
19h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
29 de julho (quinta-feira)
Sessões das 15h e 17h canceladas devido a visita presidencial.
19h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
30 de julho (sexta-feira)
15h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
17h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
19h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
31 de julho (sábado)
15h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
17h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
19h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
01 de agosto (domingo)
15h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
17h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
19h – Insolação (100 minutos) + Bicho (14 min.)
P.F. exibe Bicho de Vitor Brandt
Bicho é o oitavo dos 12 filmes selecionados na 35ª edição do Curta nas Telas a entrar em exibição. Em Bicho, o diretor Vitor Brandt retrata o lado mais obscuro e tortuoso de ser criança. Uma infância solitária e repleta de opressão, um terreno fértil que pode gerar experiências assustadoras. Se o sono da razão gera monstros, é na projeção de uma criatura inominável que o garoto Carlos encontra um amigo e uma forma de manifestar uma reação contra aqueles que o oprimem.Bicho, de Vitor Brandt (São Paulo, ficção, 14 minutos, cor, 35mm, 2008) – Censura Livre.
Sinopse: Carlos adora os animais, mas sua mãe os odeia. Ela sempre dá um jeito de se livrar deles. Agora, ele encontrou um bicho diferente e, dessa vez, a história irá terminar de uma outra maneira.
Premiação: Melhor Curta da 3° Mostra Curta Fantástico 2008 / Prêmio Porta curtas – 15° Vitória Cinevídeo 2008 / Melhor Ficção e infanto-juvenil pelo júri popular – Mostra Audiovisual de Cambuquira 2009 / Melhor curta nacional no V FANTASPOA 2009.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Lançamento do filme Insolação na P.F.
A partir de quarta-feira, dia 28, Insolação passa a ser exibido em três sessões diárias, 15h, 17h e 19h. Ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00.Um dos mais elogiados filmes brasileiros da temporada, Insolação teve sua première mundial no Festival de Veneza de 2009, dentro da prestigiada mostra Orizzonti e marca a estreia no cinema do premiado diretor de teatro Felipe Hirsch, de espetáculos como A Vida é Cheia de Som e Fúria, Os Solitários e A Morte do Caixeiro-Viajante. Hirsch divide a direção com Daniela Thomas, cenógrafa renomada e colaboradora do cineasta Walter Salles, com quem co-dirigiu Terra Estrangeira, O Primeiro Dia e Linha de Passe.

Um dos destaques de Insolação é o seu elenco, que conta com atores consagrados como Paulo José, Maria Luisa Mendonça, Leonardo Medeiros, Simone Spoladore e Leandra Leal. Entretanto, a grande personagem do filme é a própria cidade de Brasilia, que tem seus espaços explorados com maestria pelo fotógrafo Mauro Pinheiro Jr. Os prédios projetados por Oscar Niemeyer tem suas linhas magistralmente exploradas pela direção, dando ao filme uma atmosfera de ficção-cinetífica. Outra curiosidade de Insolação é a participação do compositor gaúcho Arthur de Faria, que assina a trilha sonora.
A sessão de pré-estreia do filme, na terça-feira, é aberta ao público e tem entrada franca. Retirada de senhas a partir das 19h.
Insolação. Brasil, 2009. Direção de Felipe Hirsch e Daniela Thomas. Com Paulo José, Maria Luisa Mendonça, Leonardo Medeiros, Simone Spoladore e Leandra Leal. Duração: 100 minutos. Exibição em 35mm.
GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 27 de julho a 1º de agosto de 2010
19:00 – Coquetel de pré-estreia do filme Insolação, seguido de debate com a participação dos arquitetos Rafael Rosa e Felipe Helfer e do antropólogo Éber Pires Marzullo
28 de julho (quarta-feira)
15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação
29 de julho (quinta-feira)
15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação
30 de julho (sexta-feira)
15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação
31 de julho (sábado)
15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação
1º de agosto (domingo)
15:00 – Insolação
17:00 – Insolação
19:00 – Insolação
terça-feira, 20 de julho de 2010
Mostra do Vídeo Livre
Participam da mostra produtores de vídeo que tenham obras publicadas com licenças permissivas (como Creative Commons) independentemente da duração, gênero, ineditismo e data de produção do trabalho.
Os vídeos selecionados pela organização da Mostra serão exibidos como parte da programação da Aliança do Vídeo Livre no FISL. Com a reunião destes trabalhos, a AVL Brasil espera fomentar os modelos de licenciamento livre entre as produções nacionais.
A Aliança do Vídeo Livre é uma coalisão de organizações e indivíduos comprometidos com a ideia de que o poder da imagem em movimento deve pertencer a todos. Em um mundo onde o vídeo já é uma forma de comunicação entre indivíduos, as ferramentas para criação, manipulação e compartilhamento de conteúdo nesta plataforma devem estar disponíveis a todos. Além de softwares e ferramentas, a Aliança trabalha para a criação da estrutura legal, comercial e tecnológica que possibilite que as pessoas possam fazer com o vídeo mais do que apenas assistir.
Sessões diárias às 15h, 17h e 19h.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Fantaspoa segue em cartaz
Todas as sessões tem ingresso no valor único de R$ 5,00.
Para saber mais detalhes da programação, acesse http://www.fantaspoa.com/
GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 13 a 18 de julho de 2010
13 de julho (terça-feira)
15:00 – O Cavaleiro (96 minutos)
17:00 – Macabro (90 minutos)
19:00 – A Aposta (82 minutos)
14 de julho (quarta-feira)
15:00 – Filhos da Formatação (90 minutos)
17:00 – Stingray Sam (61 minutos)
19:00 – Zona dos Mortos (102 minutos)
15 de julho (quinta-feira)
15:00 – Os Santos Sujos (86 minutos)
17:00 – Mamãe & Papai (84 minutos)
19:00 – A Morte de Alice Blue (87 minutos)
16 de julho (sexta-feira)
15:00 – Eu Sou Outro (84 minutos)
17:00 – Samurai Princess (83 minutos)
19:00 – Ink (106 minutos)
17 de julho (sábado)
15:00 – Stingray Sam (61 minutos)
17:00 – Os Santos Sujos (86 minutos)
19:00 – Macabro (90 minutos)
18 de julho (domingo)
15:00 – A Morte de Alice Blue (87 minutos)
17:00 – Filhos da Formatação (90 minutos)
19:00 – O Cavaleiro (96 minutos)
segunda-feira, 5 de julho de 2010
P.F. recebe programação do 6° Fantaspoa
Todas as sessões tem ingresso no valor único de R$ 5,00.
Para saber mais detalhes da programação, acesse http://www.fantaspoa.com/
15:00 – Uma Morte Necessária (101 minutos)
17:00 – Popatopolis (85 minutos)
19:00 – Pesadelos em Vermelho, Branco e Azul (96 minutos)
7 de julho (quarta-feira)
15:00 – O Mistério do Vulcão + O Diário de um Ladrão da Times Square (106 minutos)
17:00 – Zombiemania + Beleza Sangrenta (105 minutos)
19:00 – Monster Camp (81 minutos)
8 de julho (quinta-feira)
15:00 – Monster Camp (81 minutos)
17:00 – Pesadelos em Vermelho, Branco e Azul (96 minutos)
19:00 – Uma Morte Necessária (101 minutos)
9 de julho (sexta-feira)
15:00 – Popatopolis (85 minutos)
17:00 – O Mistério do Vulcão + O Diário de um Ladrão da Times Square (106 minutos)
19:00 – Zombiemania + Beleza Sangrenta (105 minutos)
10 de julho (sábado)
15:00 – A Aposta (82 minutos)
17:00 – Eu Sou Outro (84 minutos)
19:00 – Samurai Princess (83 minutos)
11 de julho (domingo)
15:00 – Zona dos Mortos (102 minutos)
17:00 – Ink (106 minutos)
19:00 – Mamãe & Papai (84 minutos)
terça-feira, 29 de junho de 2010
Morrer como um Homem chega na P.F.
Nas demais sessões, a Sala P. F. Gastal segue exibindo os longas gaúchos Bitols, de André Arieta, e Ato de Vida, de Juan Zapata.
Nascido em 1966, com três longas no currículo, João Pedro Rodrigues é apontado como um dos principais nomes do cinema europeu contemporâneo em atividade. O diretor, que veio a Porto Alegre no início de junho especialmente para a abertura da mostra João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português, desde sua estreia com O Fantasma (2000) tem sido comparado ao alemão Rainer Werner Fassbinder pelos temas que costuma abordar.
Depois de ter estreado no Festival de Cannes de 2009 e atualmente cumprindo agenda em festivais internacionais, Morrer como um Homem vem colhendo elogios entusiasmados da crítica especializada, merecendo várias páginas em publicações de prestígio como a revista Cahiers du Cinema. O filme trata dos dramas de um transexual já maduro que parte em viagem pelo interior de Portugal, acompanhado de seu jovem namorado michê, rumo ao destino melancólico e inexorável que lhe devolve a masculinidade evitada e burlada a duras penas ao longo da vida. Um road movie ao mesmo tempo brutal e poético, em que o protagonista faz um desvio de percurso que o remete a uma espécie de limbo, onde a fantasia ganha dimensões inesperadas e escancara os conflitos dos personagens em um confrontamento verbal que revela a dimensão do homem e suas limitações frente à magnitude e aos mistérios da vida.
SINOPSE

Uma velha travesti decadente (Fernando Santos) e seu jovem namorado (Alexander David) saem em viagem para o interior de Portugal. Após se perderem na estrada, acabam encontrando uma casa no meio de um bosque, onde vive a enigmática Maria Bakker (Gonçalo Ferreira de Almeida) e sua amiga Paula (Miguel Loureiro). Exibição em 35mm. Ingressos a R$ 3,00 e R$ 6,00.
GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 29 de junho a 4 de julho de 2010
29 de junho (terça-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols
30 de junho (quarta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols
1º de julho (quinta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols
2 de julho (sexta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Morrer como um Homem
3 de julho (sábado)
15:00 – Bitols
17:00 – Morrer como um Homem
19:30 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
4 de julho (domingo)
15:00 – Bitols
16:30 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Morrer como um Homem
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Bitols e Juan Zapata na P.F.
Primeiro longa-metragem gaúcho a ter entrado em cartaz em 2010, Bitols poderá ser visto em duas sessões diárias, às 15h e às 19h. Já na sessão das 17h, a Sala P. F. Gastal exibe os documentários Ato de Vida e Em Branco, de Juan Zapata, diretor colombiano radicado em Porto Alegre já há alguns anos (segue divulgação específica separadamente).
Ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00.
Recheado de cenas de época gravadas pelo diretor e outros membros da equipe quando ainda eram adolescentes, Bitols foi rodado em HDV nas cidades de Porto Alegre e Mostardas. O filme ganha, em vários momentos, uma estética de documentário que se mistura o tempo todo com uma estética ficcional surrealista, característica do diretor Arieta (que estreou na direção em 2000, com o média-metragem em 16mm A Verdade às Vezes Mancha) e do coletivo Cinema8ito, do qual faz parte.
O longa, de baixíssimo orçamento (custou pouco mais de 200 mil reais) narra uma noite na vida de uma banda underground no início dos anos 90. Com um nome horrível, futuro incerto e uma mulher misteriosa que causa desavenças internas e adivinha o destino de seus membros, a banda é formada pelos atores Leo Felipe, Leonardo Machado, Carlinhos Carneiro e Bruno Bazzo. O filme contém elementos autobiográficos, já que todos os principais envolvidos, do elenco à direção, vivenciaram sua juventude naquele período em que os CDs eram a grande revolução tecnológica e todos andavam com sua demotape na mochila, à espera do grande momento em que um produtor do centro do país os descobriria.
Falando de um bairro underground que poderia estar em qualquer centro urbano do planeta, Bitols traz ainda no elenco Bia Werther, além de participações especiais de nomes de várias gerações da cena artística gaúcha, como Plato Divorak, Egisto Dalsanto, Marcos Kligman, Bruno Bazzo e Os Efervescentes. A trilha, quase toda inédita, tem canções compostas e produzidas pelo próprio diretor, sendo que boa parte delas é executada pela banda Bitols, que paralelamente aos ensaios de cena ensaiava enquanto grupo musical.
Bitols, de André Arieta. Brasil, 2010, 83 minutos. Com Leo Felipe, Leonardo Machado, Carlinhos Carneiro, Bruno Bazzo e Bia Werther. Exibição em DVD.
A P.F. também vai estar exibindo dois filmes do diretor Juan Zapta.
Diretor colombiano radicado em Porto Alegre, Juan Zapata acompanha em Ato de Vida o nascimento de uma criança e seu primeiro olhar sobre o mundo. Os primeiros momentos de vida. O primeiro encontro entre mãe e filho. Tudo isso gravado em um vídeo. Ato de Vida documenta o dia a dia de Susana Pacheco, mulher que trabalha há anos com filmagens de parto, sendo a única a registrar estes momentos na cidade de Pelotas no Rio Grande do Sul.
As sessões de Ato de Vida serão acompanhadas por outro filme dirigido por Zapata, o média metragem Em Branco, inédito nos cinemas. Em Branco é uma videodança em formato documental, que aborda de forma irreverente as infinitas posibilidades de lectura e interpretação da arte por meio da dança contemporânea. Uma bailarina expõe sua vida em uma tela quase em branco para que outras pessoas possam desenhar suas próprias histórias.
Ato de Vida e Em Branco poderão ser vistos na sessão das 17h.
Ato de Vida, de Juan Zapata. Brasil, 2010. Duração: 56 minutos.
Em Branco, de Juan Zapata. Brasil, 2010. Duração: 28 minutos. 
Semana de 22 a 27 de junho de 2010
22 de junho (terça-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols
23 de junho (quarta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols
24 de junho (quinta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols
25 de junho (sexta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols
26 de junho (sábado)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols
27 de junho (domingo)
15:00 – Bitols
17:00 – Ato de Vida (acompanha o média-metragem Em Branco)
19:00 – Bitols
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Morrer Como Um Homem tem sessão novamente adiada
Assim que o filme chegar as sessões serão devidamente divulgadas.
Pedimos desculpas pelo trasntorno.
sexta-feira (18 de junho)
15:00 - Ossos, de Pedro Costa / 101 min. (entrada franca)
17:00 - The Lovebirds, de Bruno de Almeida / 80 min. (entrada franca)
19:00 - A Passagem da Noite, de Luis Filipe Rocha / 95 min. (entrada franca)
sábado (19 de junho)
15:00 - Casa de Lava, de Pedro Costa / 110 min. (entrada franca)
17:00 - Coisa Ruim, de Thiago Guedes e Frederico Serra / 97 min. (entrada franca)
19:00 - Ossos, de Pedro Costa / 101 min. (entrada franca)
domingo (20 de junho)
As duas primeiras sessões não serão realizadas em virtude do jogo do Brasil na Copa do Mundo
19:00 - Coisa Ruim, de Thiago Guedes e Frederico Serra / 97 min. (entrada franca)
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Mostra Maior Que A Vida prorrogada

Cinema Português segue em cartaz na P.F.
Além de Morrer como um Homem serão mostrados outros seis longas, que representam o bom momento criativo vivido pelo cinema português em anos recentes: Coisa Ruim, de Tiago Guedes e Frederico Serra; Ossos e Casa de Lava, ambos de Pedro Costa; A Passagem da Noite, de Luís Filipe Rocha; Vai e Vem, de João César Monteiro; e The Lovebirds, de Bruno de Almeida.
À exceção das três sessões de Morrer como um Homem, com ingressos a R$ 6,00 e R$ 3,00, todos os outros filmes terão entrada franca.
A mostra João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português é co-realizada pelo Santander Cultural e conta com o apoio do Instituto Camões, da Casa Valduga e dos restaurantes Gambrinus, Press Café e Marco´s.
Semana de 15 a 20 de junho de 2010
Não haverá sessões em virtude do jogo do Brasil na Copa do Mundo
Quarta-feira (16 de junho)
15:00 – Coisa Ruim (entrada franca)
17:00 – Casa de Lava (entrada franca)
19:00 – Ossos (entrada franca)
Quinta-feira (17 de junho)
15:00 – The Lovebirds (entrada franca)
17:00 – A Passagem da Noite (entrada franca)
19:00 – Vai e Vem (entrada franca)
Sexta-feira (18 de junho)
15:00 – Ossos (entrada franca)
17:00 – The Lovebirds (entrada franca)
19:00 – Morrer como um Homem
Sábado (19 de junho)
15:00 – Casa de Lava (entrada franca)
17:00 – Coisa Ruim (entrada franca)
19:00 – Morrer como um Homem
Domingo (20 de junho)
As duas primeiras sessões não serão realizadas em virtude do jogo do Brasil na Copa do Mundo
19:00 – Morrer como um Homem
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Ajuste na programação
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Coquetel de abertura da Mostra João Pedro Rodrigues
quarta-feira, 2 de junho de 2010
João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português na P.F.
Para colocar o público local em contato com a vigorosa cinematografia portuguesa, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro recebe na próxima terça-feira, dia 8 de junho, o cineasta João Pedro Rodrigues. Nascido em 1966, com três longas no currículo, O Fantasma, Odete e Morrer como um Homem (estes dois últimos inéditos no Brasil), Rodrigues vem sendo apontado pela crítica como um dos principais nomes do cinema europeu contemporâneo em atividade.
O diretor vem a Porto Alegre especialmente para a abertura da mostra João Pedro Rodrigues e o Novo Cinema Português, em cartaz na Sala P. F. Gastal até o dia 20 de junho. A mostra, uma realização conjunta da Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre e do Santander Cultural, conta com o apoio do Instituto Camões, e reúne, além dos três longas de João Pedro Rodrigues (todos exibidos em 35mm), mais seis títulos (realizados entre 1994 e 2007) representativos do bom momento criativo vivido pelo cinema português, a serem exibidos entre os dias 15 e 20 de junho: Coisa Ruim, de Tiago Guedes e Frederico Serra, Vai e Vem, de João César Monteiro, Casa de Lava e Ossos (ambos de Pedro Costa), The Lovebirds, de Bruno de Almeida, e A Passagem da Noite, de Luís Filipe Rocha.
João Pedro Rodrigues estará presente ao coquetel de abertura da mostra, marcado para as 19h30, e após a exibição do filme Morrer como um Homem participa de um debate com o público. A entrada é franca. Distribuição de senhas para a sessão a partir das 19h.
O Fantasma, de João Pedro Rodrigues (Portugal, 2000, 90 minutos)Jovem gari mora numa pensão barata em Lisboa e passa as noites buscando sexo anônimo com homens. Numa de suas saídas, acaba encontrando um rapaz por quem se apaixona. Cada vez mais obcecado por seu objeto de desejo, passa a persegui-lo usando uma máscara de látex. Exibição em 35mm.
Odete, de João Pedro Rodrigues (Portugal, 2005, 101 minutos)Mulher desenvolve obsessão por seu vizinho recentemente falecido (que ela jamais conheceu), dizendo-se grávida dele. Isto torna-se mais uma perturbação para o namorado do jovem morto, que já vive o drama de não conseguir superar a perda do companheiro. Exibição em 35mm
Morrer como um Homem, de João Pedro Rodrigues (Portugal/França, 2009, 133 minutos)Uma velha travesti decadente e seu jovem namorado saem em viagem para o interior de Portugal. Após se perderem na estrada, acabam encontrando uma casa no meio de um bosque, onde vive a enigmática Maria Bakker e sua amiga Paula. Exibição em 35mm.
Coisa Ruim, de Tiago Guedes e Frederico Serra (Portugal, 2006, 97 minutos)
Uma família lisboeta vai viver numa aldeia no interior de Portugal, entrando em contato com os mitos e superstições locais. Raro exemplar do cinema fantástico português, bastante elogiado pela crítica. Exibição em DVD.
Vai e Vem, de João César Monteiro (Portugal/França, 2003, 179 minutos)
João Vu-Vu, um viúvo solitário, vive isolado em sua casa e tem como passatempo passeios diários de ônibus pelas ruas de Lisboa. Este cotidiano será alterado pela saída de seu único filho da prisão. Último filme do diretor João César Monteiro, que também interpreta o papel do protagonista. Exibição em DVD.
Casa de Lava, de Pedro Costa (Portugal/França/Alemanha, 1994, 110 minutos)
Uma enfermeira depressiva que vive em Lisboa acompanha um imigrante em coma a sua cidade natal, em Cabo Verde. O contato com a paisagem vulcânica da ilha e os habitantes locais irá provocar na personagem um profundo impacto existencial. Selecionado para a mostra Un Certain Regard, do Festival de Cannes. Exibição em DVD.
Ossos, de Pedro Costa (Portugal/França/Dinamarca, 1997, 94 minutos)
O cotidiano duro e dramático de um jovem casal e seu filho recém nascido em um bairro negro do subúrbio de Lisboa, o Estrela da África. Prêmio de melhor fotografia no Festival de Veneza. Exibição em DVD.
A Passagem da Noite, de Luís Filipe Rocha (Portugal, 2003, 95 minutos)
Mariana, uma jovem de 17 anos que vive na periferia de Lisboa, engravida após ser violentada por um viciado em drogas. Por medo, vergonha ou raiva decide encobrir o fato de todos (pais, namorado, amigos, polícia e tribunal) e enfrentar o fato sozinha. Exibição em DVD.
The Lovebirds, de Bruno de Almeida (Portugal/EUA, 2007, 80 minutos)
Seis histórias se cruzam na noite lisboeta, envolvendo temas como amor, solidão, amizade e esperança. Exibição em DVD.
GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 8 a 13 de junho de 2010
Terça-feira (8 de junho)
17:00 – O Fantasma
19:00 – Coquetel de abertura da mostra, seguido de exibição Morrer como um Homem e debate com a presença do diretor João Pedro Rodrigues
Quarta-feira (9 de junho)
17:00 – Odete
19:00 – O Fantasma
Quinta-feira (10 de junho)
17:00 – O Fantasma
19:00 – Morrer como um Homem
Sexta-feira (11 de junho)
17:00 – Odete
19:00 – Morrer como um Homem
Sábado (12 de junho)
17:00 – Odete
19:00 – O Fantasma
Domingo (13 de junho)
17:00 – Odete
19:00 – Morrer como um Homem
19:00 – Coisa Ruim
Quarta-feira (16 de junho)
17:00 – Casa de Lava
19:00 – Ossos
Quinta-feira (17 de junho)
17:00 – A Passagem da Noite
19:00 – Vai e Vem
Sexta-feira (18 de junho)
17:00 – The Lovebirds
19:00 – Coisa Ruim
Sábado (19 de junho)
17:00 – A Passagem da Noite
19:00 – Vai e Vem
Domingo (20 de junho)
19:00 – Ossos
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Premiado documentário de Cao Guimarães estreia na P F Gastal
A Sala P. F. Gastal coloca em cartaz na sexta-feira, 28 de maio, um dos mais premiados documentários do cinema brasileiro recente, A Alma do Osso, de Cao Guimarães. Grande vencedor do festival de documentários É Tudo Verdade em 2004, só agora, seis anos após a sua primeira exibição, A Alma do Osso chega aos cinemas.A Alma do Osso tem como personagem Dominguinhos da Pedra, ermitão que mora há 41 anos sozinho em cavernas no interior de Minas Gerais. O filme de Cao Guimarães retrata de forma poética e através de imagens de enorme beleza plástica o cotidiano do eremita, seus rituais diários, o passar do tempo, e é um dos pontos altos da carreira deste realizador mineiro, que tem em seu currículo títulos como Rua de Mão Dupla (2004), Acidente (2006) e Andarilho (2007), com passagens por importantes festivais no Brasil e no exterior. A ligação de Cao Guimarães com Porto Alegre é estreita. Em 2006 foi o cineasta homenageado do CineEsquemaNovo (quando veiculou criações suas em espaços aleatórios da cidade, para provocar uma reflexão sobre como o espaço interfere na experiência do cinema), tendo sido também o grande vencedor do festival em 2004, com o curta-metragem Da Janela do Meu Quarto.
O produtor de A Alma do Osso, Beto Magalhães, estará acompanhando a estreia do filme em Porto Alegre e está disponível para entrevistas com a imprensa, que podem ser diretamente agendadas na Sala P. F. Gastal (3289-8137) ou através de seu telefone pessoal (31-9952-9776).
A Alma do Osso pode ser visto em três sessões diárias, 15h, 17h e 19h. Ingressos a R$ 3,00 e R$ 6,00.
A Alma do Osso. Direção de Cao Guimarães. Brasil, 2004. Duração: 74 minutos. Exibição em DVD.
GRADE DE HORÁRIOS
Sexta-feira (28 de maio)
15:00 – A Alma do Osso
17:00 – A Alma do Osso
19:00 – A Alma do Osso
Sábado (29 de maio)
15:00 – A Alma do Osso
17:00 – A Alma do Osso
19:00 – A Alma do Osso
Domingo (30 de maio)
15:00 – A Alma do Osso
17:00 – A Alma do Osso
19:00 – A Alma do Osso
terça-feira, 25 de maio de 2010
Últimos dias da mostra "Mais Real que a Ficção" na Sala P F Gastal
Na sexta-feira, 28 de maio, o cinema da Usina do Gasômetro estreia com exclusividade o documentário A Alma do Osso, de Cao Guimarães (aguarde divulgação).
GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 25 a 30 de maio de 2010
Terça-feira (25 de maio)
15:00 – Iracema, uma Transa Amazônica
17:00 – Zelig
19:00 – Verdades e Mentiras
Zelig
Quarta-feira (26 de maio)15:00 – Programa Curtas Brasileiros
17:00 – Os Olhos da Cidade São Meus
19:00 – Festim Diabólico
Festim Diabólico
Quinta-feira (27 de maio)
15:00 – Zelig
17:00 – Iracema, uma Transa Amazônica
19:00 – Vôo United 93
Sexta-feira (28 de maio)
15:00 – A Alma do Osso
17:00 – A Alma do Osso
19:00 – A Alma do Osso
Sábado (29 de maio)
15:00 – A Alma do Osso
17:00 – A Alma do Osso
19:00 – A Alma do Osso
Domingo (30 de maio)
15:00 – A Alma do Osso
17:00 – A Alma do Osso
19:00 – A Alma do Osso
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Pré-estreia de documentário sobre mulheres soropositivas

O documentário de Susanna Lira desvenda o véu de silêncio e hipocrisia que assola os laços do matrimônio. As personagens são Ana Paula Prado Silveira, Cida Lemos, Heli da Silva Cordeiro, Michelle Silva Caires, Rosária Piris Rodriguez, Silvia Aparecida Domingues de Almeida e Maria Medianeira Gonçalves de Mello, esta última gaúcha, moradora do município de Viamão e precursora da Associação Medianeira de Apoio à Vida, que existe há 10 anos. O filme tem o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, pelo Ministério da Saúde e pelo Unaids. Após a exibição, acontece debate com a diretora Susanna Lira e com Maria Medianeira Gonçalves de Mello, gaúcha que é uma das personagens do filme.
A diretora Susanna Lira é formada em jornalismo e publicidade, com especialização em telejornalismo, direção de documentários e programas de TV. Atua no mercado audiovisual desde 1994, tendo realizado diversos trabalhos e exercido funções distintas para os seguintes veículos de comunicação: TV GLOBO, GLOBONEWS, MULTISHOW, GNT, FUTURA, TV CULTURA, TV EDUCATIVA e MTV. Dirigiu e roteirizou o documentário em longa-metragem Nada Sobre meu Pai, sobre a questão da ausência paterna no Brasil, que ainda está em filmagem.
Pré-estreia do documentário Positivas, de Susanna Lira
Data: 20/05/2010, quinta-feira
Horário: 19h30
Local: Sala P. F. Gastal (Usina do Gasômetro – 3º andar)
Entrada Franca
Distribuição de senhas a partir das 19h
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Limites entre o Real e a Ficção
O evento foi especialmente concebido pela CCVF para propor uma reflexão sobre a sobreposição das noções de realidade e ficção na contemporaneidade – e mais particularmente ainda no campo da representação fotográfica e audiovisual. Segundo o Coordenador de Cinema, Vídeo e Fotografia da SMC, Bernardo José de Souza, “este paradoxo está explicitado numa seleção de obras que trabalham ambos os registros, tornando a defesa de esferas autônomas para os universos reais e imaginários uma recusa ao enfrentamento de um mundo cujo sentido se vê permanentemente adensado pela coexistência de tempos e de realidades paralelas”. Souza ressalta ainda a importância de Porto Alegre estar recebendo pela primeira vez uma exposição de três ícones da arte contemporânea, Jeff Wall, Philip-Lorca DiCorcia e Ant Farm.
13 de maio a 17 de junho de 2010
Coquetel de abertura: 13 de maio, 19h
Jeff WallNascido no Canadá, em 1946, Jeff Wall é um dos maiores nomes da fotografia contemporânea, além de um respeitado ensaísta e estudioso das artes, e já mereceu exposições individuais em instituições de prestígio, como o MoMA de Nova York e a Tate Gallery, em Londres, tendo lecionado por muitos anos na Universidade de British Columbia.
Mais conhecido por suas ampliações em transparência (light boxes) de grandes dimensões, Wall frequentemente alterna realidade e ficção em seus registros, criando por vezes fotografias altamente elaboradas, que podem envolver atores, cenários e mesmo efeitos especiais, e por outras, imagens que retratam a paisagem e cenas da vida urbana. Suas composições estudadas (as quais ele chama de “cinematográficas”) mesclam-se às documentais, pondo em questionamento os limites da representação fotográfica e confundindo o espectador quanto à veracidade das cenas a sua frente.
As imagens em exibição na Galeria Iberê Camargo apresentam situações de rua e naturezas mortas que contrapõem as noções de realidade e ficção na representação fotográfica contemporânea.
Philip-Lorca DiCorciaFotógrafo norte-americano, nascido em 1951, Philip-Lorca DiCorcia vive em Nova Iorque e leciona na Universidade de Yale, onde obteve o título de Mestre em Artes Visuais. Ao longo das últimas décadas, ganhou grande prestígio por suas imagens que misturam luz natural e artificial, bem como apresentam personagens reais em situações pré-concebidas. Em uma de suas séries mais aclamadas, ele fotografa garotos de programa californianos em frente a restaurantes de beira de estrada, emprestando dramaticidade cinematográfica ao registro documental. Em outra vertente de seu trabalho, DiCorcia esconde flashes nas ruas das grandes cidades para fotografar pedestres inadvertidamente em snapshots elaborados.
A série que Porto Alegre recebe em primeira mão, Lucky Thirteen, apresenta pole dancers (dançarinas de boate) em poses extraordinárias sob uma iluminação que as congela no ar e as imortaliza, transformando essas mulheres reais em verdadeiros ícones do desejo contemporâneo, em uma ode à beleza que remete ao estatuário greco-romano.
Ant Farm
Fundado em 1968, em São Franscisco, este coletivo de arquitetos (Doug Hall, Chip Lord, Doug Michels e Jody Procter) definia-se como “uma agência de arte que promove ideias sem potencial de mercado, mas que são importantes veículos de introspecção cultural”. Além dos trabalhos em arquitetura, o grupo celebrizou-se por suas performances, como aquela em que um automóvel irrompe numa parede de televisores em chamas, e por sua land art conhecida como Cadillac Ranch, uma instalação de 10 automóveis da marca enterrados pela metade em um rancho no Texas, aberto à visitação pública.
A obra em exibição na galeria Iberê Camargo, The Eternal Frame (1975), é o vídeo que reconstitui à perfeição o assassinato do presidente J. F. Kennedy em Dallas, em um conversível, ao lado da primeira-dama americana Jackie Kennedy. A cena explorada pelos meios de comunicação, e recriada em detalhe pelo grupo, parte de um episódio marcante na história mundial para discutir o próprio papel da mídia e da representação audiovisual.
Sala P. F. Gastal
13 a 27 de maio de 2010
Sinopses dos Filmes
Valsa com Bashir (Vals im Bashir), de Ari Folman (Israel/França/Alemanha, 2008, 90 minutos)
Cineasta israelense que participou da invasão do Líbano em 1982 entrevista seus companheiros de batalha, neste impactante documentário de animação autobiográfico. Exibição em 35mm.
Verdades e Mentiras (F for Fake), de Orson Welles (França/Irã/Alemanha, 1973, 85 minutos)
Último filme dirigido por Orson Welles, o mítico diretor de Cidadão Kane, aqui embaralhando documentário e ficção para retratar um grupo de falsificadores famosos. Exibição em DVD.
Sinédoque, Nova York (Synecdoche, New York), de Charlie Kaufman (EUA, 2008, 124 minutos)
Um diretor de teatro tenta construir uma réplica em escala real de Nova York em um armazém, como cenário de seu novo espetáculo. Exibição em 35mm.
Programa Curtas Brasileiros
Videocabines São Caixas Pretas, de Sandra Kogut (Brasil, 1990, 10 minutos)
Figuras anônimas dão depoimentos, atuam ou realizam performances em cabines individuais, instaladas em locais públicos do Rio de Janeiro. Exibição em DVD.
Lá e Cá, de Sandra Kogut (Brasil, 1995, 29 minutos)
O cotidiano de Tuquinha Batista (Regina Casé) no subúrbio do Rio de Janeiro, enquanto faz planos de morar na Zona Sul. Belo misto de documentário e ficção, em que Regina Casé contracena com personagens reais. Exibição em DVD.
Heróis da Decadênsia (sic), de Tadeu Jungle (Brasil, 1987, 35 minutos)
Como um Sacha Baron Cohen avant la lettre, Tadeu Jungle mistura jornalismo, documentário e ficção para retratar o Brasil do final dos anos 80. Exibição em DVD.
Iracema, uma Transa Amazônica, de Jorge Bodanzky e Orlando Senna (Brasil, 1975, 90 minutos)
Alternando documentário e ficção, o filme acompanha as andanças da jovem índia Iracema e do motorista Tião pelo interior da Amazônia. Rodado em 1974, o filme foi proibido pela censura, sendo lançado somente em 1982. Exibição em DVD.
O Show de Truman (The Truman Show), de Peter Weir (EUA, 1998, 103 minutos)
Homem descobre que desde o seu nascimento é personagem de um gigantesco e cruel “reality show”. Exibição em DVD.
Brüno, de Larry Charles (EUA, 2009, 81 minutos)
Após ser demitido, repórter de moda austríaco vai viver nos Estados Unidos, entrando em contato com o conservadorismo da América profunda. Depois de Borat, o ator Sacha Baron Cohen usa outro personagem ficcional para documentar a realidade americana. Exibição em 35mm.
Zelig, de Woody Allen (EUA, 1983, 79 minutos)
Falso documentário sobre Leonard Zelig (Woody Allen), homem camaleão que ficou famoso nos anos 20, por sua capacidade de adquirir as características físicas de qualquer um de quem se aproximasse. Exibição em DVD.
Os Olhos da Cidade São Meus (Angustia), de Bigas Luna (Espanha, 1989, 89 minutos)
Os espectadores de um filme de horror sobre assassino que age numa sala de cinema começam a ter o mesmo destino dos personagens projetados na tela. Um delirante estudo sobre o poder hipnótico do cinema, no qual o diretor espanhol Bigas Luna faz a violência nas telas confundir-se com os acontecimentos da vida real. Exibição em DVD.
Festim Diabólico (Rope), de Alfred Hitchcock (EUA, 1948, 80 minutos)
Para provar sua superioridade intelectual, dois estudantes universitários estrangulam um colega de classe. Pioneira tentativa do diretor Alfred Hitchcock de rodar um filme sem cortes, realizando um falso plano-sequência em que recria o célebre crime dos estudantes universitários Leopold e Loeb. Exibição em DVD.
Vôo United 93 (United 93), de Paul Greengrass (EUA/França/Inglaterra, 2006, 111 minutos)
Em tempo real, o diretor Paul Greengrass recria as dramáticas horas finais no interior de um dos aviões sequestrados por terroristas em 11 de setembro de 2001. Exibição em DVD.
Canibal Holocausto (Cannibal Holocaust), de Ruggero Deodato (Itália, 1980, 95 minutos)
Equipe de documentaristas tem destino trágico ao buscar registrar os hábitos de uma tribo de índios canibais. Polêmico filme do diretor italiano Ruggero Deodato, que chocou as plateias com suas violentas sequências de crueldade animal. Exibição em DVD.
13 a 16 de maio de 2010
13 de maio (quinta-feira)
15:00 – Brüno
17:00 – Festim Diabólico
19:00 – Sinédoque, Nova York
14 de maio (sexta-feira)
15:00 – Valsa com Bashir
17:00 – Sinédoque, Nova York
20:00 – Projeto Raros Especial (Canibal Holcausto)
15 de maio (sábado)
15:00 – Valsa com Bashir
17:00 – Brüno
19:00 – Sinédoque, Nova York
16 de maio (domingo)
15:00 – Brüno
17:00 – Valsa com Bashir
19:00 – Zelig
18 a 23 de maio de 2010
18 de maio (terça-feira)
15:00 – O Show de Truman
17:00 – Brüno
19:00 – Sinédoque, Nova York
19 de maio (quarta-feira)
15:00 – Valsa com Bashir
17:00 – Iracema, uma Transa Amazônica
19:00 – Programa Curtas Brasileiros
20 de maio (quinta-feira)
15:00 – Zelig
17:00 – Vôo United 93
21 de maio (sexta-feira)
15:00 – Brüno
17:00 – Os Olhos da Cidade São Meus
19:00 – Sinédoque, Nova York
22 de maio (sábado)
15:00 – Brüno
17:00 – O Show de Truman
19:00 – Valsa com Bashir
23 de maio (domingo)
15:00 – Valsa com Bashir
17:00 – Verdades e Mentiras
19:00 – Sinédoque, Nova York
25 a 27 de maio de 2010
25 de maio (terça-feira)
15:00 – Iracema, uma Transa Amazônica
17:00 – Zelig
19:00 – Verdades e Mentiras
26 de maio (quarta-feira)
15:00 – Programa Curtas Brasileiros
17:00 – Os Olhos da Cidade São Meus
19:00 – Festim Diabólico
27 de maio (quinta-feira)
15:00 – Zelig
17:00 – Iracema, uma Transa Amazônica
19:00 – Vôo United 93
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Mostra de filmes espanhóis dirigidos por mulheres
A partir de terça-feira, 4 de maio, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3° andar) recebe a mostra Espaço Feminino, reunindo uma série de filmes espanhóis de produção recente, assinados por cineastas mulheres.Realizada pelo Instituto Cervantes, a mostra tem entrada franca e é composta por três programas diferentes, somente com filmes inéditos no Brasil: o primeiro deles traz um longa-metragem de ficção e dois curtas-metragens; o segundo programa inclui um documentário de cunho sociológico e histórico e mais dois curtas-metragens; e o terceiro programa apresenta um documentário e um curta-metragem. Todos os filmes serão exibidos em DVD, com legendas em português.
Na sessão das 17h, a Sala P. F. Gastal segue exibindo o longa gaúcho Bitols, de André Arieta.
Na terça-feira, dia 4 de maio, a partir da 19h, o cinema da Usina do Gasômetro também sedia o coquetel de lançamento do DVD Oigalê – Uma Década de Teatro, que será exibido em duas sessões.
Programa 1
Com Marián Álvarez, Juan Sanz, Lluís Homar, Alberto Jiménez, Marieta Orozco e Carmen Machi.
Desde criança. Raquel se espantava com o fato de escutar as pessoas falarem sempre sobre amor, no rádio, em casa, na televisão, no cinema, nas músicas. E pensava o que aconteceria se ela mesma não encontrasse seu grande amor. Agora, adulta, Raquel vai viver com Tomás, e descobre a beleza e as dificuldades envolvidas em qualquer relacionamento amoroso. Prêmio de melhor atriz para Marián Álvarez no Festival de Locarno.
Ás de Copas (Ás de Corazones), de Silvia Gonzalez Láa (Espanha, 12 minutos)
Com Carles Arquimbau, Maya Camps, Jaume Pla, Alicia González Laá e Chus Estruch.
Um homem idoso, triste e desencantado, que passa o dia jogando cartas em um bar com seu único amigo, tem de passar a tarde cuidando de uma neta que não conhece, uma menina nepalesa e adotada.
Rêmoras (Rémoras), de Marisa Lafuente (Espanha, 2007, 16 minutos)
O que é mais difícil: pedir perdão ou ser perdoado?
Programa 2
O Segredo de Educar (El Secreto de Educar), de Sonia Tercero (Espanha, 2008, 60 minutos)Documentário sobre a trajetória de uma escola que abriu suas portas em plena ditadura e lutou para manter seus princípios de liberdade e independência.
Teste (Test), de Marta Aledo e Natalia Mateo (Espanha, 2007, 12 minutos)
Com Pilar Castro, Sandra Ferrús, Nadia de Santiago e Ana Wagener.
Um momento fundamental na vida de quatro mulheres e suas diferentes reações diante de algo que irá mudar suas vidas.
Dores (Dolores), de Manuela Moreno (Espanha, 2008, 10 minutos)
Com Manuela Burló, Rafa Ordorika e Belén Boluda.
Numa parada de ônibus, duas pessoas compartilham sua solidão.
Programa 3
Nadar (Nedar), de Carla Subirana (Espanha, 2008, 94 minutos)Documentário que recupera uma história familiar traumática na vida da diretora: seu avô foi fuzilado nos anos 40 por cometer um assalto à mão armada. O filme mostra os efeitos desse fato na vida de três gerações de mulheres, que precisam enfrentar um segredo guardado durante anos, refletindo sobre a perda da memória familiar e coletiva.
A Aula (La Clase), de Beatriz M. Sanchis (Espanha, 2008, 20 minutos)
Documentário sobre alunos de colégio que ensaiam seu primeiro espetáculo teatral.
Semana de 4 a 9 de maio de 2010
Terça-feira (4 de maio)
15:00 – Mostra Espaço Feminino (O Melhor de Mim + Ás de Copas + Rêmoras)
17:00 – Bitols
19:00 – Coquetel de lançamento do DVD Oigalê – Uma Década de Teatro
21:00 – Segunda sessão do documentário Oigalê – Uma Década de Teatro
Quarta-feira (5 de maio)
15:00 – Mostra Espaço Feminino (Nadar + A Aula)
17:00 – Bitols
19:00 – Mostra Espaço Feminino (O Segredo de Educar + Teste + Dores)
Quinta-feira (6 de maio)
15:00 – Mostra Espaço Feminino (O Segredo de Educar + Teste + Dores)
17:00 – Bitols
19:00 – Mostra Espaço Feminino (Nadar + A Aula)
Sexta-feira (7 de maio)
15:00 – Mostra Espaço Feminino (Nadar + A Aula)
17:00 – Bitols
19:00 – Mostra Espaço Feminino (O Melhor de Mim + Ás de Copas + Rêmoras)
Sábado (8 de maio)
15:00 – Mostra Espaço Feminino (O Melhor de Mim + Ás de Copas + Rêmoras)
17:00 – Bitols
19:00 – Mostra Espaço Feminino (O Segredo de Educar + Teste + Dores)
Domingo (9 de maio)
15:00 – Mostra Espaço Feminino (Nadar + A Aula)
17:00 – Bitols
19:00 – Mostra Espaço Feminino (O Melhor de Mim + Ás de Copas + Rêmoras)
Lançamento do DVD Oigalê - Uma Década de Teatro, no dia 4 de maio
O DVD resgata a história da companhia, que mantém um trabalho continuado, com manutenção de repertório e pesquisa. Do seu surgimento em 1999 até 2009, contém imagens de arquivo de apresentações, ensaios e viagens, além de entrevistas recentes com integrantes da Oigalê, ex-participantes e profissionais convidados a constituir a ficha técnica dos espetáculos: diretores, músicos, figurinistas, cenógrafos, bonequeiros e outros.
Serviço
Informações
(51) 3228-7275 / 9981.6306
www.oigale.com.br
oigale@terra.com.br
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Bitols de Andre Arieta estreia na Sala P . F. Gastal
Recheado de cenas de época gravadas pelo diretor e outros membros da equipe quando ainda eram adolescentes, Bitols foi rodado em HDV nas cidades de Porto Alegre e Mostardas. O filme ganha, em vários momentos, uma estética de documentário que se mistura o tempo todo com uma estética ficcional surrealista, característica do diretor Arieta (que estreou na direção em 2000, com o média-metragem em 16mm A Verdade às Vezes Mancha) e do coletivo Cinema8ito, do qual faz parte.O longa, de baixíssimo orçamento (custou pouco mais de 200 mil reais) narra uma noite na vida de uma banda underground no início dos anos 90. Com um nome horrível, futuro incerto e uma mulher misteriosa que causa desavenças internas e adivinha o destino de seus membros, a banda é formada pelos atores Leo Felipe, Leonardo Machado, Carlinhos Carneiro e Bruno Bazzo. O filme contém elementos autobiográficos, já que todos os principais envolvidos, do elenco à direção, vivenciaram sua juventude naquele período em que os CDs eram a grande revolução tecnológica e todos andavam com sua demotape na mochila, à espera do grande momento em que um produtor do centro do país os descobriria.
lando de um bairro underground que poderia estar em qualquer centro urbano do planeta, Bitols traz ainda no elenco Biah Werther, além de participações especiais de nomes de várias gerações da cena artística gaúcha, como Plato Divorak, Egisto Dalsanto, Marcos Kligman, Bruno Bazzo e Os Efervescentes. A trilha, quase toda inédita, tem canções compostas e produzidas pelo próprio diretor, sendo que boa parte delas é executada pela banda Bitols, que paralelamente aos ensaios de cena ensaiava enquanto grupo musical.
Bitols, de André Arieta. Brasil, 2010, 83 minutos. Com Leo Felipe, Leonardo Machado, Carlinhos Carneiro, Bruno Bazzo e Biah Werther.
29 de abril (quinta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Bitols
19:00 – Bitols, sessão seguida de debate com o diretor e a equipe
30 de abril (sexta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Bitols
19:00 – Bitols
1º de maio (sábado)
15:00 – Bitols
17:00 – Bitols
19:00 – Bitols
2 de maio (domingo)
15:00 – Bitols
17:00 – Bitols
19:00 – Bitols
terça-feira, 27 de abril de 2010
Público prestigia abertura da mostra Superflex
A mostra pode ser conferida até dia 06 de junho, das 19 às 21h.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Sala P. F. Gastal exibe filmes de Dança e lança Longa Gaúcho Bitols
GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 27 de abril a 2 de maio de 2010
27 de abril (terça-feira)
17:00 – Mostra Internacional de Videodança (Curtas Internacionais) – Entrada Franca
18:00 – Mostra Internacional de Videodança (Solos Curtos) – Entrada Franca
19:00 – Mostra Internacional de Videodança (Espanha) – Entrada Franca
19:30 – Mostra Internacional de Videodança (Cinémathèque de la Danse 1) – Entrada Franca
28 de abril (quarta-feira)
17:00 – Mostra Internacional de Videodança (Brasil) – Entrada Franca
18:00 – Mostra Internacional de Videodança (Histórias Coreográficas) – Entrada Franca
19:00 – Mostra Internacional de Videodança (Cinémathèque de la Danse 2) – Entrada Franca
20:10 – Mostra Internacional de Videodança (Cinémathèque de la Danse 3) – Entrada Franca
29 de abril (quinta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Bitols
19:00 – Bitols
30 de abril (sexta-feira)
15:00 – Bitols
17:00 – Bitols
19:00 – Bitols
1º de maio (sábado)
15:00 – Bitols
17:00 – Bitols
19:00 – Bitols
2 de maio (domingo)
15:00 – Bitols
17:00 – Bitols
19:00 – Bitols
terça-feira, 20 de abril de 2010
A arte política do SUPERFLEX nos Jardins do DMAE
A Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre inaugura na sexta-feira, 23 de abril, às 19h, a 5ª edição do projeto Videoarte nos Jardins do DMAE, que reúne dois trabalhos do coletivo de artistas dinamarqueses Superflex. O Superflex é uma espécie de organização paralela (não exatamente um grupo de ativistas políticos, tampouco uma ONG) que orienta suas forças para realizar uma crítica à sociedade de consumo, buscando estabelecer novas relações políticas que desafiem o establishment mundial. Através da articulação das esferas artísticas e econômicas, o coletivo desenvolve projetos inovadores cujos resultados repercutem para além dos espaços de exposição e dos fóruns de debate tradicionais.
Desde a primeira edição do projeto Videoarte nos Jardins do DMAE, em 2005, a Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da SMC conta com a colaboração de arquitetos para a concepção da estrutura dessas projeções ao ar-livre. Neste ano, as duas obras do coletivo Superflex poderão ser vistas à noite, em espaços desenvolvidos pelo arquiteto Felipe Helfer, que tem sido responsável pela cenografia de algumas das mais importantes exposições realizadas no Estado e no País nos últimos anos.Ao tomar como ponto de partida os impasses do processo de globalização, o Superflex sobrepõe novas pautas à pesada agenda política internacional, questionando processos de consumo e alavancando discussões que se materializam em produtos artísticos que ora ganham exibição em centros culturais e galerias, ora engendram relações de consumo sustentável. Questões como a quebra de patentes e o intrincado tabuleiro dos direitos autorais são frequentemente alvos do coletivo, que não se preocupa exclusivamente em dinamitar o capitalismo mas em propor e difundir relações econômicas possíveis e saudáveis entre os diversos atores deste sistema de produção.
Exemplos destas ações são o projeto Free-Beer, que parte de uma fórmula de cervejas livre de patente para a construção de espaços lúdicos em diversos cantos do mundo, onde a bebida produzida em colaboração com cervejarias locais pode ser consumida pelos visitantes da exposição. Outro dos mais recentes trabalhos do coletivo é uma série de vídeos feitos com o magnata da especulação financeira Soros, que hipnotizado divaga sobre os efeitos da crise econômica de 2008.
Nos jardins da estação de tratamento de águas da Prefeitura de Porto Alegre serão exibidas obras que põem em xeque dois emblemas do mundo capitalista: a Mercedes-Benz e o McDonald’s. No primeiro vídeo, Burning Car, vemos um automóvel em chamas no meio da noite (na tradicional cor bege dos taxis-Mercedes berlinenses), numa clara alusão aos atos de grupos de ativistas na capital alemã que queimavam carros em protesto contra a danosa emissão de CO2 à atmosfera e o consumo desenfreado de combustíveis não recicláveis no planeta. O segundo vídeo, Flooded McDonald’s, nos apresenta o processo de alagamento da réplica de uma loja da mais famosa cadeia de fast-food mundial. Ao passo em que a obra questiona uma marca sabidamente antiecológica, cujos alimentos podem trazer sérios prejuízos à saúde de quem consome sua junk food, ela também faz referência aos desastres ambientais cada vez mais frequentes no planeta, como chuvas constantes, tsunamis e tornados.
A exposição do Superflex nos Jardins do DMAE pode ser visitada até o dia 6 de junho, de terças a domingos, no horário das 19h às 21h. A entrada é franca.
Burning Car (2008, 9 minutos)
Flooded McDonald’s (2009, 21 minutos)
Jardins do DMAE
Rua 24 de Outubro, 200
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Zumbis continuam em cartaz na P. F.
Semana de 20 a 25 de abril de 2010
20 de abril (terça-feira)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
21 de abril (quarta-feira)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
22 de abril (quinta-feira)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
23 de abril (sexta-feira)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
24 de abril (sábado)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
25 de abril (domingo)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
Zumbilândia (Zombieland), de Ruben Fleischer. EUA, 2009, 88 minutos. Com Woody Harrelson, Abigail Breslin, Jessé Eisenberg e Bill Murray. Colorido. Exibição em 35mm.
A Noite dos Mortos-Vivos (Night of the Living Dead), de George A. Romero. EUA, 1968, 96 minutos. Com Duane Jones, Judith O’ Dea e Karl Hardman. Preto e branco. Exibição em DVD.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Sala P. F. Gastal dá nova chance à sátira sobre zumbis
Em Zumbilândia, a população mundial foi dizimada devido a um vírus, que faz com que as pessoas se transformem em zumbis. Poucos são os humanos não infectados, entre eles Columbus (Jesse Eisenberg). Ele é um estudante da Universidade do Texas, que deseja voltar para sua cidade natal na esperança de encontrar seus pais ainda vivos. No caminho ele encontra Tallahassee (Woody Harrelson), que está indo para a Flórida com o objetivo de aniquilar o maior número possível de zumbis. Ao parar em uma mercearia, a dupla encontra duas garotas, Wichita (Emma Stone) e sua irmã caçula Little Rock (Abigail Breslin). Só que Little Rock aparenta ter sido mordida por um zumbi, o que divide o grupo sobre o que deve ser feito.
A narrativa do filme, que foi bem recebido pela crítica e teve ótima bilheteria nos Estados Unidos, é conduzida com segurança pelo diretor Ruben Fleischer. Um dos destaques de Zumbilândia é seu elenco. Além dos veteranos Woody Harrelson e Bill Murray, há um trio de jovens atores em ascensão em Hollywood, Abigail Breslin (a garotinha de Pequena Miss Sunshine), Jesse Eisenberg (o filho problemático de A Lula e a Baleia) e Emma Stone (de Superbad). A recepção positiva garantiu ao filme uma continuação, a ser rodada em 3D.
Zumbilândia (Zombieland), de Ruben Fleischer. EUA, 2009, 88 minutos. Com Woody Harrelson, Abigail Breslin, Jessé Eisenberg e Bill Murray. Colorido. Exibição em 35mm.

A Noite dos Mortos-Vivos (Night of the Living Dead), de George A. Romero. EUA, 1968, 96 minutos. Com Duane Jones, Judith O’ Dea e Karl Hardman. Preto e branco. Exibição em DVD.

Semana de 13 a 18 de abril de 2009
13 de abril (terça-feira)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
14 de abril (quarta-feira)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
15 de abril (quinta-feira)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
16 de abril (sexta-feira)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
17 de abril (sábado)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
18 de abril (domingo)
15:00 – Zumbilândia
17:00 – A Noite dos Mortos-Vivos
19:00 – Zumbilândia
Pixel Show - Mostra Motion Graphics

A programação irá contar com uma seleção de curtas metragens, comercias, virais, videoclips, vinhetas de tv e animações. Dentre esses vídeos, vai passar o conhecido stop motion do músico israelense Lavie e clips de bandas como Radiohead, Arcade Fire, Raveonnetes e Paul MaCartney.
As sessões serão no sábado às 19h e no domingo às 15h e às 17h. A entrada é gratuita.
Projeto Raros: Quando Chega a Escuridão

Quando Chega a Escuridão é uma original e enérgica atualização do tema do vampiro, dirigida com pulso firme por Bigelow, realizadora que construiu uma interessante filmografia marcada por incursões no cinema de gênero. Sem jamais mencionar a palavra “vampiro” ao longo de todo o filme, Bigelow narra o drama de um rapaz interiorano (Adrian Pasdar) que, após ser atacado por uma forasteira sedutora, começa a sentir necessidade de sangue humano. Obrigado a abandonar sua família e sem suportar a luz do sol, ele irá acompanhar a jovem e sua turma de vampiros numa sangrenta jornada pelas estradas da América profunda. Cultuado pelos fãs do gênero, o filme também é bastante elogiado pela crítica, que destaca a habilidade de Bigelow em criar uma narrativa que incorpora elementos do western e do road movie ao gênero terror.
A sessão de Quando Chega a Escuridão será acompanhada pela exibição do curta-metragem gaúcho Quiropterofobia, de Fernando Mantelli (Brasil, 2009, 17 minutos). O curta de Mantelli tem como protagonistas um casal que é sequestrado após tomar um táxi. Levados a um cativeiro, são aterrorizados por um psicopata adepto da dieta de sangue humano.
Quando Chega a Escuridão e Quiropterofobia serão exibidos numa cópia em DVD. A sessão será comentada pelo crítico de cinema Cristian Verardi. A entrada é franca.
Quando Chega a Escuridão (Near Dark), de Kathryn Bigelow (EUA, 1987, 94 minutos). Com Adrian Pasdar, Jenny Wright, Bill Paxton e Lance Henriksen.

