terça-feira, 26 de abril de 2011

Saiba mais sobre os seminários do CineEsquemaNovo / Todos na P F Gastal

25/04, segunda-feira
POLÍTICA, CINEMA E RELAÇÕES HUMANAS, com William Hinestrosa (SP)
Há espaço para um cinema político? Qual o sentido/significado do termo “político”? Quando o cinema encontra a política? É necessário esse encontro? A política é um assunto com variadas nuances para discussão e análise, e o seu encontro com o cinema foi inevitável ao longo dos anos. Com o objetivo de debater elementos políticos que podem estar presentes numa narrativa cinematográfica, o seminário buscará trazer à tona reflexões sobre alguns aspectos que se estabelecem nas relações humanas sob a luz destes dois universos.

26/04, terça-feira
DIÁLOGOS POSSÍVEIS, com Julia Rebouças (MG)
A partir do acervo audiovisual de Inhotim, a curadora Júlia Rebouças apresenta uma pequena seleção de obras que serve de mote para discutir questões colocadas pela arte contemporânea em um contexto museológico – a exemplo do que acontece no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, uma referência internacional para esta produção. Fazem parte desta curadoria os filmes Word/World (2001), de Rivane Neuenschwander e Cao Guimarães; 0778, da série Vídeo-Rizomas (2004) de Marcellvs L., e os vídeos Mixed Behaviour (2003), de Anri Sala e Confronto, da série Unus Mundus (2005), de Cinthia Marcelle.

27/04, quarta-feira
ALGUMAS PALAVRAS SOBRE IRIT BATSRY (COM A PRESENÇA DA ARTISTA EM PORTO ALEGRE), com António Câmara Manuel (Portugal)
O responsável pelo festival Temps D´Images em Portugal e também pelo FUSO - Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa, António Câmara Manuel, conheceu o trabalho de Irit Batsry enquanto diretor de produção das atividades do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura. Desde então, mantém uma relação próxima com esta artista que, ao longo de sua trajetória, vem lidando com elementos de diferentes gêneros como o documentário, o ensaio, o experimental e a ficção. Próxima do Brasil a partir de 1991, quando estreou no País a instalação “...of Absence of Persistence...” no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Irit Batsry tem desde então filmado as rodagens de alguns filmes brasileiros, como “Madame Satã” e “O Céu de Suely”, de Karim Aïnouz, criando instalações que usam o mundo fechado das rodagens como base para uma interrogação sobre a criação de imagens, ou um ponto de partida para questionar a relação entre ficção e documentário, tecnologia e processo criativo. A obra de Irit Batsry e a sua relação com o Brasil serão o fio condutor do seminário, que contará com a presença da artista, e onde será possível saber mais sobre seu processo criativo, suas futuras obras e os work in progress que atualmente vivencia no Brasil: “Caution/Danger” e “Beach at Nightfall”.

28/04, quinta-feira
O FIM DO CINEMA, com Bruno Vianna (RJ)
Apesar do título provocativo, o seminário O Fim do Cinema não pretende discutir um futuro onde o cinema como conhecemos deixa de existir, e sim obras audiovisuais – presentes, passadas e futuras – que se situam no limiar do que consideramos cinema. Há muitas décadas, realizadores e artistas vêm explorando esse limiar, criando ambientes e obras que desafiam o formato estabelecido para o cinema – a sala escura, a tela, a poltrona, o ritual coletivo. Essas obras são vistas em museus, galerias, bienais e, às vezes, até mesmo em salas do cinema. Num momento em que todos os formatos são repensados – o curta, o documentário, a série – qual o lugar da reflexão sobre o ambiente da exibição e da interatividade com o público? Vamos fazer um percurso histórico de experiências demolidoras do cinema como conhecemos, e estimular a geração de novas obras que ocupem essa fronteira ou abram novas sendas audiovisuais e narrativas.

29/04, sexta-feira
SEARCH & DESTROY: O ROCK NA ARTE CONTEMPORÂNEA, com Leo Felipe (RS)
Ainda que, cada vez mais, o rock seja um produto para consumo (como tantos outros da chamada indústria cultural), a sua imagem está fortemente ligada à idéia de rebeldia, contestação, contracultura. Na arte contemporânea, abordagens sobre aspectos da vida e da sociedade, que vão do corpo ao consumo, podem muitas vezes incluir elementos do universo do rock. É um canal de via dupla. Roqueiros buscam inspiração e referências nas artes, e artistas se utilizam do imaginário do rock para realização de trabalhos que parecem ter uma característica em comum: um diálogo mais direto com o público. Ou ao menos com um determinado público, aquele para qual o rock é a expressão (artística, poética?) mais familiar. E não é apenas a música dos três acordes que se faz presente nas obras, mas toda uma iconografia ligada a ela: as jaquetas de couro e os jeans rasgados, as minissaias e as botas de couro, os rebites, topetes, franjas e moicanos, as guitarras incendiadas, as agulhas hipodérmicas, os heróis mortos de overdose, as celebridades no holofote.

30/04, sábado
A CINEFILIA AINDA EXISTE?, com Roger Lerina (RS)
Prática cultural que atingiu seu auge entre o começo da década de 1950 e o final da de 1970, a cinefilia é mais do que o prazer de ver os filmes: inclui também sua discussão, sua interpretação, sua localização na história do cinema, na história das outras artes, das ideias, da política, da sociedade. A cinefilia inventou um olhar capaz de criar genealogias, descobrir autores, erigir mitologias e destruir outras. No limite, está na origem de um dos mais importantes movimentos do cinema moderno: a nouvelle vague. A realidade atual do cinema, convivendo intimamente outras expressões audiovisuais e disseminado para além da sala de projeção graças às novas tecnologias e à internet, torna pertinente a indagação: podemos falar de cinefilia hoje em dia? Cotejando alguns temas significativos debatidos pela crítica francesa no auge de sua influência (a partir do livro Cinefilia, do crítico francês Antoine de Baecque), com episódios similares ocorridos entre a crítica gaúcha na época (tendo por base o livro A Crítica de Cinema de Porto Alegre na Década de 1960), podemos vislumbrar o alcance que a cinefilia já teve - e nos questionarmos se esse olhar inventado ainda é capaz nos iluminar.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Programação Cineesquemanovo - Sala P F Gastal

Confira tudo que vai rolar na Sala P F Gastal, 
dentro da programação do Cineesquemanovo
Sábado 23.04
Os Residentes
19h- Abertura.
19h30 - Os Residentes; Tiago Mata Machado; MG (120min) 35mm
21h30 - COQUETEL


Domingo 24.04
17h30- RÁDIO CEN - Lounge
18h - Mostra Competitiva de Longas 1: Baptista Virou Máquina; Carlos Downling; PB (70min)
20h30 - HORA EXTRA
21h30 - Mostra Competitiva de Longas 2: Álbum de Família; Wallace Nogueira; BA (62min)

Segunda 25.04
13h30 - Seminário 1 - William Hinestrosa: Política, cinema e relações humanas
15h30 - Mostra Competitiva de Curtas 1
               
As Corujas; Fred Benevides; CE (20min30seg)
                1976 - Lugar Sagrado; Carlosmagno Rogrigues e Alonso Pafyeze; MG (5min35seg)
                Permanências; Ricardo Alves Júnior; MG (34min)
                Handebol; Anita Rocha da Silveira; RJ (19min) 35mm
17h30- RÁDIO CEN - Lounge
ex-isto de Cao Guimarães
18h - Mostra Competitiva de Longas 3
            Ex Isto; Cao Guimarães; MG/SP (86min)
20h30 - HORA EXTRA
21h30 - Mostra Competitiva de Longas 4
                Pacific; Marcelo Pedroso; PE (71min)

Terça 26.04
13h30- Seminário 2 - Júlia Rebouças: Diálogos Possíveis
15h30-  Mostra Competitiva de Curtas 2
                Náufragos; Gabriela Amaral Almeida e Matheus Rocha; BA/SP (15min) 35mm
                Meu Avô, o Fagote; Tatiana Devos Gentile; RJ (26min)
                Wannabe; Maurício Ramos Marques; PR (20min)
                Quatorze; Leonardo Amaral; MG (10min)
                My Way;
Camilo Cavalcante; PE (06min45seg)
17h30 - RÁDIO CEN - Lounge
Luzeiro Volante
18h - Mostra Competitiva de Longas 5
           Luzeiro Volante; Tavinho Teixeira; PB/CE (80min)        
20h30 - HORA EXTRA
21h30 - Mostra Competitiva de Longas 6
                O Céu Sobre os Ombros; Sérgio Borges; MG (71min) 35mm


Quarta     27.04
13h30 - Seminário 3 - António Câmara Manuel: Algumas palavras sobre Irit Batsryv (com a presença da artista)
15h30 - Mostra Competitiva de Curtas 3
             A Felicidade dos Peixes; Arthur Lins; PB (23min35seg)
             Como é Bonito o Elefante; Juruna Mallon / Lucas Barbi; RJ/MG/FR (8min)
             Número Zero; Cláudia Nunes; GO (22min)
             Último Retrato; Abelardo de Carvalho; RJ (9min)
             Balanços e Milkshakes; Erik Ricco e Fernando Mendes; MG (9min55seg)
17h30 - RÁDIO CEN - Lounge
18h - Mostra Competitiva de Longas 7
           Mulher à Tarde; Affonso Uchoa; MG (95min)
20h30 - HORA EXTRA
Desassossego
21h30 - Mostra Competitiva de Longas 8
                Desassossego; Felipe Bragança e Marina Meliande; RJ (63min)

Quinta           28.04
13h30 - Seminário 4 - Bruno Vianna: O Fim do Cinema
15h30 - Mostra Competitiva de Curtas 4
                Caos; Fábio Baldo; SP (15min)
                Raimundo dos Queijos; Victor Furtado; CE (16min)
                Walter; Pedro Henrique Ferreira; RJ (23min)
                As Aventuras de Paulo Brusky; Gabriel Mascaro; PE (20min)                               
17h30 - RÁDIO CEN – Lounge
A Alegria
18h - Mostra Competitiva de Longas 9
            A Alegria; Felipe Bragança e Marina Meliande; RJ (106min) 35mm
20h30 - HORA EXTRA
  Chantal Akerman, de cá
21h30 - Mostra Competitiva de Longas 10
                Chantal Akerman, de cá; Gustavo Beck e Leonardo Luiz Ferreira; RJ/SP (62min)





Sexta 29.04
13h30 - Seminário 5 - Leo Felipe: Search & Destroy - O rock na arte contemporânea
15h30 - Mostra Competitiva de Curtas 5
                Cat Effekt; Gustavo Jahn e Melissa Dullius; RUS/BRA (40min)
                Orawa; Felipe Barros; SP (3min41seg)
                A Janela (ou Vesúvio); João Toledo; MG (8min50seg)
                O Sarcófago; Daniel Lisboa; BA (19min45seg) 35mm
17h30 - RÁDIO CEN - Lounge
Os Monstros
18h - Mostra Competitiva de Longas 11
           Os Monstros; Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti; CE (81min)
20h30 - HORA EXTRA
Luz nas Trevas
21h30 - Mostra Competitiva de Longas 12
                Luz nas Trevas - A Volta do Bandido da Luz Vermelha; Helena Ignez e Ícaro Martins; SP
                (83min) 35mm

Sábado         30.04
13h30 - Seminário 6 - Roger Lerina - A cinefilia ainda existe?
15h30 - Mostra Competitiva de Curtas 6
                Cachoeira; Sérgio José de Andrade; AM (13min
47seg) 35mm
                Céu, Inferno e Outras Partes do Corpo; Rodrigo John; RS (7min33seg)
                Dia 1 p.m.; Aly Muritiba; BA (10min)
                A Banda dos 7; Sara Ramo; MG (20min)

                Mens Sana in Corpore Sano; Juliano Dornelles; PE (21min50seg) 35mm
Mens Sana in Corpore Sano,de  Juliano Dornelles
17h30 - RÁDIO CEN - Lounge
19h - FILME DE ENCERRAMENTO
21h30 - Cerimônia de Premiação

Domingo    1º.05
15h - Mostra Premiados 
17h - Mostra Premiados
19h - Mostra Premiados




http://cineesquemanovo.wordpress.com
 Maiores detalhes do CEN, acesse:

Abertura do Cineesquemanovo dia 23 de abril



Mostra de abertura do CEN/Sala P F Gastal
O CineEsquemaNovo 2011 foi aberto oficialmente na noite deste sábado, dia 23 de abril, com a exibição do filme “Os Residentes” para uma sala P. F. Gastal lotada. Antes da sessão, os sócios do CEN fizeram uma breve apresentação da programação do festival e o diretor Tiago Mata Machado falou um pouco sobre o filme. Também estiveram presentes a diretora de arte de “Os Residentes”, Cinthia Marcelle, e assistente de direção, Aline X. A sessão foi seguida por um coquetel no lounge do CEN na Usina do Gasômetro que reuniu mais de 350 pessoas, entre espectadores, realizadores e demais convidados do festival.
Abertura CEN 2011 - Lounge
Em paralelo à exibição do filme, foram abertas as duas exposições de artes visuais que compõem a programação do CEN. Na Galeria Lunara, também na Usina do Gasômetro, inciou-se a exposição “Ficções”, com obras dos artistas Jonathas Andrade, Alessandra Sanguinetti, Sofia Borges e Cinthia Marcelle (as duas últimas presentes no festival).

domingo, 24 de abril de 2011

Raros Exibidos em 2011

NÃO NOS LIVRE DO MAL
A Sala P. F. Gastal retomou dia 8 de abril, às 20h, as sessões do Projeto Raros, exibindo o polêmico filme francês Não Nos Livre do Mal, de Joël Séria , produção de 1971 nunca lançada nos cinemas brasileiros.

Constantemente incluído na extensa galeria de filmes malditos dos anos 1970, Não Nos Livre do Mal (Mais Ne Nous Délivrez Pas du Mal) causou alvoroço em seu lançamento, despertando a ira da igreja e chocando o público mais conservador, ao retratar sem pudores a amizade doentia entre duas adolescentes que desafiam normas sociais, empreendendo uma desenfreada e iconoclástica viagem rumo à autodestruição. Numa atitude de recusa às convenções, as jovens Anne (Jeanne Goupil) e Lore (Catherine Wagener) realizam missas negras, seduzem homens incautos e provocam tragédias ao praticarem perigosas brincadeiras. Inicialmente banido pela censura francesa por sua "perversão, sadismo e outras formas de destruição mental e moral”, o filme foi liberado após nove meses de proibição total para ser exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes.

Apesar da boa recepção por parte da crítica, Não Nos Livre do Mal fez uma carreira errática nos cinemas, sofrendo constante pressão de entidades religiosas e de censores de plantão, até cair gradualmente no esquecimento. Seu lançamento em DVD nos Estados Unidos (em 2006) e no Japão (em 2008) e novas exibições em festivais de cinema fantástico como o Night Visions Film Festival (na Finlândia) e o L’Etrange Festival (na cidade francesa de Lyon) deram início a uma nova onda de culto em torno deste estranho filme que somente agora, exatos 40 anos após a sua estreia (sua primeira exibição aconteceu em 5 de abril de 1971, no Festival de Cannes), poderá ser finalmente conhecido pelos espectadores porto-alegrenses.

A sessão de Não Nos Livre do Mal teve comentários do jornalista Thomaz Albornoz. Exibição em DVD. Diálogos em francês, com legendas em espanhol.

Não Nos Livre do Mal (Mais Ne Nous Délivrez Pas du Mal), de Joël Séraa (França, 1971, 102 minutos).

Com Jeanne Goupil, Catherine Wagener, Bernard Dhéran e Gérard Darrieu. Colorido. Diálogos em francês, com legendas em espanhol. Exibição em DVD.



MAIS NEGRO QUE A NOITE
O Projeto Raros apresentou  nesta sexta-feira, 13 de maio, às 20h, a produção de horror mexicana Mais Negro que a Noite, do cultuado diretor Carlos Henrique Taboada.
Quatro amigas vão residir numa antiga mansão, herdada após a morte da tia de uma delas A única cláusula para permanecerem na casa é que cuidem de Becker, um gato negro e arisco que era a única paixão da falecida tia. Após o gato ser encontrado morto, uma força estranha começa a rondar a mansão e atormentar as quatro mulheres. A tensão aumenta quando as amigas começam a ser vitimadas por mortes bizarras.

Apesar de Taboada (1929-1997) ter investido nos mais diversos gêneros, foi no cinema fantástico que ele deixou a sua marca. Seus filmes, mesmo com orçamentos modestos, costumavam se destacar pelo apuro técnico, e pela inventividade como ressoavam em pleno México temas caros ao horror gótico europeu. Crianças perversas, almas atormentadas e seres vingativos povoavam o universo sombrio de seus filmes, transformando sua obra em objeto de culto entre os admiradores do gênero. Em Mais Negro que a Noite (1975), Taboada transpõe habilmente suas referências góticas para um universo urbano e moderno, deixando de lado o bucolismo sombrio de obras anteriores como Até o Vento Tem Medo (1968) e O Livro de Pedra (1969).
Mais Negro que a Noite foi exibido em cópia em DVD, com diálogos em espanhol e sem legendas.
Mais Negro que a Noite (Más Negro que la Noche), de Carlos Enrique Taboada (México, 1975, 96 minutos). Com Claudia Islas, Susana Dosamantes, Helena Rojo e Lúcia Méndez.


O ABOMINÁVEL DR. PHIBES
Dia 27 de maio, às 20:15, uma sessão especial do Projeto raros para comemorar o centenário do ator Vincent Price (1911-1993).

Ator-fetiche para os fãs de cinema de horror, Price nasceu há exatos 100 anos, no dia 27 de maio de 1911, no estado de Missouri, nos Estados Unidos. Para celebrar a ocasião, o Raros exibe uma das obras mais emblemáticas da longa carreira de Price (que atuou em mais de 100 filmes): o clássico O Abominável Dr. Phibes (1971), de Robert Fuest.

Em O Abominável Dr. Phibes Price interpreta o papel-título, um cirurgião respeitado e de comportamento bizarro que, depois de perder sua esposa durante uma cirurgia, prometeu vingança aos médicos que a operaram. Um a um, ele vai exterminando a todos, usando o Velho Testamento como referência para os assassinatos. Graças à direção estilizada de Robert Fuest e ao visual rebuscado (fruto do original trabalho de direção de arte de Bernard Reeves e dos figurinos de Elsa Fennell), O Abominável Dr. Phibes foi muito bem recebido e desde então se transformou em objeto de culto, não apenas pelos fãs do gênero, mas pelos cinéfilos em geral. O sucesso do filme foi tão grande que gerou uma sequência, A Câmera de Horrores do Dr. Phibes, lançada em 1972.

O Abominável Dr. Phibes foi exibido numa cópia em DVD, com legendas em português. 

O Abominável Dr. Phibes (The Abominable Dr. Phibes), de Robert Fuest. Inglaterra/EUA, 1971, 94 minutos. Com Vincent Price, Joseph Cotten, Virginia North e Terry-Thomas.


A CAÇA
O projeto Raros exibiu, no dia 12 de agosto, o filme espanhol A Caça (La Caza), segundo longa-metragem do diretor espanhol Carlos Saura, cineasta que enfrentou diversos problemas com a censura durante o governo do ditador Francisco Franco. Produzido em 1966, A Caça nunca foi lançado nos cinemas brasileiros, e nem mesmo em DVD. A sessão inicia às 20h e tem entrada franca.

O filme mostra um grupo de amigos que sai para uma caçada em região que foi cenário de sangrentos conflitos durante a Guerra Civil Espanhola. A trama é um pretexto para Saura realizar uma poderosa alegoria sobre o regime ditatorial do General Francisco Franco. Vencedor do prêmio de melhor direção no Festival de Berlim, A Caça abriu para o jovem Saura as portas do mercado cinematográfico europeu. Logo em seguida, o diretor conhece a atriz Geraldine Chaplin, com quem realizaria uma série de filmes célebres como Ana e os Lobos, Cria Cuervos e Elisa, Vida Minha, que o tornaram conhecido o Brasil.

A Caça foi exibido numa cópia em DVD, com diálogos e legendas em espanhol. 

A Caça (La Caza), de Carlos Saura. Espanha, 1966, 91 minutos. Com Ismael Merlo, Alfredo Mayo, José Maria Prada e Emílio Gutierrez Caba. Drama. Preto e branco.


MAIS PRÓXIMO DO TERROR
O projeto Raros exibiu, dia 7 de outubro, às 20 horas, o cultuado thriller australiano Mais Próximo do Terror (Next of Kin). Realizado em 1982 por Tony Williams, esta obra tétrica, após anos no limbo do esquecimento, vem sendo redescoberta por cinéfilos (sendo Quentin Tarantino um dos seus fãs mais exaltados) impressionados pela capacidade do filme gerar tensão através de seu apurado senso estético. Sua decupagem, repleta de planos inusitados e sombrios, revela um inteligente e laborioso exercício de suspense em que o domínio da técnica revela-se essencial para a composição de um pesadelo gótico em plena área rural australiana.

Após a morte de sua mãe, Linda (Jacki Kerin) retorna para um vilarejo no interior da Austrália para reger o negócio da família, uma mansão gótica transformada num asilo para idosos. Enquanto tenta se habituar ao novo ambiente, Linda reencontra Barney (John Jarratt), um antigo namorado, ao mesmo tempo em que começa a ser atormentada por pesadelos e bizarras lembranças de infância. Quando um dos internos é encontrado morto na banheira, segredos vêm à tona, revelando que a aparente normalidade do asilo esconde um passado de mortes misteriosas. 

Mais Próximo do Terror (Next of Kin), de Tony Williams (Austrália, 1982). Duração: 85 minutos.
 

CRAZY LOVE
O projeto Raros exibiu, dia 04 de novembro, às 20 horas, o filme belga Crazy Love, baseado na obra do escritor maldito Charles Bukowski. Realizado em 1987, Crazy Love é o primeiro longa-metragem do diretor belga Dominique Deruddere, mais conhecido do grande público por sua indicação ao Oscar de Filme Estrangeiro em 2001 por Fama Para Todos.

Inspirado em diversos contos de Bukowski, sendo mais evidente a transposição de “A Sereia que Copulava em Veneza, Califórnia”, do livro “Crônica de Um Amor Louco”, a trama acompanha três momentos distintos na vida do trágico e patético personagem Harry Voss, e sua incessante busca por amor e aceitação, passando por sua adolescência conturbada, até focar o retrato cruel de um homem amargo e solitário. Crazy Love é considerada uma das mais fiéis adaptações do universo de desesperança e degradação concebido por Bukowski.

Crazy Love, de Dominique Deruddere (Bélgica, 1987). Duração: 90 minutos.

Cineesquemanovo

A sétima edição do CineEsquemaNovo – Festival de Cinema de Porto Alegre está transformando a capital gaúcha num pólo de discussão e reflexão sobre o audiovisual, com a exibição de mais de 80 filmes divididos em quatro mostras, duas exposições de artes visuais, uma mostra internacional, seminários, debates e uma oficina de crítica cinematográfica.

O CEN 2011 reúne mais de 50 convidados entre realizadores, artistas, curadores e jornalistas que vêm à cidade exclusivamente para participar do festival. As atividades do CineEsquemaNovo estão sendo realizadas na Usina do Gasômetro (Sala P. F. Gastal e Galeria Lunara), Cine Santander Cultural, Cine Bancários e Atelier Subterrânea.

Para esta edição, o CEN recebeu mais de 900 inscrições de filmes para as mostras competitivas, sendo 82 deles longas-metragens, o que posiciona o festival como um dos mais prestigiados eventos de audiovisual do país na comunidade de realizadores. Deste total de inscritos, 39 obras foram selecionadas, 12 longas e 27 curtas e médias, numa amostragem que passeia pelas mais diversas propostas de gênero, formato e método de produção.

Ao voltar o seu olhar ao cinema “pós-industrial” - termo cunhado pelo pesquisador Cezar Migliorin, convidado do CEN 2011 -, o festival não se vincula a uma geração de realizadores ou a movimentos específicos de produção artística. O Festival de Cinema de Porto Alegre recebe e amplifica uma produção audiovisual independente, brasileira, latino-americana ou internacional que obriga a ordem estabelecida a ouvir novas vozes, criar novas unanimidades e exceções, relativizar padrões, subverter sistemas industriais de produção de imagens e alterar raciocínios estabelecidos sobre o que é cinema ou o que são artes visuais.

Depois de seis edições, e rumo a esta sétima, o CineEsquemaNovo acompanha as trajetórias de realizadores e de um tipo de produção foi outrora considerada “menor”. Porém, é justamente este cinema pós-industrial brasileiro o que mais vem sendo reconhecido, valorizado e premiado dentro e fora do país, em detrimento dos “grandes filmes” nacionais que em pouquíssimos casos têm ecoado junto às audiências estrangeiras.

Ao direcionar seu olhar a esta produção, o CEN se coloca como um espaço destinado não só à exibição de filmes, mas também (e tão importante quanto) ao pensamento e ao debate sobre assuntos que gravitam em torno de um tema único: o status da imagem na contemporaneidade. Este “problema” é traduzido pelas mostras competitivas, que apresentam um cinema híbrido e dotado de fortes intersecções com as artes visuais, mas também pelas outras atividades que compõem a programação do festival em sua sétima edição.

O CineEsquemaNovo 2011 – Festival de Cinema de Porto Alegre (CEN) acontece até 30 de abril no Centro Cultural Usina do Gasômetro, Cine Bancários, Cine Santander Cultural e Atelier Subterrânea. Conta com o patrocínio da Oi e da Petrobras, e é financiado pelas leis Federal (Rouanet) e Estadual (LIC-RS) de incentivo à cultura. A co-realização é da Coordenação de Cinema, Video e Fotografia da Secretaria de Cultura – Prefeitura de Porto Alegre, com o apoio cultural da Oi Futuro e Santander Cultural, apoio do Cine Bancários e parceria do Atelier Subterrânea.

Um resumo da programação do CEN 2011


Filme de Abertura

“Os Residentes”, de Tiago Mata Machado

Mostra competitiva de longas-metragens

Exibição de 12 longas – três deles inéditos - selecionados entre 82 inscritos.

Mostra competitiva de curtas e médias metragens

Exibição de 27 curtas e médias oriundos de 11 estados brasileiros.

Exposição “Expiração 02”

Instalação do artista mineiro Pablo Lobato, aberta para visitação no Atelier Subterrânea durante o CineEsquemaNovo.

Exposição “Ficções”

Na galeria Lunara (Usina do Gasômetro) com trabalhos em vídeo e fotografia de quatro artistas: Alessandra Sanguinetti (EUA/Argentina), Jonathas Andrade (PE), Cinthia Marcele (MG) e Sofia Borges (SP).

Mostra Panorama de Festivais Internacionais

O CEN traz a Porto Alegre 35 filmes de curta-metragem, a maioria inéditos no Brasil, que foram exibidos em importantes festivais de cinema, videoarte, cultura digital e media art: BAFICI, da Argentina; Temps D’Images, de Portugal; Semana de Cine Experimental de Madrid, da Espanha; Transmediale e European Media Art Festival (ambos da Alemanha).

Filmes convidados CEN 2011

A programação internacional do CEN 2011 é complementada com dois longas-metragens convidados: “Martha” (Marcelino Islas Hernández, México, 2010) e “Verão de Golias” (Nicolás Pereda, México, Canadá e Holanda, 2010). Um filme surpresa ainda será anunciado para o encerramento do festival.

Debates

Em sua sétima edição, o CineEsquemaNovo promove três debates com a participação de realizadores, artistas, curadores e pesquisadores sobre temas como políticas públicas de fomento ao cinema pós-industrial e as aproximações entre o cinema e as artes visuais.

Seminários

Cada um dos seis integrantes do júri do CEN 2011 ministrará um seminário durante o festival, visando discutir diversas áreas do pensamento cinematográfico e das artes visuais.

Oficina de crítica

A oficina de crítica cinematográfica acontece pela primeira vez em parceria com a Associação de Críticos do Rio Grande do Sul e será ministrada neste ano por Marcus Mello, programador da Sala P. F. Gastal, editor da revista Teorema e colaborador das revistas Cinética e Aplauso.

Veja a lista de filmes selecionados para competição no CEN 2011:

LONGAS-METRAGENS

- A Alegria, de Felipe Bragança e Marina Meliande (2010 – 100:00 – RJ)

(presente nos festivais de Cannes e Roterdã)

Sinopse: Fábula sobre a coragem. Luiza tem 16 anos e não aguenta mais ouvir falar no fim do mundo. Em uma noite de Natal, seu primo, João, desaparece nas ruas da cidade. Algumas semanas depois, sozinha em seu apartamento no Rio de Janeiro, Luiza recebe uma visitante no meio da noite lhe pedindo abrigo.

- Álbum de Família, de Wallace Nogueira (2010 – 70:00 – BA)

(inédito)

Sinopse: O documentário conta a história da viagem de um filho, o diretor do filme, em busca das lembranças de sua família. Depois da morte de sua mãe, sua inquietude o leva a mergulhar em sua memória. Decide, então, convidar seu pai, que não encontra há muito tempo, para ir com ele buscar o álbum de família.

- Baptista Virou Máquina, de Carlos Dowling (2011 – 60:10 – PB)

(inédito)

Sinopse: Futuro pós-industrial, a cidade deserta, Baptista, trabalha solitário incessantemente numa oficina de soldas. Sonha com músicas, sons do prazer humano olvidado. As máquinas sonham com os últimos devaneios da humanidade. Trilha visual de disco homônimo da banda Burro Morto.

- Chantal Akerman, de Cá, de Gustavo Beck e Leonardo Luiz Ferreira (2010 – 62:10 – RJ/SP)

(presente nos festivais FID Marseille, BAFICI e Viennale)

Sinopse: Um vídeo de entrevista.

- Desassossego, de Felipe Bragança e Marina Meliande (2011 – 63:00 – RJ/SP)

(presente no festival de Roterdã)

Sinopse: Baseado em uma carta escrita por um jovem cineasta e uma adolescente de 16 anos, 14 cineastas do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Ceará dirigiram 10 fragmentos de filmes, que foram costurados como uma carta-filme falando de amor, utopia, explosões e apocalipse.

- Ex Isto, de Cao Guimarães (2010 – 86:00 – MG/SP)

Sinopse: Ex Isto é um filme livremente inspirado na obra “Catatau” de Paulo Leminski. O poeta imagina uma hipótese histórica: “E se Rene Descartes tivesse vindo ao Brasil com Maurício de Nassau?”. Acompanhamos o pai da filosofia moderna em seu périplo pelos trópicos.

- Luz nas Trevas, de Helena Ignez (2010 – 83:00 – SP)

(prêmio da crítica em Locarno)

Sinopse: “Luz nas Trevas”, continuação do clássico “O Bandido da Luz Vermelha”, de Rogério Sganzerla, narra a história de dois dos mais famosos marginais de São Paulo. Seu filho, o bandido Tudo-ou-Nada, é o fio condutor que atravessa essa história política e existencial. Adorado pelas mulheres, Tudo-ou-Nada segue a “carreira” de seu pai a fim de desfrutar de uma ampla variedade de prazeres mundanos.

- Luzeiro Volante, de Tavinho Teixeira (2011 – 65:00 – PB/CE)

(inédito)

Sinopse: Deixai o mais distraído dos homens mergulhar em seus sonhos mais profundos: ponde-o de pé, movimentai-lhe as pernas, e ele infalivelmente vos conduzirá para a água.

- Mulher à Tarde, de Affonso Uchoa (2010 – 82:00 – MG)

(premiado com o Troféu Livre na 10ª Mostra do Fime Livre - 2011)

Sinopse: Três mulheres em uma casa. Por uma tarde.

- O Céu Sobre os Ombros, de Sérgio Borges (2010 – 71:00 – MG)

(melhor filme em Brasília, presente no festival de Roterdã)

Sinopse: Alguns dias de alguns personagens anônimos, comuns. São histórias inventadas pela vida, de pessoas que convivem com a marginalização. O filme é um gesto para revelar o quanto somos todos tão humanos, e quão semelhantes são nossos medos e desejos.

- Os Monstros, de Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti (2011 – 81:00 – CE)

Sinopse: Nenhum homem é um fracasso quando tem amigos.

- Pacific, de Marcelo Pedroso (2009 – 71:00 – PE)

Sinopse: Uma viagem de sonho em um cruzeiro rumo a Fernando de Noronha. As lentes dos passageiros captam tudo a todo instante. E eles se divertem, brincam, vão a noitadas. Desfrutam de seu ideal de conforto e bem-estar. E, a cada dia, aproximam-se mais do tão sonhado paraíso tropical...

CURTAS E MÉDIAS-METRAGENS
- 1976 - Lugar Sagrado, de Carlosmagno Rodrigues e Alonso Pafyeze (2010 – 05:35 – MG)
- A Banda dos 7, de Sara Ramo (2010 – 20:00 – MG)
- A Felicidade dos Peixes, de Arthur Lins (2011 – 24:50 – PB)
- A Janela (ou Vesúvio), de João Toledo e Leonardo Amaral (2010 – 08:50 – MG)
- As Aventuras de Paulo Bruscky, de Gabriel Mascaro (2010 – 20:00 – PE)
- As Corujas, de Fred Benevides (2009 – 20:30 – CE)
- Balanços e Milkshakes, de Erik Ricco e Fernando Mendes (2010 – 09:55 – MG)
- Cachoeira, de Sérgio José de Andrade (2010 – 13:47 – AM)
- Caos, de Fábio Baldo (2010 – 15:40 – SP)
- Cat Effekt, de Gustavo Jahn e Melissa Dullius (2011 – 40:00 – RU/BR)
- Céu, Inferno e Outras Partes do Corpo, de Rodrigo John (2011 – 07:33 – RS)
- Como é Bonito o Elefante, de Juruna Mallon e Lucas Barbi (2010 – 08:00 – RJ/MG/FR)
- Dia 1 P.M., de Aly Muritiba (2010 – 10:00 – BA)
- Handebol, de Anita Rocha da Silveira (2010 – 19:00 – RJ)
- Mens Sana in Corpore Sano, de Juliano Dornelles (2011 – 21:50 – PE)
- Meu avô, o fagote, de Tatiana Devos Gentile (2010 – 26:00 – RJ)
- My Way, de Camilo Cavalcante (2010 – 06:45 – PE)
- Náufragos, de Gabriela Amaral Almeida e Matheus Rocha (2010 – 15:00 – BA/SP)
- Número Zero, de Cláudia Nunes (2010 – 22:00 – GO)
- O Sarcófago, de Daniel Lisboa (2010 – 19:45 – BA)
- Orawa, de Felipe Barros (2010 – 03:41 – SP)
- Permanências, de Ricardo Alves Júnior (2010 – 34:00 – MG)
- Quatorze, de Leonardo Amaral (2010 – 10:30 – MG)
- Raimundo dos Queijos, de Victor Furtado (2011 – 16:00 – PE)
- Último Retrato, de Abelardo de Carvalho (2010 – 09:00 – RJ)
- Walter, de Pedro Henrique Ferreira (2011 – 24:00 – RJ)
- Wannabe, de Mauricio Ramos Marques (2009 – 20:00 – PR)

Veja os filmes que serão exibidos na Mostra retrospectiva CEN 2009 (Cine Bancários e Cine Santander Cultural):

- Loveless, Cláudio Gonçalves; SP (61min)
- A Casa de Sandro, Gustavo Beck; RJ (75min)
- Muro, Tião; PE (18min)
- Flash Happy Society, Guto Parente; CE (8min)
- Sweet Karolynne, Ana Bárbara Ramos; PB (15min)
- A Arquitetura do Corpo, Marcos Pimentel; MG (21min)
- Passos no Silêncio, Guto Parente; CE (17min)
- Perto de Casa, Sérgio Borges; MG (9min30seg)

Mais Detalhes
http://cineesquemanovo.wordpress.com/

quinta-feira, 14 de abril de 2011

SALA P. F. GASTAL EXIBE MOSTRA DE ANIMAÇÃO



 A partir de sexta-feira, 15 de abril, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3° andar) realiza uma mostra de filmes de animação, que reúne desde produções brasileiras a produções internacionais, organizadas em 8 programas diferentes. A programação é uma das atividades paralelas do XIX Salão Internacional de Desenho Para a Imprensa, que está em cartaz na Usina do Gasômetro até o dia 8 de maio.
Entre os destaques da mostra, raridades e clássicos de Walt Disney, filmes do animador tcheco Jan Svankmajer e premiadas produções brasileiras de várias épocas. Toda a programação tem entrada franca. A partir de sábado, 23 de abril, a Sala P. F. Gastal recebe a programação da sétima edição do Festival CineEsquemaNovo.
 
 
Programação
 
 
Animações Brasileiras 1 (Total: 93 minutos)
- Cidade Fantasma, de Lisandro Santos (7 minutos)
- Propriedades de uma Poltrona, de Rodrigo John (8 minutos)
- Ele, direção coletiva (13 minutos)
- O Natal do Burrinho, de Otto Guerra (5 minutos)
- Peixe Frito, de Ricardo Podestá (19 minutos)
- Pajerama, de Leonardo Cadaval (9 minutos)
- Ícarus, de Victor-Hugo Borges (10 minutos)
- Rua das Tulipas, de Alê Camargo (10 minutos)
- Frankenstein Punk, de Cao Hamburger (12 minutos)
 
 
Animações Brasileiras 2 (Total: 88 minutos)
- A Garota das Telas, de Cao Hamburger (15 minutos)
- Mademoiselle Cinema, de Helena Lustosa (10 minutos)
- Novela, de Otto Guerra (8 minutos)
- O Arroz Nunca Acaba, de Marão (8 minutos)
- Disque N Para Nascer, de Arnaldo Galvão (8 minutos)
- O Bloqueio, de Claúdio Oliveira (10 minutos)
- Terminal, de Leonardo Cadaval (7 minutos)
- Tyger, de Guilherme Marcondes (4 minutos)
- Yansan, de Carlos Eduardo Nogueira (18 minutos)
 
Animações Brasileiras 3 (Total: 88 minutos)
- Leonel Pé-de-Vento, de Jair Giacomini (15 minutos)
- Lúmen, de William Salvador (4 minutos)
- Relacionamentos, de Gordeeff (5 minutos)
- A Noite do Vampiro, de Ale Camargo (6 minutos)
- Os Olhos do Pianista, de Frederico Pinto (5 minutos)
- Devoção, de Rafael Ferreira (11 minutos)
- Roubada!, de Maurício Vidal, Renan de Moraes e Sérgio Yamasaki (4 minutos)
- Primeiro Movimento, de Érica Valle (6 minutos)
 
Programa Jan Svankmajer 1 (Total: 65 min.)
- Escuridão, Luz, Escuridão (8 minutos)
- O Apartamento (13 minutos)
- Etcetera (7 minutos)
- Possibilidades de um Diálogo (12 minutos)
- Jogos Viris (15 minutos)
- História Natural (10 minutos)
 
Programa Jan Svankmajer 2 (Total: 76 min.)
- O Último Truque de M. Schwarzwald e M. Edgar (10 minutos)
- J. S. Bach – Fantasia em Sol Menor (8 minutos)
- Uma Semana Tranquila em Casa (20 minutos)
- O Diário de Leonard (10 minutos)
- A Fábrica dos Pequenos Esquifes (10 minutos)
- O Poço, o Pêndulo e a Esperança (18 minutos)
 
Programa Curtas Clássicos de Walt Disney 1 (Fábulas e Contos de Fadas)
- A Tartaruga e a Lebre
- O Primo Caipira
- Crianças no Bosque
- Elmer e o Elefante
- O Rato Voador
- O Toque Dourado
- O Gatinho Malvadeza
- Terra da Canção de Ninar
- Melodias da Mamãe Ganso
 
Programa Curtas Clássicos de Walt Disney 2 (Natureza na Tela)
- Mamãe Pluto
- Pinguins Peculiares
- O Velho Moinho
- Coelhinhos Engraçadinhos
- O Patinho Feio (versão 1939)
- O Patinho Feio (versão 1931)
- A Arca de Noé
- Os Pássaros e suas Plumas
- Castores Trabalhadores
- Só Cachorros
 
Programa Curtas Clássicos de Walt Disney 3 (A Música)
- O Mundo da Música
- O Prato Chinês
- Melodias Egípcias
- Flores e Árvores
- A Feira dos Biscoitos
- A Dança dos Esqueletos
- Clube da Floresta
 
GRADE DE HORÁRIOS
 
15 de abril (sexta-feira)
15:00 – Usina da Educação (sessão fechada para alunos da rede municipal)
17:00 – Mostra Animação (Programa Jan Svankmajer 1)
19:00 – Dança em Foco
MIV – Mostra Internacional de Videodança
 
16 de abril (sábado)
15:00 – Mostra Animação (Animações Brasileiras 1)
17:00 – Mostra Animação (Programa Jan Svankmajer 2)
19:00 – Dança em Foco
MIV – Mostra Internacional de Videodança
 
17 de abril (domingo)
15:00 – Mostra Animação (Animações Brasileiras 2)
17:00 – Mostra Animação (Programa Curtas Clássicos de Walt Disney 1 – Fábulas e Contos de Fadas)
19:00 – Mostra Animação (Animações Brasileiras 3)
 
19 de abril (terça-feira)
15:00 – Mostra Animação (Curtas Clássicos de Walt Disney 1 – Fábulas e Contos de Fadas)
17:00 – Mostra Animação (Curtas Clássicos de Walt Disney 2 – Natureza na Tela)
19:00 – Debate Samba no Pé e Direito na Cabeça (Evento da Descentralização da Cultura)
 
20 de abril (quarta-feira)
15:00 – Mostra Animação (Curtas Clássicos de Walt Disney 3 – A Música)
17:00 – Programa Jan Svankmajer 1
19:00 – Mostra Animação (Animações Brasileiras 1)
 
21 de abril (quinta-feira)
15:00 – Mostra Animação (Curtas Clássicos de Walt Disney 1 – Fábulas e Contos de Fadas)
17:00 – Mostra Animação (Curtas Clássicos de Walt Disney 2 – Natureza na Tela)
19:00 – Mostra Animação (Curtas Clássicos de Walt Disney 3 – A Música)
 
22 de abril (sexta-feira)
15:00 – Mostra Animação (Animações Brasileiras 1)
17:00 – Mostra Animação (Animações Brasileiras 2
19:00 – Mostra Animação (Animações Brasileiras 3)

sexta-feira, 8 de abril de 2011

CINEMA E DANÇA NA SALA P. F. GASTAL


A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) recebe a partir de terça-feira, 12 de abril, a programação do Dança em Foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança, que acontece pelo segundo ano na capital. Criado como um projeto de desenvolvimento das interfaces entre a dança e o vídeo, o Dança em Foco é hoje um dos maiores festivais do mundo no contexto da videodança, tematizando as mais diversas possibilidades estéticas que surgem do encontro das novas tecnologias (sobretudo da imagem) com a dança contemporânea.

A programação inclui debates, oficina e uma mostra de vídeo, a MIV – Mostra Internacional de Vídeodança. A mostra reúne obras das mais diversas estéticas e geografias, como produções de Israel, México, República Dominicana, Suíça, França e Espanha, entre outros. As sessões da Mostra Internacional de Vídeodança acontecem na sessão das 19h. Nas sessões da tarde, a Sala P. F. Gastal programou uma pequena mostra paralela de filmes ambientados no universo da dança, incluindo três títulos, Momento de Decisão, Núpcias Reais e O Sol da Meia-Noite.

A partir de sexta-feira, 15 de abril, o cinema da Usina do Gasômetro dá início a uma mostra de cinema de animação, paralela à programação do 19º Salão Internacional de Desenho para Imprensa (aguarde divulgação).



Sinopses dos Filmes

Momento de Decisão (The Turning Point), de Herbert Ross (EUA, 1976, 119 minutos). Com Anne Bancroft, Shirley MacLaine, Mikhail Baryshnikov e Tom Skerritt.

Duas grandes atrizes estrelam em papéis igualmente fortes como amigas e rivais em Momento de Decisão. Emma, interpretada por Anne Bancroft, é uma bailarina que está envelhecendo e cuja carreira já atingiu seu ápice. Deedee, interpretada por Shirley MacLaine, é a amiga que abandonou a carreira há muitos anos para casar e ser mãe. As duas se reencontram após diversos anos quando a filha de Deedee demonstra talento e vontade de ser bailarina. Uma explosão de conflitos novos e antigos se segue, levando as amigas a analisarem as escolhas que fizeram na vida e como viver com tais escolhas. Maravilhosos números de dança realizados por Mikhail Baryshnikov. Exibição em DVD.

O Sol da Meia-Noite (White Nights), de Taylor Hackford (EUA, 1985, 136 minutos). Com Mikhail Baryshnikov, Gregory Hines, Jerzy Skolimowski, Helen Mirren, Geraldine Page e Isabella Rossellini.

Nikolai Rodchenko (Mikhail Baryshnikov) é um bailarino da União Soviética exilado nos Estados Unidos que é aprisionado pela KGB quando seu avião sofre uma pane e pousa em território soviético. Lá tem contato com um bailarino americano, que desertou do exército na época da Guerra do Vietnã, foi morar em Moscou e está casado com uma russa. Exibição em DVD.

Núpcias Reais (Royal Wedding), de Stanley Donen (EUA, 1951, 93 minutos)

Tom (Fred Astaire) e Ellen Bowen (Jane Powell) são dois irmãos dançarinos que viajam a Londres para tentar carreira. Lá os dois acabam se apaixonando e ficam indecisos entre sua vida pessoal e a vida de dançarinos. Divertida comédia musical, com números de dança antológicos da dupla Fred Astaire e Jane Powell. Exibição em DVD.

Mais informações pelo email dancaemfoco@dancaemfoco.com.br ou pelo site

www.dancaemfoco.com.br

(programação completa no http://cdancasmc.blogspot.com)


GRADE DE HORÁRIOS

Semana de 12 a 17 de abril de 2011



12 de abril (terça-feira)

15:00 – Momento de Decisão

17:00 – Núpcias Reais

19:00 – Dança em Foco

Mesa redonda “Dança, Corpo e Imagem”

Com Leonel Brum, curador do evento, Diego Mac (coreógrafo e videomaker), Leonardo Remor (cineasta e diretor de arte) e Milton do Prado (Professor do curso de Produção Audiovisual UNISINOS e editor), que exibem obras e discutem os diferentes olhares sobre a videodança, corpo e imagem.


13 de abril (quarta-feira)

15:00 – Núpcias Reais

17:00 – Momento de Decisão

19:00 – Dança em Foco

MIV – Mostra Internacional de Videodança


14 de abril (quinta-feira)

15:00 – O Sol da Meia Noite

17:00 – Núpcias Reais

19:00 – Dança em Foco

MIV – Mostra Internacional de Videodança


15 de abril (sexta-feira)

15:00 – Usina da Educação (sessão fechada para alunos da rede municipal)

17:00 – Mostra Animação (Programa Jan Svankmajer 1)

19:00 – Dança em Foco

MIV – Mostra Internacional de Videodança


16 de abril (sábado)

15:00 – Mostra Animação (Animações Brasileiras 1)

17:00 – Mostra Animação (Programa Jan Svankmajer 2)

19:00 – Dança em Foco

MIV – Mostra Internacional de Videodança


17 de abril (domingo)

15:00 – Mostra Animação (Animações Brasileiras 2)

17:00 – Mostra Animação (Programa Jan Svankmajer 3)

19:00 – Mostra Animação (Animações Brasileiras 3)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Filme francês na volta do Raros

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro retoma nesta sexta-feira, dia 8 de abril, às 20h, as sessões do Projeto Raros, exibindo o polêmico filme francês Não Nos Livre do Mal, de Joël Séria , produção de 1971 nunca lançada nos cinemas brasileiros.

Constantemente incluído na extensa galeria de filmes malditos dos anos 1970, Não Nos Livre do Mal (Mais Ne Nous Délivrez Pas du Mal) causou alvoroço em seu lançamento, despertando a ira da igreja e chocando o público mais conservador, ao retratar sem pudores a amizade doentia entre duas adolescentes que desafiam normas sociais, empreendendo uma desenfreada e iconoclástica viagem rumo à autodestruição. Numa atitude de recusa às convenções, as jovens Anne (Jeanne Goupil) e Lore (Catherine Wagener) realizam missas negras, seduzem homens incautos e provocam tragédias ao praticarem perigosas brincadeiras. Inicialmente banido pela censura francesa por sua "perversão, sadismo e outras formas de destruição mental e moral”, o filme foi liberado após nove meses de proibição total para ser exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes.

Apesar da boa recepção por parte da crítica, Não Nos Livre do Mal fez uma carreira errática nos cinemas, sofrendo constante pressão de entidades religiosas e de censores de plantão, até cair gradualmente no esquecimento. Seu lançamento em DVD nos Estados Unidos (em 2006) e no Japão (em 2008) e novas exibições em festivais de cinema fantástico como o Night Visions Film Festival (na Finlândia) e o L’Etrange Festival (na cidade francesa de Lyon) deram início a uma nova onda de culto em torno deste estranho filme que somente agora, exatos 40 anos após a sua estreia (sua primeira exibição aconteceu em 5 de abril de 1971, no Festival de Cannes), poderá ser finalmente conhecido pelos espectadores porto-alegrenses.

A sessão de Não Nos Livre do Mal tem entrada franca, e será comentada pelo jornalista Thomaz Albornoz. Exibição em DVD. Diálogos em francês, com legendas em espanhol.

Não Nos Livre do Mal (Mais Ne Nous Délivrez Pas du Mal), de Joël Séraa (França, 1971, 102 minutos). Com Jeanne Goupil, Catherine Wagener, Bernard Dhéran e Gérard Darrieu. Colorido. Diálogos em francês, com legendas em espanhol. Exibição em DVD.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

SALA P. F. GASTAL REALIZA MOSTRA EM HOMENAGEM A ELIZABETH TAYLOR


A Sala P. F. Gastal, atendendo a pedidos de seus espectadores, segue exibindo na próxima semana a mostra em homenagem à atriz Elizabeth Taylor, exibindo alguns títulos clássicos da filmografia da última diva de Hollywood, que faleceu em 24 de abril, aos 79 anos de idade.

A mostra Elizabeth Taylor – A Última Diva oferece aos fãs da atriz a chance de ver ou rever alguns de seus trabalhos mais conhecidos, como Um Lugar ao Sol, de George Stevens, De Repente, no Último Verão, de Joseph L. Mankiewicz, e A Megera Domada, de Franco Zeffirelli, além de curiosidades como A Maldição do Espelho, adaptação da obra de Agatha Christie lançada em 1980 e que marcou sua última parceria com o ator Rock Hudson.

PROGRAMAÇÃO

Um Lugar ao Sol (A Place in the Sun), de George Stevens (EUA, 1951, 122 minutos)

Jovem ambicioso (Montgomery Clift) precisa se livrar da namorada grávida (Shelley Winters) para casar com rica herdeira (Elizabeth Taylor). Excelente adaptação do romance Uma Tragédia Americana, de Theodore Dreiser, este clássico absoluto de Hollywood transformou Taylor em estrela de primeira grandeza. Preto e branco. Exibição em DVD.

No Caminho dos Elefantes (Elephant Walk), de William Dieterle (EUA, 1953, 102 minutos)

Melodrama ambientado no Ceilão, no qual Taylor interpreta a esposa de um fazendeiro (Peter Finch) que se envolve com o capataz de seu marido (Dana Andrews). Como pano de fundo para este triângulo amoroso, uma epidemia de cólera, uma terrível seca que devasta a terra e a fúria de uma manada de elefantes. Destaque para a antológica sequência da destruição da mansão pelos elefantes, considerada à sua época um triunfo cinematográfico de Hollywood, pelo realismo de sua realização. Colorido. Exibição em DVD.

De Repente, no Último Verão (Suddenly, Last Summer), de Joseph L. Mankiewicz (EUA, 1959, 114 minutos)

Uma milionária (Katharine Hepburn) contrata um neurologista (Montgomery Clift) para desvendar os mistérios do estranho enlouquecimento de sua sobrinha (Elizabeth Taylor). Adaptação da peça de Tennessee Williams, com roteiro assinado pelo escritor Gore Vidal, para muitos críticos este é o melhor filme estrelado por Taylor, aqui duelando com outra gigante das telas, a lendária Katharine Hepburn. Preto e branco. Exibição em DVD.

Cleópatra (Cleopatra), de Joseph L. Mankiewicz (EUA, 1963, 248 minutos)

Elizabeth Taylor, Richard Burton e Rex Harrison estrelam esta história de poder e traição, sobre a vida da mítica rainha do Egito e sua conquista de Júlio César e Marco Antônio. De uma grandeza indescritível, este clássico ganhou o Oscar de fotografia, direção de arte, figurinos, cenários e efeitos especiais. Um milionário épico que entrou para a história, entre outras coisas, por dar a Liz Taylor o maior cachê já pago a uma atriz até aquele momento, um milhão de dólares. Colorido. Exibição em DVD.

A Megera Domada (The Taming of the Shrew), de Franco Zeffirelli (Itália/EUA, 1967, 122 minutos)

Luxuosa adaptação da famosa peça de William Shakespeare, sobre homem (Richard Burton) que precisa domar a geniosa filha de um rico comerciante (Elizabeth Taylor). Um dos mais conhecidos trabalhos da dupla Taylor/Burton, que repetem em cena as brigas que marcaram seu tumultuado relacionamento conjugal na vida real. Colorido. Exibição em DVD.

A Maldição do Espelho (The Mirror Crack’d), de Guy Hamilton (Inglaterra, 1980, 105 minutos)

Competente adaptação do romance de Agatha Christie, que mostra a simpática velhinha Miss Marple (Angela Lansbury) tentando desvendar o misterioso assassinato de uma mulher em set de filmagens no interior da Inglaterra. O elenco estelar traz, além de Taylor, a participação de Geraldine Chaplin, Kim Novak, Tony Curtis e Rock Hudson, em sua última parceria nas telas com a colega e amiga Taylor. O ator morreria em 1985, e a partir daí a atriz iniciaria um incansável trabalho de arrecadação de fundos para as pesquisas contra a AIDS. Colorido. Exibição em DVD.

O Homem que Veio de Longe (Boom!), de Joseph Losey (Inglaterra, 1968, 112 minutos)

Milionária excêntrica e de saúde frágil (Elizabeth Taylor) vive sozinha em uma ilha do Mediterrâneo, rodeada de criados e enfermeiros. Certo dia, recebe a visita de um homem misterioso (Richard Burton), espécie de anjo exterminador, que tem o hábito de visitar mulheres infelizes antes de sua morte. Adaptação de texto de Tennessee Williams, foi um grande fracasso de bilheteria. Destaque para a incrível mansão que serve de cenário à trama, bem como para os excêntricos figurinos usados por Taylor. Colorido. Exibição em DVD.


GRADE DE HORÁRIOS


Semana de 5 a 10 de abril de 2011


Terça-feira (5 de abril)


15:00 – O Homem que Veio de Longe
17:00 – No Caminho dos Elefantes
19:00 – Um Lugar ao Sol

Quarta-feira (6 de abril)

15:00 – A Maldição do Espelho
17:00 – De Repente, no Último Verão
19:00 – A Megera Domada

Quinta-feira (7 de abril)

Mostra Elizabeth Taylor – A Última Diva
15:00 – No Caminho dos Elefantes
17:00 – Cleópatra

Sexta-feira (8 de abril)

15:00 – Usina da Educação (sessão fechada)

Mostra Elizabeth Taylor – A Última Diva

17:00 – Um Lugar ao Sol

20:00 – Projeto Raros (aguarde divulgação)

Sábado (9 de abril)

9:00 às 18:00 – Curso Educação do Olhar (Fotografia) – fechado para professores da rede municipal

Mostra Elizabeth Taylor – A Última Diva

19:00 – A Maldição do Espelho

Domingo (10 de abril)

Mostra Elizabeth Taylor – A Última Diva

15:00 – No Caminho dos Elefantes
17:00 – De Repente, no Último Verão
19:00 – A Megera Domada